Porto de Santos, em São Paulo. Foto: Prefeitura de Santos

Banco Mundial: 1/4 das exportadoras brasileiras respondem por quase todas as vendas ao exterior

Um quarto das empresas exportadoras do Brasil respondem por 98% das vendas do país ao exterior. Os números foram divulgados neste mês (14) pelo Banco Mundial, que criou uma nova plataforma para analisar dados sobre comércio exterior.

Organismo financeiro descreveu mercado de exportações brasileiro como “altamente concentrado”. Instituição também alerta para a baixa taxa de entrada de novas corporações no ramo das exportações.

Reduzir emissões de gases do efeito estufa é uma responsabilidade assumida por todos os países signatários do Acordo de Paris. Foto: PEXELS

ARTIGO: Qual é a importância do Brasil no Acordo do clima de Paris

Em artigo publicado na imprensa brasileira, o especialista sênior do Banco Mundial, Alexandre Kossoy, explica detalhadamente os compromissos que o Brasil assumiu para combater o aquecimento global.

O profissional do organismo financeiro alerta que as mudanças climáticas podem levar à pobreza 100 milhões de pessoas em todo o mundo, pelos próximos dez anos. Para o analista, preparar-se para os futuros desastres naturais extremos e ajudar a evitá-los faz sentido economicamente e é também um imperativo moral.

Habilidades interpessoais serão necessárias num mundo em que as mudanças tecnológicas redefinem a natureza do trabalho constantemente, avalia o Banco Mundial. Foto: PEXELS

Profissionais do futuro devem aprender empatia e julgamento crítico, defende Banco Mundial

Em relatório recente sobre a relação entre tecnologia e produção, o Banco Mundial ressalta que as crianças do atual ensino fundamental vão trabalhar em setores ou ocupações que ainda não existem. Para superar a lacuna entre o aprendizado do presente e as necessidades da nova economia, o organismo financeiro chama governos a investir nas habilidades interpessoais dos profissionais do futuro.

Isabel de Saint Malo, vice-presidente do Panamá. Foto: Banco Mundial

ARTIGO: A importância de promover lideranças femininas na América Latina

Em artigo, a advogada e especialista em gênero do Banco Mundial, Paula Tavares, afirma que promover a igualdade de gênero reforçaria a resiliência da economia e impulsionaria o crescimento dos países da América Latina.

Até agora, 19 países da região já adotaram algum tipo de cota legislativa para mulheres, oito dos quais avançaram para regimes de paridade — estabelecendo uma representação de 50% para cada gênero.

Quatro desses países — Bolívia, Costa Rica, México e Nicarágua — estão entre os dez primeiros do mundo em termos de representação feminina nos parlamentos nacionais. Leia o artigo completo.

Brasil avança em reformas para facilitar a abertura de negócios. Foto: EBC/Marcello Casal Jr.

Banco Mundial elogia reformas do Brasil para facilitar crédito e abertura de negócios

O Brasil empreendeu um número recorde de reformas no ambiente de negócios no ano passado, ajudando a criar empregos, atrair investimentos e tornar a economia do país mais competitiva. A avaliação é de um relatório divulgado nesta quarta-feira (31) pelo Banco Mundial.

Organismo financeiro destacou medidas nas áreas de importação e exportação, acesso ao crédito e formalização de empresas. Com reestruturações, Brasil subiu 16 posições no ranking global de facilidade de se fazer negócios, chegando à 109ª colocação.

Mulher carrega bebê em ruas de assentamento de Altos de la Florida, Soacha, na Colômbia. Maior parte dos assentados foi deslocada de outras regiões devido a confrontos e ameaças de diversas facções armadas. Foto: ONU.

Banco Mundial e UNESCO impulsionam acesso a informação sobre conflito na Colômbia

Após quase 50 anos de conflito armado na Colômbia, atualmente mais de 8,5 milhões de pessoas foram reconhecidas pelo Estado como vítimas. Com progresso sem precedentes alcançado nos últimos anos em processo de paz, incluindo a assinatura de um acordo entre o governo colombiano e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) em novembro de 2016, o desenvolvimento e a implementação de programas e políticas eficazes de justiça transicional são essenciais para a construção de paz no país.

