Marcha das Mulheres Negras contra o Racismo e a Violência e pelo Bem Viver, ocorrida em 2015, em Brasília. Foto: ONU Mulheres/Bruno Spada

Banco Mundial: América Latina ainda tem barreiras estruturais para inclusão social de negros

Um a cada quatro latino-americanos identifica-se como afrodescendente, o que representa cerca de 133 milhões de pessoas. A maioria vive no Brasil e o restante está distribuído de maneira heterogênea nos demais países da região.

Apesar de, nos últimos anos, a região ter alcançado avanços em termos de reconhecimento e redução da pobreza, o relatório do Banco Mundial
“Afrodescendentes na América Latina – Rumo a um marco de inclusão” aponta que falta muito para eliminar as barreiras estruturais que impedem a inclusão social e econômica completa desta população.

O uruguaio Martin Rama é o novo economista-chefe do Banco Mundial para a região da América Latina e Caribe (ALC). Foto: Acervo Pessoal

Uruguaio é novo economista-chefe do Banco Mundial para América Latina e Caribe

O uruguaio Martin Rama é o novo economista-chefe do Banco Mundial para a região da América Latina e Caribe (ALC), informou o organismo internacional na segunda-feira (1).

Segundo o Banco Mundial, as prioridades de Rama serão oferecer liderança intelectual para as questões de desenvolvimento enfrentadas pela região, promover trabalhos analíticos de alta qualidade e aconselhar a equipe administrativa em temas de desenvolvimento.

Rama é formado em economia pela Universidade da República (Uruguai) e possui PhD em macroeconomia pela Université de Paris I na França.

Especialistas do Banco Mundial acreditam que, com plano anual de compras, Brasil poderá prestar melhores serviços à população. Foto: Agência Brasil/Marcello Casal Jr.

Banco Mundial apoia plano para tornar compras públicas brasileiras mais eficientes

Em 2020, o Banco Mundial apoiará o governo federal na execução do primeiro Plano Anual de Compras do Brasil. Iniciativa visa melhorar a tomada de decisão sobre o uso dos recursos públicos, reduzindo custos e promovendo maior transparência.

De acordo com dados do governo federal, entre 2007 e 2017, os gastos com compras públicas por meio do sistema Comprasnet somaram mais de 510 bilhões de reais. No mesmo período, as aquisições representaram, em média, 0,96% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

Participantes do workshop em frente ao restaurante Congolinária, do refugiado congolês Pitchou Luambo. Foto: ACNUR/Miguel Pachioni

ACNUR e IFC promovem encontro com instituições de microcrédito em São Paulo

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), com o apoio da International Finance Corporation (IFC), organismo do Grupo Banco Mundial, realizaram em São Paulo, nos dias 11 e 12 de junho, um workshop de inclusão financeira voltado para facilitar o acesso ao microcrédito por parte das pessoas refugiadas que vivem no Brasil.

De acordo com uma recente pesquisa publicada pelo ACNUR sobre o perfil socioeconômico da população refugiada no país, verificou-se que os refugiados têm capacidade escolar acima da média brasileira e mais de 79% dos entrevistados afirmaram ter disposição para empreender, sendo que 22% já realizam atividades empresariais.

Vista do Elevador Lacerda, em Salvador, na Bahia. Foto: Agência Brasil/Fabio Rodrigues Pozzebom

Capital baiana sedia em agosto Semana do Clima da América Latina e Caribe

Em meio a crescentes apelos por uma ação climática mais forte e mais rápida, a Semana do Clima da América Latina e Caribe, que acontece de 19 a 23 de agosto na cidade de Salvador (BA), deverá impulsionar a resposta da região à atual emergência climática.

Realizada todos os anos em África, América Latina e Caribe e Ásia-Pacífico, as Semanas Regionais do Clima são plataformas colaborativas únicas para entidades governamentais e não governamentais abordarem a amplitude das questões climáticas sob uma estrutura única. Saiba como participar.

