Objetivos Globais – números em ação

CEPAL promove fórum latino-americano e caribenho sobre desenvolvimento sustentável

A terceira reunião do Fórum dos Países da América Latina e do Caribe sobre o Desenvolvimento Sustentável será realizada de 22 a 26 de abril na sede central da Comissão Econômica para América Latina e o Caribe (CEPAL) em Santiago, Chile. O objetivo é analisar os avanços na implementação regional da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. O evento terá transmissão ao vivo pela Internet.

Vista aérea da cidade e do porto de Santos (SP). Foto: EBC

CEPAL reduz para 1,3% estimativa de crescimento para América Latina e Caribe em 2019

A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) reduziu nesta quinta-feira (11) para 1,3% sua projeção de crescimento para os países da região em 2019, frente à previsão de avanço de 1,7% feita em dezembro de 2018. Para o Brasil, a previsão é de avanço de 1,8% este ano, frente a 2% previstos anteriormente.

De acordo com a CEPAL, as novas estimativas são influenciadas pelo complexo cenário externo e pelas dinâmicas internas observadas nos países da região.

Contraste entre as desigualdades no município do Rio de Janeiro. Foto: Luiz Gonçalves Martins - ODS 10

CEPAL busca estudos de casos sobre investimento em desenvolvimento sustentável no Brasil

A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) das Nações Unidas, por meio de seu escritório no Brasil, convida pesquisadores, profissionais do setor privado, empresários, representantes da sociedade civil, formuladores de políticas públicas e servidores públicos a enviar estudos de casos sobre investimentos de impacto para o desenvolvimento sustentável no Brasil. O prazo para envio é 11 de agosto.

Empresas pequenas e de médio porte como "start-ups" apostam em inovação das tecnologias e podem encontrar soluções práticas e avançar desenvolvimento em países emergentes. Foto: Pexels

CEPAL alerta para informalidade trabalhista associada a novas tecnologias

Estratégias para enfrentar a informalidade no mercado de trabalho latino-americano e caribenho devem ser repensadas para lidar com formas inéditas de precariedade laboral, geradas pela adoção de novas tecnologias produtivas.

O alerta é da Comissão Econômica da ONU para a América Latina e Caribe (CEPAL), que reuniu especialistas da ONU e de organismos financeiros nesta semana (3), no Chile, para um seminário sobre desafios trabalhistas regionais.

Porto de Fortaleza (CE). Foto: MTUR/Jade Queiroz

Movimento de carga nos portos da América Latina e do Caribe sobe 7,7% em 2018

O movimento de carga em contêineres nos portos da América Latina e do Caribe aumentou 7,7% em 2018 na comparação com o ano anterior, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (3) pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL). A análise inclui o comportamento de uma amostra de 31 países e 118 portos e zonas portuárias da região.

Dez países responderam por 84,1% do total de volume de cargas movimentado. São eles (ordenados do maior para o menor, segundo a quantidade de TEU mobilizados): Brasil, México, Panamá, Colômbia, Chile, Peru, Argentina, Equador, República Dominicana e Jamaica.

Relatório da CEPAL apresenta panorama sobre o desenvolvimento sociodemográfico, econômico e ambiental dos países da região. Foto: EBC

CEPAL lança anuário com dados sobre situação socioeconômica e ambiental da América Latina

A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) lançou na quinta-feira (28) o Anuário Estatístico da América Latina e do Caribe 2018, disponível em seu site, no qual apresenta um panorama sobre o desenvolvimento sociodemográfico, econômico e ambiental dos países da região.

O relatório destacou desigualdades de gênero nos países da região, evidenciadas pela falta de autonomia econômica das mulheres. Enquanto 28,1% das mulheres latino-americanas e caribenhas de 15 anos ou mais não conta com renda própria, 13,2% dos homens estão em situação similar.

Quanto às condições de moradia e serviços básicos, 95% da população da América Latina e do Caribe dispõe de luz elétrica, 86% têm acesso à água por tubulação, enquanto apenas 65% dispõe de um sistema de esgoto.