Nesse contexto, Banco Mundial e Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) estão trabalhando com o governo da Colômbia e organizações da sociedade civil para desenvolver uma série de atividades com o objetivo de fortalecer suas capacidades de informar as vítimas do conflito sobre seus direitos.

O grupo de organizações de saúde concordou em desenvolver novas formas de trabalhar em conjunto para maximizar recursos e medir o progresso de uma forma mais transparente. Foto: World Health Summit

Onze organizações firmam compromisso para alcançar metas globais de saúde até 2030

Onze chefes das principais organizações de saúde e desenvolvimento do mundo assinaram na sexta-feira (12) o compromisso de encontrar novas maneiras de trabalhar em conjunto para acelerar o progresso para alcançar as metas relacionadas ao tema na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

Coordenada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a iniciativa une o trabalho de 11 organizações, entre elas Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária, Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), ONU Mulheres e Banco Mundial.

O Programa Mundial de Alimentos (PMA) se comprometeu a aderir ao plano nos próximos meses.

Visita organizada pelo GEF a iniciativas agroflorestais no Acre. Foto: Angela Peres

Acre é exemplo de crescimento econômico combinado à proteção ambiental, diz Banco Mundial

Em Bonal, no Acre, a produtora de abacaxi Underlina Cavalcante dos Santos leva um estilo de vida que define como “bom e estável” para toda a sua família. A fruta que eles cultivam é uma parte do próspero sistema agroflorestal da comunidade, que inclui ainda seringueiras, pupunheiras e outras espécies florestais.

As atividades produtivas têm apoio do Banco Mundial e fazem parte da restauração dos 11 mil hectares de pastagens abandonadas na região.

Homem revira lixo em Jacarta, na Indonésia. Foto: Banco Mundial

Banco Mundial: quase metade da população global vive abaixo da linha da pobreza

Avanços econômicos no mundo indicam que, embora menos pessoas vivam em situação de pobreza extrema, quase metade da população mundial — 3,4 bilhões de pessoas — ainda luta para satisfazer as necessidades básicas, disse o Banco Mundial nesta quarta-feira (17).

Segundo o organismo, a região da América Latina e do Caribe teve menos prosperidade compartilhada de 2010 a 2015 do que nos anos anteriores, uma vez que suas economias sofreram o impacto de uma desaceleração nos preços globais de commodities.

A região tinha quase 11% da população com renda inferior a 3,20 dólares por dia e mais de 26% com renda inferior a 5,50 dólares por dia em 2015.

O Banco Mundial revisou para baixo as expectativas de crescimento econômico para a América Latina e Caribe em 2018 e 2019. Foto: Agência Brasil

Banco Mundial projeta crescimento de 1,2% para economia brasileira este ano

O Banco Mundial revisou para baixo as expectativas de crescimento econômico para a América Latina e Caribe em 2018 e 2019. Relatório lançado nesta sexta-feira (5), em Washington D.C., calcula um crescimento de 0,6% para este ano e 1,6% para o próximo.

Para o Brasil, espera-se crescimento de 1,2% em 2018 e 2,2% em 2019. Apesar de positivos, os números mostram uma desaceleração que impacta a economia da América do Sul como um todo. O subcontinente deve ter contração de 0,1% em 2018 e crescimento de 1,2% em 2019.

Banheiros em um local de alojamento para refugiados em Alexandria, na Grécia. Foto: ACNUR/Kyvernitis Yorgos

OMS pede aumento de investimentos para atingir meta global de banheiro para todos

O mundo não alcançará a meta de cobertura universal de esgotamento sanitário – para que todas as pessoas tenham acesso a banheiros que possam eliminar seus dejetos com segurança – até 2030, a menos que os países façam mudanças políticas abrangentes e garantam mais investimentos, alertou a Organização Mundial da Saúde (OMS) na segunda-feira (1) ao lançar suas primeiras diretrizes sobre saneamento e saúde.

Em todo o mundo, 2,3 bilhões de pessoas carecem de saneamento básico, especialmente esgotamento sanitário (com quase metade das pessoas sendo forçada a defecar a céu aberto). Esses indivíduos estão entre os 4,5 bilhões que não têm acesso a serviços de saneamento manejados com segurança – em outras palavras, um banheiro conectado a um esgoto, poço ou fossa séptica para tratar dejetos humanos.