O Brasil do século 21, onde existem 108 celulares para cada 100 habitantes, convive com um Brasil ainda no século 19, onde 45 a cada 100 habitantes não têm solução adequada de esgotos. Foto: EBC

ARTIGO: A agenda incompleta do saneamento básico

Em artigo publicado na Folha de S.Paulo, o coordenador da área econômica do Banco Mundial para o Brasil, Rafael Muñoz, lembra que o país precisa investir anualmente uma média de 26 bilhões de reais nos próximos 14 anos para alcançar as metas de garantir 99% de abastecimento de água e 92% de esgotamento sanitário para a população até 2033, conforme os Planos Nacionais de Segurança Hídrica e Saneamento Básico. Isso é mais do que o dobro do que o país investe hoje: cerca de 12 bilhões de reais ao ano.

“O Brasil do século 21, onde existem 108 celulares para cada 100 habitantes, convive com um Brasil ainda no século 19, onde 45 a cada 100 habitantes não têm solução adequada de esgotos, situação pior do que em Argentina, Colômbia e México, e só melhor do que na Índia entre os BRICS.” Leia o artigo completo.

O ambientalista e biólogo norte-americano Thomas Lovejoy trabalha na Amazônia há mais de 50 anos. Foto: Slobodan Randjelovic

Precisamos implementar modelos de desenvolvimento que preservem a Amazônia, diz especialista

A atual taxa de declínio da natureza, sem precedentes na história da humanidade, foi confirmada pelo novo relatório da Plataforma Intergovernamental de Ciência e Política sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES), o documento mais abrangente sobre o assunto, divulgado recentemente.

Em entrevista ao Banco Mundial, o ambientalista e biólogo norte-americano Thomas Lovejoy fala sobre seu trabalho de mais de 50 anos na conservação da Amazônia, região que abriga 40% da floresta tropical remanescente do mundo, 25% da biodiversidade terrestre e mais espécies de peixes do que qualquer outro sistema fluvial do planeta.

“Um dos maiores problemas é o desmatamento motivado por atividades agropecuárias. O desenvolvimento da infraestrutura também é uma grande ameaça, especialmente se alguns projetos continuarem do jeito que estão. Precisamos pensar em alternativas e trabalhar com os governos estaduais para criar modelos de desenvolvimento sustentável que preservem a floresta”, disse. Leia a entrevista completa.

Doadores internacionais prometeram contribuir com US$ 1,2 bilhões para a reconstrução das áreas atingidas pelos ciclones Idai e Kenneth em Moçambique. O anúncio foi feito pelo presidente do país, Filipe Jacinto Nyusi, no final de uma Conferência Internacional de Doadores que aconteceu no início de junho na cidade da Beira. O país precisa, no entanto, de US$ 3,2 bilhões para a reconstrução pós-ciclone nas províncias de Sofala, Manica, Tete, Zambézia, Inhambane Nampula e Cabo Delgado. A base deste apelo é a Avaliação das Necessidades Pós-Desastres, realizada pelo governo com o apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a União Europeia, o Banco Mundial e o Banco Africano de Desenvolvimento.

Moçambique: doadores prometem 1,2 bilhão para reconstrução após ciclones

Doadores internacionais prometeram contribuir com US$ 1,2 bilhões para a reconstrução das áreas atingidas pelos ciclones Idai e Kenneth em Moçambique. O anúncio foi feito pelo presidente do país, Filipe Jacinto Nyusi, no final de uma Conferência Internacional de Doadores que aconteceu no início de junho na cidade da Beira.

O país precisa, no entanto, de US$ 3,2 bilhões para a reconstrução pós-ciclone nas províncias de Sofala, Manica, Tete, Zambézia, Inhambane Nampula e Cabo Delgado.

A base deste apelo é a Avaliação das Necessidades Pós-Desastres, realizada pelo governo com o apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a União Europeia, o Banco Mundial e o Banco Africano de Desenvolvimento.

Economia do Brasil deve crescer 1,5% em 2019, segundo o Banco Mundial. Foto: Governo de São Paulo/Diogo Moreira

Banco Mundial revisa para baixo previsão de crescimento econômico do Brasil em 2019

O Banco Mundial revisou na terça-feira (4) a previsão para o crescimento econômico do Brasil em 2019. Em vez dos 2,2% estimados em janeiro, a economia do país deve crescer 1,5%. E, para 2020, está prevista expansão de 2,5%. Os novos dados são do estudo Perspectivas Econômicas Globais, ou GEP, na sigla em inglês.