Crescimento sustentável da economia global requer melhora da qualidade da mão de obra. Foto: Agência Brasil

CEPAL lança relatório sobre investimentos sustentáveis e crescimento da economia brasileira

A Comissão Econômica das Nações Unidas para a América Latina e o Caribe (CEPAL), a Friedrich Ebert Stiftung (FES), o Insper Instituto de Ensino e Pesquisa e a Rede Brasil do Pacto Global promovem na próxima segunda-feira (8), em São Paulo (SP), um encontro de especialistas sobre o potencial dos investimentos de baixo carbono para a economia brasileira. Evento terá lançamento de relatório inédito da CEPAL sobre sustentabilidade e crescimento.

A CEPAL prevê crescimento de 2% para a economia brasileira em 2019. Foto: EBC

CEPAL: arrecadação tributária tem retomada na América Latina e no Caribe em 2017

A carga tributária média nos países da América Latina e do Caribe atingiu 22,8% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2017, um aumento de 0,2 ponto percentual na comparação com 2016, segundo a publicação “Estatísticas Tributárias na América Latina e no Caribe 2019”.

A média da carga tribuária da região está 11,4 pontos percentuais abaixo da média dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) — 34,2% do PIB em 2017 —, apesar da diferença entre esses dois grupos ter diminuído frente aos 16,4 pontos percentuais de 1990.

O relatório é uma publicação conjunta de Centro Interamericano de Administrações Tributárias (CIAT), Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e OCDE, por meio do Centro de Política e Administração Tributária e do Centro de Desenvolvimento.

Evento no Rio de Janeiro sobre políticas de desenvolvimento conta com o apoio do Centro RIO+, vinculado ao PNUD, e é organizado pela Rio Academy, dedicada à pesquisa e debate sobre cidades emergentes. Foto: WikiCommons/chensiyuan

CEPAL: crescimento sustentável demandará mudanças na política fiscal latino-americana

Ministros e autoridades de dez países latino-americanos e caribenhos, junto a reconhecidos especialistas de organismos internacionais, academia, organizações da sociedade civil e não governamentais, reuniram-se na sede da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) em Santiago, no Chile, para o 31º Seminário Regional de Política Fiscal.

No encontro, dialogaram sobre os desafios e perspectivas da política fiscal para fazer frente ao complexo cenário externo atual e apoiar a transição para um crescimento econômico mais sustentável e inclusivo, em linha com a Agenda 2030.

“O multilateralismo e as posições regionais contribuem para construir estratégias para combater problemas enfrentados pela região, como evasão fiscal e os fluxos ilícitos”, disse Alícia Bárcena, secretária-executiva da CEPAL. “O cumprimento da Agenda 2030 na região depende da capacidade dos países de mobilizar recursos domésticos. Para isso, a América Latina e o Caribe deve analisar opções para fortalecer sua arrecadação e evitar que suas bases tributárias sejam erodidas”, completou.

Relatórios de especialistas da ONU já apontaram que a evasão fiscal contribui para desigualdades sociais e pobreza no mundo. Foto: USP Imagens/ Marcos Santos

CEPAL defende combate à evasão fiscal para apoiar desenvolvimento na América Latina

Aumentar a arrecadação pública é chave para fortalecer a capacidade de ação da política fiscal e apoiar a mobilização de recursos para financiar a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. A conclusão é do “Panorama Fiscal da América Latina e do Caribe 2019”, publicação anual da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) divulgada nesta sexta-feira (22).

Segundo a última estimativa da CEPAL, o custo regional de evasão e elisão fiscal chegou a 6,3% do Produto Interno Bruto (PIB) da região em 2017, o que equivale a 335 bilhões de dólares. Os fluxos ilícitos, fruto da manipulação do comércio internacional de bens, chegaram a 85 bilhões de dólares em 2016, ou seja, 1,5% do PIB regional.

O seminário será inaugurado na segunda-feira (25) por Alicia Bárcena, secretária-executiva da CEPAL. Foto: Agência Brasil

Ministros latino-americanos e caribenhos debatem finanças públicas na sede da CEPAL

O Seminário Regional de Política Fiscal, principal referência para a discussão de temas relacionados às finanças públicas dos países da América Latina e do Caribe, realizará sua 31ª edição em 25 e 26 de março na sede da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) em Santiago, no Chile.