Evento de alto nível para o lançamento da estratégia da ONU Juventude 2030 e da Generation Unlimited Partnership. Foto: ONU/Mark Garten

ONU lança nova estratégia para jovens liderarem conquista da Agenda 2030

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, lançou nesta segunda-feira (24) uma nova estratégia de parceria com 1,8 bilhão de jovens do mundo com o objetivo de ajudar a colocar “suas ideias em ação”.

Notando que foi uma satisfação ver tantos rostos jovens na ONU para lançar a nova estratégia “Juventude 2030”, Guterres destacou uma lista de desafios que “a maior geração jovem da história” enfrenta hoje.

Ele observou que “globalização, novas tecnologias, deslocamento, encolhimento do espaço cívico, mudanças nos mercados de trabalho e impactos climáticos” pressionam a juventude em toda parte.

Mulher busca água na Índia. Foto: UNICEF/Parelkar

Banco Mundial: pobreza extrema está diminuindo no mundo, mas a ritmo lento

O Banco Mundial anunciou na quarta-feira (19) que a extrema pobreza está diminuindo no mundo, mas a um ritmo cada vez mais lento.

De 1990 a 2015, o percentual de extrema pobreza passou de 36% para 10% da população mundial, com queda média de um ponto percentual ao ano. No período, mais de 1 bilhão de pessoas deixaram de viver abaixo da linha de pobreza extrema, com menos de 1,90 dólar ao dia.

No entanto, nos dois últimos anos desse intervalo, ou seja, de 2013 a 2015, a queda foi menos intensa. A análise do Banco Mundial indica que, se essa tendência se mantiver, será mais difícil erradicar a extrema pobreza até 2030.

Criança come biscoito usado no tratamento de malnutrição em Juba, capital do Sudão do Sul. Foto: UNICEF/Njiokiktjien VII Photo

ONU: uma criança morre a cada 5 segundos no mundo

Cerca de 6,3 milhões de crianças com menos de 15 anos morreram em 2017, segundo estimativas divulgadas nesta semana (17) pela Organização Mundial da Saúde (OMS), pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e pelo Grupo Banco Mundial.

Isso significa que, no ano passado, a cada cinco segundos, morria um jovem da faixa etária analisada. Maioria dos óbitos — 5,4 milhões — ocorreu entre meninos e meninas com até cinco anos de idade.

Arte de Inaê Pereira Gouveia Coelho, 1o lugar na categoria profissional do Concurso Maria da Penha.

Banco Mundial premia ilustrações sobre a Lei Maria da Penha

O Concurso de Ilustração da Lei Maria da Penha, promovido pelo Banco Mundial e pela Câmara dos Deputados, premiou uma nova geração de artistas que veem na diversidade e na solidariedade o caminho para dar mais poder às mulheres e enfrentar a violência.

Quarenta e quatro trabalhos concorreram nas categorias profissional (19) e amador (25). Os seis vencedores — condecorados no Congresso Nacional — foram escolhidos por voto popular, nas redes sociais, onde também é forte o movimento por mais direitos e menos abusos em todas as esferas da vida das mulheres.

O envelhecimento populacional é um fenômeno mundial e, em países em desenvolvimento, como o Brasil, vem ocorrendo muito rapidamente. Foto: EBC

Demografia econômica e envelhecimento populacional no Brasil é tema de seminário no DF

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e o Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão promovem na segunda-feira (20) em Brasília (DF) o seminário “Demografia Econômica e Envelhecimento Populacional no Brasil: Desafios e perspectivas para políticas públicas”.

O objetivo é refletir sobre o envelhecimento populacional e discutir, a partir do diagnóstico sobre da rápida transformação demográfica do Brasil, as inter-relações desse movimento populacional com economia, planejamento e políticas públicas.

A ONU Brasil realiza até setembro exposição no Rio com obras do artista paulistano Otávio Roth, que em 1978 criou e imprimiu xilogravuras que ilustram os trinta artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

Exposição no Rio reafirma importância da Declaração dos Direitos Humanos 70 anos após adoção

Ao completar 70 anos, a Declaração Universal dos Direitos Humanos permanece necessária e atual em um mundo marcado por crescentes conflitos, desigualdades sociais, racismo, deslocamento forçado e violência, especialmente contra ativistas.