O relatório explica que, embora o acesso ao crédito esteja um pouco mais fácil, outros indicadores de atividade econômica no Brasil permanecem lentos. Os números do Brasil terão impacto no desempenho da América Latina e do Caribe, cujo crescimento deverá ser de 1,7% em 2019 e 2,5% em 2020.

Plantação de soja no Mato Grosso. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Banco Mundial aprova empréstimo de US$250 milhões ao Mato Grosso

A diretoria-executiva do Banco Mundial aprovou na sexta-feira (24) o Empréstimo para Políticas de Desenvolvimento com Sustentabilidade Fiscal e Ambiental no estado do Mato Grosso, no valor de 250 milhões de dólares. O empréstimo apoiará o estado em dois pilares: na recuperação da sustentabilidade fiscal e no aumento da capacidade institucional para fazer avançar a agricultura sustentável, a conservação florestal e a mitigação das mudanças climáticas.

Criança vai à escola em dia chuvoso no sudoeste da China. Foto: Banco Mundial

Crescimento desigual e tensões comerciais prejudicam desenvolvimento sustentável, diz Guterres

Crescimento desigual, níveis crescentes de dívidas, possíveis saltos na volatilidade financeira e acentuadas tensões comerciais globais estão prejudicando o progresso para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). A avaliação foi feita na segunda-feira (15) pelo secretário-geral da ONU, António Guterres, durante o Fórum sobre Financiamento para Desenvolvimento, realizado em Nova Iorque.

Em discurso, Guterres declarou que mudança climática, emissões de gases causadores do efeito estufa e tecnologias que abalam mercados de trabalho são um grande desafio. “Estamos aqui hoje como parte de um esforço para coordenar uma urgente resposta global para reverter estas tendências”, disse.

Esquema de irrigação restaurado tem aumentado a produtividade de agricultores na província de Nangarhar, no Afeganistão. O projeto opera sob o comando do Ministério da Agricultura, Irrigação e Pecuária e trabalha para melhorar a produtividade agrícola, aprimorando a eficiência do uso da água. A iniciativa recebe apoio financeira do Fundo Afegão de Segurança de Reconstrução.

Afeganistão: com apoio do Banco Mundial, novo canal de irrigação traz desenvolvimento; vídeo

Esquema de irrigação restaurado tem aumentado a produtividade de agricultores na província de Nangarhar, no Afeganistão. O projeto opera sob o comando do Ministério da Agricultura, Irrigação e Pecuária e trabalha para melhorar a produtividade agrícola, aprimorando a eficiência do uso da água. A iniciativa recebe apoio financeira do Fundo Afegão de Segurança de Reconstrução. Confira nesse vídeo.

David Malpass, novo presidente do Banco Mundial. Foto: Banco Mundial/Franz Mahr

Economista norte-americano assume presidência do Banco Mundial

O economista norte-americano David Malpass começa nesta terça-feira (9) seu mandato como presidente do Banco Mundial, após ser escolhido pelo quadro de diretores-executivos do organismo financeiro. O especialista traz para o cargo anos de experiência no Tesouro e no Departamento de Estado dos EUA, onde ocupou postos seniores nas áreas de assuntos internacionais, cooperação com países em desenvolvimento e América Latina.

O Brasil registrou um aumento da pobreza monetária de aproximadamente 3 pontos percentuais entre 2014 e 2017, de acordo com o Banco Mundial. Foto: Wikimedia Commons / chensiyuan (CC)

Relatório do Banco Mundial pede mais programas de transferência de renda na América Latina

As economias da América Latina e Caribe enfrentam vários desafios internos e externos, o que ressalta a necessidade de os agentes políticos lançarem mão de ferramentas de assistência social para dar apoio às pessoas pobres e mais vulneráveis em períodos de crises cíclicas, segundo novo relatório do Banco Mundial.

O documento mostrou que o crescimento econômico mais fraco vem tendo um impacto previsível nos indicadores sociais da região. O Brasil registrou um aumento da pobreza monetária de aproximadamente 3 pontos percentuais entre 2014 e 2017, segundo o organismo internacional.