O evento, organizado pela CEPAL com apoio de Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), Banco Mundial e Fundo Monetário Internacional (FMI), reunirá ministros da Fazenda de dez países da região e terá transmissão ao vivo pela Internet.

Relatório da CEPAL abordou impactos das mudanças demográficas nos países da América Latina e do Caribe nas políticas públicas. Foto: EBC

CEPAL: mudanças demográficas na América Latina terão impactos nas políticas públicas

A dinâmica demográfica da maior parte dos países da América Latina e do Caribe teve mudanças profundas que afetaram o crescimento, a estrutura etária e a distribuição territorial da população, o que poderá ter consequências no desenho e implementação de políticas públicas. A conclusão é do primeiro relatório regional sobre a implementação do Consenso de Montevidéu sobre População e Desenvolvimento.

O documento, elaborado pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) por mandato dos países-membros da Conferência Regional sobre População e Desenvolvimento da região, tem como objetivo dar conta do avanço na implementação das medidas prioritárias do Consenso de Montevidéu, observando as heterogeneidades que existem entre os países da região quanto a seu grau de implementação.

Na Cidade do México, uma instalação artística representa mulheres mortas por crimes de feminicídio. Foto: ONU Mulheres/Dzilam Mendez

ARTIGO: Reconhecer os direitos das mulheres, essencial para o desenvolvimento inclusivo e sustentável

Em artigo, a chefe da Comissão Econômica da ONU para a América Latina e o Caribe (CEPAL), Alicia Bárcena, alerta que as desigualdades de gênero na região colocam as mulheres em maior risco de viver na pobreza e de sofrer violência. Em 2017, pelo menos 2.795 mulheres em 23 países latino-americanos e caribenhos foram vítimas de feminicídio.

Dirigente alerta que a discriminação e a violência contra as mulheres continua sendo um problema que se manifesta nos domicílios, nos espaços públicos, nos locais de estudo e de trabalho.

Amazônia. Foto: Paulo Santos/2001/Amazônia Sob Pressão (via Agência Brasil)

ONU pede que países da América Latina ratifiquem acordo inédito sobre direitos ambientais

Na semana que marca um ano da adoção do Acordo de Escazú, o primeiro tratado ambiental da América Latina e Caribe, a comissão econômica da ONU para a região, a CEPAL, pediu que todos os países assinem e ratifiquem o documento o mais rápido possível. Até o momento, 16 das 33 nações assinaram o texto, o primeiro pacto entre Estados no mundo com disposições específicas para proteger defensores de direitos humanos em temas ambientais.

Mulheres representam 20% da mão de obra do setor agrícola na América Latina e Caribe. Foto: Banco Mundial/Romel Simon

CEPAL pede que gasto com políticas sociais seja protegido na América Latina

A chefe da Comissão Econômica da ONU para América Latina e Caribe (CEPAL), Alicia Bárcena, afirmou na quarta-feira (13) que países da região precisam “proteger e fortalecer o gasto social” se quiserem cumprir as metas de desenvolvimento sustentável das Nações Unidas.

Dirigente ressaltou ainda que políticas universais de saúde, educação e proteção social não apenas contribuem com a inclusão, mas também aumentam a produtividade e o crescimento econômico.

A CEPAL deu início ao período de candidaturas para seu curso sobre economias latino-americanas 2019. Foto: PEXELS

CEPAL recebe inscrições para 20ª edição de curso sobre economias latino-americanas

A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) deu início ao período de candidaturas para a edição deste ano de seu curso sobre economias latino-americanas, um programa de formação dirigido a jovens pesquisadores, graduados e pós-graduados, interessados em estudar o processo de desenvolvimento na região.

A vigésima edição do curso ocorrerá entre 15 de julho e 30 de setembro na sede da organismo regional das Nações Unidas em Santiago, no Chile. Saiba como se inscrever.

A secretária-executiva da CEPAL, Alicia Bárcena, citou durante sessão do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, a existência de uma correlação inversa entre produtividade e desigualdade. Foto: Giulian Frisoni/Flickr/CC

CEPAL: redução das desigualdades é requisito para desenvolvimento sustentável

A desigualdade é ineficiente, se reproduz e permeia o sistema produtivo. Do lado oposto, a igualdade não é apenas um princípio ético inevitável, mas também uma variável explicativa da eficiência do sistema econômico no longo prazo, afirmou a secretária-executiva da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), Alicia Bárcena, durante reunião do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça.