A avaliação é de diplomatas, representantes do Sistema ONU e de organizações da sociedade civil presentes na abertura da exposição de xilogravuras do artista plástico brasileiro Otávio Roth, na quarta-feira (8), no Rio de Janeiro. A exposição fica no Centro Cultural Correios até 9 de setembro.

Artigo 1 da Declaração Universal dos Direitos Humanos / Acervo Otávio Roth

ONU inaugura no Rio exposição inédita com obras da Declaração Universal dos Direitos Humanos

A Organização das Nações Unidas (ONU) no Brasil, com apoio do Acervo Otávio Roth e o Centro Cultural Correios, inaugura nesta quarta-feira (8) a exposição 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, com obras de Otávio Roth.

Realizada pela primeira vez no Rio de Janeiro, a mostra apresenta 30 xilogravuras que traduzem os ideais de paz e igualdade defendidos nos artigos do documento. A entrada é franca.

A exposição fica em cartaz até 9 de setembro, das 12h às 19h.

O Banco Mundial ouviu a comunidade local sobre suas prioridades de desenvolvimento e para definir a seleção de estradas que precisavam de melhorias. Foto: Banco Mundial

Banco Mundial ouve comunidades locais do Tocantins sobre necessidade de obras em estradas

Miranorte é uma pequena cidade de Tocantins conhecida pela produção de abacaxi. Durante a estação chuvosa, a produção não chegava aos mercados porque as estradas ficavam obstruídas pela água. Em muitos lugares, as rodovias não tinham pontes nem bueiros, o que comprometia a segurança e a acessibilidade.

O Projeto Multissetorial do Banco Mundial em Tocantins se propôs a enfrentar esse e outros desafios. A iniciativa, que incluiu um componente rodoviário rural, decidiu ouvir a comunidade sobre suas prioridades de desenvolvimento e para obter insumos na seleção de estradas que precisavam de melhorias.

Zona central de Brasília iluminada por lâmpadas de LED. Foto: Agência Brasília/Gabriel Jabur

Banco Mundial: eficiência energética é fundamental para futuro com cidades sustentáveis

O Projeto de Instrumentos Financeiros para Cidades com Eficiência Energética do Brasil, que une o Banco Mundial e a Caixa, tem o objetivo de alavancar capital do setor privado para investimentos nas áreas de indústria e iluminação pública urbana nos próximos 15 anos.

Por meio da iniciativa, centros urbanos brasileiros poderão criar subprojetos para substituir completamente as atuais lâmpadas de vapor de sódio por LED. Já as indústrias poderão modernizar sistemas de bombeamento, motores, fornos e outros tipos de equipamentos.

A Cooperacre processa as castanhas localmente e comercializa ao mercado doméstico e ao mercado internacional. Foto: Flickr/Sebástian Freire (CC)

ARTIGO: Castanha-do-pará lidera o desenvolvimento sustentável na Amazônia

Em artigo, o diretor do Banco Mundial no Brasil, Martin Raiser, conta a experiência da Cooperativa Central de Comercialização Extrativista do Acre (Cooperacre), fundada há 16 anos por agricultores empreendedores que hoje estão na casa dos 80 anos e concentram uma crescente parcela da produção de castanha-do-pará no Acre.

Os investimentos da Cooperacre foram parcialmente financiados por uma série de projetos multissetoriais do Banco Mundial, com o objetivo de apoiar o desenvolvimento rural integrado e sustentável. Leia o artigo completo.

Sob pressão após a greve de caminhoneiros, o governo federal reagiu determinando, entre outras medidas, um congelamento de curto prazo do preço do diesel na bomba de gasolina. Foto: Agência Brasil/Marcelo Camargo

ARTIGO: Como aumentar a eficiência do setor de transporte rodoviário do Brasil?

Em artigo publicado no jornal Folha de S.Paulo, o economista-chefe do Banco Mundial para o Brasil, Antonio Nucifora, afirma que o país tem um dos custos logísticos mais altos da América Latina.

A eficiência logística brasileira é baixa por causa da predominância do transporte rodoviário. Segundo ele, o Brasil poderia economizar cerca de 0,7% do PIB a cada ano se deslocasse frete do modal rodoviário para o ferroviário e o aquaviário. Leia o artigo completo.