Projeto do Banco Mundial impulsionará agricultura sustentável no Brasil. Foto: Governo da Paraíba

Projeto do Banco Mundial impulsionará agricultura sustentável no Brasil

O Banco Mundial e o governo da Paraíba assinaram na quarta-feira (13), em Brasília (DF), projeto para melhorar o acesso a água, reduzir a vulnerabilidade agroclimática e aumentar o acesso da população rural aos mercados. A meta é atender 150 mil pessoas.

O projeto investirá em sistema de abastecimento de água em comunidades rurais e em tecnologias agrícolas que protegem os cultivos dos efeitos das mudanças climáticas, além de um sistema de informações sobre riscos agroclimáticos.

Mercados, empresas, empreendimentos, associações, cooperativas e entidades produtivas são determinantes para a inclusão do enfoque de gênero no desenvolvimento sustentável. Foto: ONU Mulheres

ONU Mulheres chama empresas a impulsionar igualdade de gênero e empoderamento econômico

Empresas, lideranças empresariais e empreendedoras são agentes decisivas para a igualdade de gênero, trabalho decente e desenvolvimento sustentável.

Essa é a constatação da ONU Mulheres Brasil com base nos Princípios de Empoderamento das Mulheres (Women’s Empowerment Principles – WEPs, na sigla em Inglês), que conta 198 adesões de empresas privadas e públicas no Brasil. O país é o terceiro no ranking internacional de 2.183 signatárias.

Globalmente, a desigualdade de gênero no mercado de trabalho gera uma perda média de 15% nas economias dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). No Brasil, a maior participação da mulher no mercado de trabalho e também uma maior projeção profissional aumentaria o PIB em 3,3% – seriam 382 bilhões de reais a mais na economia, conforme o Banco Mundial.

Sobrevoo da área atingida pelo rompimento da barragem em Brumadinho (MG). Foto: Presidência da República/Isac Nóbrega

ARTIGO: O que podemos aprender com a catástrofe de Brumadinho

Em artigo na imprensa brasileira sobre a tragédia de Brumadinho (MG), o coordenador da área econômica do Banco Mundial para o Brasil, Rafael Muñoz, afirma que falta transparência no monitoramento de riscos associados às barragens de rejeitos de mineração.

Especialista aponta para lacunas na fiscalização e indenização efetiva de obras e empreendimentos de grande porte e risco, onde muitas vezes interesses específicos prevalecem acima da lei.

Axel van Trotsenburg durante coletiva de imprensa na Mongólia. Foto: Banco Mundial/Khasar Sandag

Economista holandês é nomeado vice-presidente do Banco Mundial para América Latina e Caribe

O economista holandês Axel van Trotsenburg, especialista em desenvolvimento com mais de 30 anos de experiência no Grupo Banco Mundial, foi nomeado vice‑presidente do organismo internacional para a região da América Latina e Caribe, cargo que ocupará a partir de 1º de fevereiro. Ele gerenciará as relações do banco com 31 países e uma carteira de projetos de cerca de 30 bilhões de dólares.

A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável foi estabelecida pelos países-membros da ONU no fim de 2015. Foto: ONU

Banco Mundial lança plataforma interativa para observar avanços dos objetivos globais

O Banco Mundial lançou uma nova plataforma interativa que fornece ao público uma visão ampla dos avanços e indicadores relacionados a cada um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). A informação foi divulgada pela Rede Brasil do Pacto Global das Nações Unidas.

O Atlas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável traz mais de 180 mapas e gráficos, distribuídos de acordo com as metas de cada ODS, indicando o panorama do desenvolvimento e da qualidade de vida da população global.

Cédulas de dinheiro. Foto: USP Imagens/Marcos Santos

ARTIGO: Novo sistema tributário é necessário para aumentar produtividade e competitividade

Em artigo publicado na imprensa brasileira, o coordenador da área econômica do Banco Mundial para o Brasil, Rafael Muñoz, alerta para as atuais distorções do sistema tributário brasileiro, que tende a criar uma competição fiscal entre os estados para atrair empresas com base em incentivos.