“A igualdade é requisito indispensável para o desenvolvimento sustentável. A CEPAL provou com números que sem igualdade as economias são ineficientes, e alcançam menores níveis de produtividade e investimento”, afirmou Bárcena, durante discurso em sessão que discutiu os custos da desigualdade.

OIT alertou que desigualdades de gênero afetam a inserção das mulheres no mercado de trabalho. Foto: Agência Brasil

CEPAL defende trabalho decente para promover igualdade social

Em seminário no Chile para celebrar os cem anos da Organização Internacional do Trabalho (OIT), a chefe da Comissão Econômica da ONU para a América Latina e o Caribe (CEPAL), Alicia Bárcena, alertou na quinta-feira (17) que 42% dos trabalhadores na região recebem pagamentos inferiores ao salários mínimos nacionais. Defasagem foi um dos desafios na promoção do trabalho decente elencados pela dirigente, que também chamou atenção para as desigualdades de gênero.

O Brasil registrou um aumento da pobreza monetária de aproximadamente 3 pontos percentuais entre 2014 e 2017, de acordo com o Banco Mundial. Foto: Wikimedia Commons / chensiyuan (CC)

Extrema pobreza aumenta na América Latina e atinge nível mais alto desde 2008, diz CEPAL

A taxa geral da pobreza medida pela renda manteve-se estável na América Latina em 2017, após aumentos registrados em 2015 e 2016. Entretanto, a proporção de pessoas em situação de extrema pobreza continuou crescendo, seguindo a tendência observada desde 2015, informou nesta terça-feira (15) a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL).

“Ainda que a região tenha atingido importantes avanços entre a década passada e meados da presente, desde 2015 foram registrados retrocessos, particularmente em matéria de extrema pobreza”, alertou a secretária-executiva da CEPAL, Alicia Bárcena. Segundo ela, diante desse desafio, os países precisam impulsionar políticas públicas complementares de proteção social e inclusão no mercado de trabalho, assim como políticas redistributivas.

A CEPAL prevê crescimento de 2% para a economia brasileira em 2019. Foto: EBC

CEPAL: economia da América Latina e do Caribe deve crescer 1,7% em 2019

O ano de 2019 deve ser marcado por intensificação das incertezas econômicas mundiais. Isso repercutirá no crescimento da economia da América Latina e do Caribe que, em média, terá uma expansão de 1,7%, segundo as novas projeções apresentadas nesta quinta-feira (20) pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL).

Segundo organismo regional, os países da América Latina e do Caribe enfrentarão um cenário econômico mundial complexo nos próximos anos, em que se espera uma redução da dinâmica do crescimento, tanto dos países desenvolvidos como das economias emergentes, acompanhada por um aumento na volatilidade dos mercados financeiros internacionais. A isso se soma o enfraquecimento estrutural do comércio internacional, agravado pelas tensões comerciais entre os Estados Unidos e a China.

Mulher foge da violência em El Salvador por meio de trilhos de trem em Chiapas, no México. Foto: ONU

FAO identifica razões de principais fluxos migratórios de América Latina e Caribe

De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), a migração está intimamente relacionada com os territórios rurais, onde as pessoas enfrentam mais pobreza e menos oportunidades, problemas de violência e de execução da Justiça, bem como os efeitos da mudança climática.

O fenômeno migratório é particularmente intenso e complexo no México e nos países do Triângulo Norte das Américas: El Salvador, Guatemala e Honduras. Dos quase 30 milhões de migrantes internacionais latino-americanos, quase 15 milhões são desses países, dos quais 11 milhões vêm do México.

Embarcações no litoral chinês. Foto: Banco Mundial/Curt Carnemark

CEPAL: programa chinês é oportunidade de investimentos sustentáveis na América Latina

A secretária-executiva da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), Alicia Bárcena, destacou em Paris no início de dezembro (7) que o projeto de desenvolvimento chinês “One Belt, One Road” poderá ser uma importante oportunidade para impulsionar investimentos inclusivos e sustentáveis.