Na África, pela primeira vez, o acesso está crescendo mais depressa do que a população. Foto: Banco Mundial/John Hogg

Banco Mundial e Caixa firmam parceria para melhorar eficiência energética do Brasil

Um novo instrumento financeiro permitirá que o Brasil eleve seu investimento em infraestrutura urbana e garanta a sustentabilidade do consumo e produção de energia. O projeto FinBRAZEEC, do Banco Mundial e Caixa Econômica Federal, espera mobilizar mais de US$ 1,1 bilhão com o setor privado e fundos climáticos para criar novos mercados nas áreas de iluminação pública e eficiência energética industrial.

Chefe da ONU ouve relatos de sofrimento de refugiados rohingya durante visita a Bangladesh

O secretário-geral da ONU, António Guterres, visitou campos de refugiados rohingya em Bangladesh nesta segunda-feira (2), declarando que não estava preparado para a escala da crise e a extensão do sofrimento que presenciou no local.

Falando à imprensa em Cox’s Bazar, região do sul de Bangladesh onde aproximadamente 1 milhão de rohingya estão vivendo sob constante risco de inundações e deslizamentos, Guterres disse que a violência que enfrentaram em Mianmar desde agosto do ano passado foi uma das histórias mais trágicas de “violação sistemática” dos direitos humanos já registradas.

Caminhoneiros fazem protesto contra a alta no preço dos combustíveis na BR-040, próximo a Brasília. Foto: Agência Brasil/Marcelo Camargo

ARTIGO: De volta para o futuro

Em artigo publicado na imprensa brasileira, o economista-chefe do Banco Mundial no Brasil, Antonio Nucifora, afirma que as concessões do governo aos caminhoneiros para pôr fim à greve foram um ‘enorme passo atrás’. Medida se alinha a série de políticas ‘ineficazes’ de incentivo ao setor privado.

Especialista lembrou que programas de apoio a empresas e setores produtivos somavam 4,5% do PIB em 2015, o equivalente ao gasto público com saúde ou a nove vezes o valor do Bolsa Família.

Merkel e líderes de seis agências multilaterais pedem mais cooperação no comércio global. Foto: OMC

Merkel e líderes de agências multilaterais pedem maior cooperação no comércio global

A chanceler alemã, Angela Merkel, realizou reunião com chefes de seis agências multilaterais na segunda-feira (11) em Berlim para discutir formas de promover a cooperação econômica internacional para enfrentar os desafios globais e melhorar as perspectivas de crescimento inclusivo e sustentável.

“O aumento das tensões comerciais cria o risco de um grande impacto econômico, minando o mais forte período sustentado de crescimento comercial desde a crise financeira”, disse na ocasião o diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), o brasileiro Roberto Azevêdo.

Segurança pública foi tema de conferência organizada pelo Banco Mundial em São Paulo. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Banco Mundial reúne acadêmicos e autoridades em SP para discutir segurança pública

O Banco Mundial realizou na semana passada (24) a conferência “Prevenção da violência e segurança pública: desafios, boas práticas e caminhos para uma gestão mais eficiente”, em um esforço de unir conhecimento de acadêmicos, representantes de organizações da sociedade civil e autoridades.

O evento teve a participação do diretor do Banco Mundial no Brasil, Martin Raiser, e do ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann.

Artigo publicado pelo IPC-IG mostrou que a concentração de renda no topo da pirâmide brasileira é maior do que se imaginava e não mudou entre 2006 e 2014. Foto: EBC

Banco Mundial alerta para diminuição da mobilidade social em países em desenvolvimento

A mobilidade econômica piorou em países em desenvolvimento. É o que revela o Banco Mundial em relatório divulgado neste mês. No Brasil, em torno de 12% dos cidadãos que nasceram na década de 1980 entre a metade mais pobre da população conseguiram chegar aos 25% mais ricos. Número está próximo da tendência identificada entre as nações emergentes (14%). Nessas economias, 48% dos nascidos entre os 25% mais abastados continuaram no mesmo nível de renda.

Banco Mundial e parceiros promovem evento em SP sobre políticas de segurança pública

O Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) e o Mestrado Profissional em Gestão de Políticas Públicas da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas, promovem na quinta-feira (24) a conferência “Prevenção da violência e segurança pública: desafios, boas práticas e caminhos para uma gestão mais eficiente”.

A conferência terá três painéis para discutir os desafios da segurança pública, políticas de prevenção e o tema da governança e gestão dos gastos públicos na área.