O regime vigente também é visto como muito oneroso para o setor privado — uma pesquisa do Banco Mundial revela, por exemplo, que uma empresa de médio porte em São Paulo leva uma média de 1.958 horas por ano para cumprir com suas obrigações fiscais, em comparação a 547 horas na América Latina e 165 nos países da OCDE.

Foto: Jhon Henriano/Shutterstock.com

Banco Mundial alerta para piora da economia global em 2019

As perspectivas para a economia global em 2019 pioraram, disse o Banco Mundial nesta quarta-feira (9) em novo relatório. Enquanto as tensões comerciais permanecem elevadas, o comércio internacional e o investimento desaceleram.

A previsão do Banco Mundial é de crescimento de 2,9% da economia global em 2019, frente a 3% no ano passado.

Para o Brasil, o organismo internacional projeta crescimento econômico de 2,2% em 2019 e de 1,2% em 2018. Já para a China, o PIB deve subir 6,2%, frente a estimados 6,5% no ano passado.

A CEPAL deu início ao período de candidaturas para seu curso sobre economias latino-americanas 2019. Foto: PEXELS

Especialista aponta que flexibilização do trabalho demanda novos modelos de seguridade social

Em entrevista ao Fundo Monetário Internacional (FMI), o especialista do Banco Mundial, Michal Rutkowski, aponta para o avanço de novas formas de trabalho, baseadas na tecnologia e na prestação pontual de serviços.

“O contrato padrão de emprego está se tornando cada vez menos relevante em todo o mundo, incluindo na maioria das economias desenvolvidas”, avalia o especialista, que diante desse cenário, ressalta a necessidade de outros modelos de seguridade social.

Presidente do Grupo Banco Mundial, Jim Yong Kim. Foto: Banco Mundial

Presidente do Banco Mundial deixará cargo em 1º de fevereiro

O presidente do Grupo Banco Mundial, Jim Yong Kim, anunciou nesta segunda-feira (7) que irá deixar o cargo após mais de seis anos, nos quais os acionistas da instituição forneceram apoio a diversas iniciativas para garantir que o organismo internacional mantivesse a liderança no impulso ao desenvolvimento global.

“Foi uma grande honra servir como presidente desta instituição memorável, repleta de indivíduos apaixonados e dedicados à missão de acabar com a extrema pobreza”, disse Kim. A CEO do Banco Mundial, Kristalina Georgieva, será presidente interina a partir de 1º de fevereiro.

UNICEF apresentará no evento um panorama sobre avanços e desafios para a garantia dos direitos de crianças e adolescente no Brasil e no estado do Rio de Janeiro. Foto: Fora do Eixo (CC)

Especialista sindical alerta que jovens no mundo estão perdendo confiança na democracia

Em entrevista ao Fundo Monetário Internacional (FMI), a secretária-geral da Confederação Sindical Internacional (CSI), Sharan Burrow, alertou para a necessidade de um novo contrato social, que lide com violações dos direitos trabalhistas e outros desafios globais, como as mudanças climáticas e o número crescente de pessoas deslocadas. Para a especialista, os jovens estão perdendo confiança nas democracias, pois não conhecem seus dividendos, como serviços públicos.

Porto de Santos, em São Paulo. Foto: Prefeitura de Santos

Banco Mundial: 1/4 das exportadoras brasileiras respondem por quase todas as vendas ao exterior

Um quarto das empresas exportadoras do Brasil respondem por 98% das vendas do país ao exterior. Os números foram divulgados neste mês (14) pelo Banco Mundial, que criou uma nova plataforma para analisar dados sobre comércio exterior.

Organismo financeiro descreveu mercado de exportações brasileiro como “altamente concentrado”. Instituição também alerta para a baixa taxa de entrada de novas corporações no ramo das exportações.

Reduzir emissões de gases do efeito estufa é uma responsabilidade assumida por todos os países signatários do Acordo de Paris. Foto: PEXELS

ARTIGO: Qual é a importância do Brasil no Acordo do clima de Paris

Em artigo publicado na imprensa brasileira, o especialista sênior do Banco Mundial, Alexandre Kossoy, explica detalhadamente os compromissos que o Brasil assumiu para combater o aquecimento global.