De acordo com Bárcena, a região da América Latina e do Caribe vê a iniciativa com grande interesse, à medida que oferece a oportunidade de diversificar e melhorar a qualidade de seus vínculos econômicos com a China e, especificamente, atrair investimentos importantes em infraestruturas, indústrias e serviços.

A primeira caravana de migrantes centro-americanos chegou à cidade de Matías Romero, em Oaxaca, no México, em 1º de novembro. O secretário mexicano de assuntos exteriores estima que 4 mil pessoas tenham passado a noite no local. Foto: OIM/ Rafael Rodríguez

Pacto Global para Migração não afeta soberania dos países, diz CEPAL

O Pacto Global para uma Migração Segura, Ordenada e Regular é um conjunto de princípios comuns não vinculantes para que países possam enfrentar um tema transfronteiriço por natureza sem prejudicar suas soberanias.

A afirmação foi feita no domingo (9) pela secretária-executiva da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), Alicia Bárcena, no início de sua participação na Conferência Intergovernamental para adotar o Pacto Global sobre Migração, realizada em Marrakesh, Marrocos.

“Este instrumento surge como uma resposta da comunidade internacional perante os desafios e as oportunidades gerados pela migração na agenda global. Se trata de um documento histórico que constitui um exemplo de renovado interesse multilateral”, afirmou.

Torre Eiffel se ilumina de verde para comemorar a entrada em vigor do Acordo de Paris sobre Mudanças Climáticas em novembro de 2016. Foto: Prefeitura de Paris/ Jean-Baptiste Gurliat

ONU defende cooperação da América Latina com França e Europa para promover desenvolvimento sustentável

Em conferência em Paris, o secretário-executivo adjunto da Comissão Econômica da ONU para a América Latina e o Caribe (CEPAL), Mario Cimoli, defendeu a cooperação da região com a França e a Europa como forma de promover desenvolvimento sustentável com igualdade. Dirigente alertou na quinta-feira (6) que o atual paradigma de crescimento das economias está fundamentado na maior falha de mercado da humanidade — as mudanças climáticas.

Todos os migrantes devem ter seus direitos humanos respeitados. Para garantir que isso aconteça, a ONU defende uma maior cooperação na gestão dos processos migratórios por meio da implementação do Pacto Global para a Migração. O acordo, negociado pelos governos na ONU, abordará a migração internacional de modo amplo. Foto: ONU

Autoridades sul-americanas participam conferência sobre migrações na Bolívia

Representantes de governos de Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela reuniram-se na semana passada (22 e 23) em Sucre, na Bolívia, para a 28ª Conferência Sul-Americana sobre Migrações (CSM).

A conferência, cuja secretaria técnica está a cargo da Organização Internacional para as Migrações (OIM), incluiu discussões sobre gênero e políticas migratórias, tráfico de pessoas, gestão de fluxos migratórios, ferramentas normativas regionais para regular a mobilidade dos migrantes, migração na infância, governança local da migração internacional e o Pacto Global para a Migração, entre outros temas.

Participantes da conferência sobre o estado da democracia na América Latina, realizada na sede da CEPAL em Santiago, no Chile. Foto: CEPAL/Carlos Vera

Ex-presidentes de Chile, Costa Rica e Uruguai abordam desafios da democracia na América Latina

O crescente desencanto e a insatisfação dos cidadãos com a política, as novas tecnologias que mudam a forma de exercer o poder e a renovação e capacidade de adaptação de instituições como os partidos políticos são alguns dos principais temas que definirão o futuro da democracia na América Latina, destacaram na segunda-feira (26) os ex-presidentes Ricardo Lagos, do Chile, Laura Chinchilla, da Costa Rica, e Luis Alberto Lacalle, do Uruguai, durante conferência internacional na sede da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), em Santiago.

Crianças numa escola do Bronx, em Nova Iorque. Foto: ONU/Marcia Weistein

CEPAL promove primeira roda regional de conversas sobre direitos da criança

A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) irá realizar de 27 a 29 de novembro em Santiago, no Chile, a primeira roda de conversas regional “Na rota da igualdade: 30 anos da Convenção sobre os Direitos da Criança”.