O profissional do organismo financeiro alerta que as mudanças climáticas podem levar à pobreza 100 milhões de pessoas em todo o mundo, pelos próximos dez anos. Para o analista, preparar-se para os futuros desastres naturais extremos e ajudar a evitá-los faz sentido economicamente e é também um imperativo moral.

Habilidades interpessoais serão necessárias num mundo em que as mudanças tecnológicas redefinem a natureza do trabalho constantemente, avalia o Banco Mundial. Foto: PEXELS

Profissionais do futuro devem aprender empatia e julgamento crítico, defende Banco Mundial

Em relatório recente sobre a relação entre tecnologia e produção, o Banco Mundial ressalta que as crianças do atual ensino fundamental vão trabalhar em setores ou ocupações que ainda não existem. Para superar a lacuna entre o aprendizado do presente e as necessidades da nova economia, o organismo financeiro chama governos a investir nas habilidades interpessoais dos profissionais do futuro.

Isabel de Saint Malo, vice-presidente do Panamá. Foto: Banco Mundial

ARTIGO: A importância de promover lideranças femininas na América Latina

Em artigo, a advogada e especialista em gênero do Banco Mundial, Paula Tavares, afirma que promover a igualdade de gênero reforçaria a resiliência da economia e impulsionaria o crescimento dos países da América Latina.

Até agora, 19 países da região já adotaram algum tipo de cota legislativa para mulheres, oito dos quais avançaram para regimes de paridade — estabelecendo uma representação de 50% para cada gênero.

Quatro desses países — Bolívia, Costa Rica, México e Nicarágua — estão entre os dez primeiros do mundo em termos de representação feminina nos parlamentos nacionais. Leia o artigo completo.

Brasil avança em reformas para facilitar a abertura de negócios. Foto: EBC/Marcello Casal Jr.

Banco Mundial elogia reformas do Brasil para facilitar crédito e abertura de negócios

O Brasil empreendeu um número recorde de reformas no ambiente de negócios no ano passado, ajudando a criar empregos, atrair investimentos e tornar a economia do país mais competitiva. A avaliação é de um relatório divulgado nesta quarta-feira (31) pelo Banco Mundial.

Organismo financeiro destacou medidas nas áreas de importação e exportação, acesso ao crédito e formalização de empresas. Com reestruturações, Brasil subiu 16 posições no ranking global de facilidade de se fazer negócios, chegando à 109ª colocação.

Mulher carrega bebê em ruas de assentamento de Altos de la Florida, Soacha, na Colômbia. Maior parte dos assentados foi deslocada de outras regiões devido a confrontos e ameaças de diversas facções armadas. Foto: ONU.

Banco Mundial e UNESCO impulsionam acesso a informação sobre conflito na Colômbia

Após quase 50 anos de conflito armado na Colômbia, atualmente mais de 8,5 milhões de pessoas foram reconhecidas pelo Estado como vítimas. Com progresso sem precedentes alcançado nos últimos anos em processo de paz, incluindo a assinatura de um acordo entre o governo colombiano e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) em novembro de 2016, o desenvolvimento e a implementação de programas e políticas eficazes de justiça transicional são essenciais para a construção de paz no país.

Nesse contexto, Banco Mundial e Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) estão trabalhando com o governo da Colômbia e organizações da sociedade civil para desenvolver uma série de atividades com o objetivo de fortalecer suas capacidades de informar as vítimas do conflito sobre seus direitos.

O grupo de organizações de saúde concordou em desenvolver novas formas de trabalhar em conjunto para maximizar recursos e medir o progresso de uma forma mais transparente. Foto: World Health Summit

Onze organizações firmam compromisso para alcançar metas globais de saúde até 2030

Onze chefes das principais organizações de saúde e desenvolvimento do mundo assinaram na sexta-feira (12) o compromisso de encontrar novas maneiras de trabalhar em conjunto para acelerar o progresso para alcançar as metas relacionadas ao tema na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

Coordenada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a iniciativa une o trabalho de 11 organizações, entre elas Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária, Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), ONU Mulheres e Banco Mundial.

O Programa Mundial de Alimentos (PMA) se comprometeu a aderir ao plano nos próximos meses.