Na ocasião, representantes de governos, instituições internacionais, setor privado, academia e sociedade civil vão revisar avanços e desafios para a região no que diz respeito aos direitos da infância e da adolescência, mirando o cumprimento da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

Setor de mineração é responsável por 200 mil empregos diretos e 800 mil indiretos no Brasil. Foto: PNUD

Especialistas discutem no Peru gestão sustentável dos recursos minerais da América Latina

Autoridades e especialistas reunidos em Lima, no Peru, destacaram na segunda-feira (19) a importância de contar com uma governança adequada de recursos naturais, especialmente minerais, contribuindo para um desenvolvimento mais sustentável, com grande impulso ambiental na região da América Latina e do Caribe.

O evento foi organizado pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), com cooperação alemã e apoio do Ministério de Energia e Minas do Peru.

Na Cidade do México, uma instalação artística representa mulheres mortas por crimes de feminicídio. Foto: ONU Mulheres/Dzilam Mendez

CEPAL: 2,7 mil mulheres foram vítimas de feminicídio na América Latina e Caribe em 2017

Ao menos 2.795 mulheres foram assassinadas em 2017 por razões de gênero em 23 países da América Latina e do Caribe, segundo dados oficiais compilados pelo observatório de igualdade de gênero da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL).

Em termos absolutos, a lista de feminicídios é liderada pelo Brasil (com 1.133 vítimas confirmadas em 2017). No entanto, se for comparada a taxa para cada 100 mil mulheres, o fenômeno alcança uma extensão em El Salvador sem paralelos com outros países da região — 10,2 feminicídios para cada 100 mil mulheres.

Cidade de Codrington, em Barbuda, após a passagem do furacão Maria, em setembro de 2017. Foto: ONU/Rick Bajornas

Resiliência do Caribe para enfrentar mudanças climáticas é ‘questão urgente’, diz ONU

Em reunião sobre a adaptação dos Pequenos Estados Insulares às mudanças climáticas, dirigentes da ONU ressaltaram na terça-feira (13) que essas ilhas já estão sendo afetadas pelas alterações do meio ambiente. Nações caribenhas têm sido palco de fenômenos devastadores — em 2017, o furacão Maria causou em Dominica perdas econômicas estimadas em 259% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

Investimentos em energia eólica crescem no Brasil, principalmente, no Nordeste. Encontrar e investir em novas fontes de energia renóvais serão medidas fundamentais para garantir cumprimento da Agenda 2030. Foto: SEI / FotosPúblicas / Aluísio Moreira

Seminário da CEPAL discute investimentos produtivos sustentáveis no Brasil

Especialistas brasileiros e latino-americanos reuniram-se na semana passada (6) em Brasília (DF) para discutir o “Big Push Ambiental”, ideia desenvolvida pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) que foca nas oportunidades e coordenação de investimentos produtivos sustentáveis, em especial os de baixo carbono, para dar impulso a um novo ciclo de crescimento com maior igualdade no país.

Mãe, avó e netos indígenas na Guatemala. Foto: OPAS

Comissão da ONU recebe artigos para revista sobre população e demografia

Até 15 de janeiro, a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) recebe artigos originais e inéditos sobre temas de população. Trabalhos serão avaliados para publicação na edição 108 da revista acadêmica Notas de Población.

Entre os tópicos de interesse para esse número da revista, estão os componentes da dinâmica demográfica (fecundidade, mortalidade e migração) e suas relações com os processos de desenvolvimento, direitos humanos e transformações econômicas e sociais.

O Acordo de Paris, em vigor desde 2016, prevê que os países signatários diminuam suas emissões de gases de efeito estufa, levando em consideração suas condições econômicas e sociais. Foto: PNUD

Seminário no DF discute transformação sustentável da estrutura produtiva brasileira

A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL) promove na terça-feira (6) em Brasília (DF) seminário sobre a abordagem Big Push Ambiental (ou grande impulso ambiental), que trata de transformar a estrutura produtiva e a infraestrutura para reduzir as emissões de gases do efeito estufa.

A estimativa é de que o Brasil apresente um potencial de investimentos de baixo carbono da ordem de 1,3 trilhão de dólares até 2030 em setores como infraestrutura urbana (transporte, edificações, resíduos etc.), energias renováveis e indústria.