Cédulas de dinheiro. Foto: USP Imagens/Marcos Santos

ARTIGO: Gestão de pessoas e folha de pagamentos no setor público brasileiro — o que os dados dizem?

Em artigo publicado no jornal Folha de S.Paulo, o coordenador da área econômica do Banco Mundial para o Brasil, Rafael Muñoz, afirma que em uma comparação de prêmios salariais do setor público em 53 países, um servidor público brasileiro recebe, de maneira geral, 19% mais do que trabalhadores do setor privado formal.

Essa porcentagem está em linha com o resto dos países da amostra, mas principalmente porque os servidores municipais não têm prêmio salarial vis-à-vis o setor privado. Porém, o prêmio salarial dos servidores estaduais é de 36% (aumentou em 6 pontos percentuais desde 2012) e o dos servidores federais, de 96%.
Leia o artigo completo.

“Para nós, essas tecnologias são algo nunca visto. Estávamos até receosos de não conseguir trabalhar com o sistema, mas ele é muito fácil e já queremos usá-lo para tudo”, conta Rafael Borges, presidente da Cooperativa de Jovens de Água Fria, Bahia. Foto: Felipe Santos

A agricultura familiar brasileira encontra o blockchain

Até semanas atrás, os agricultores familiares da Cooperativa de Jovens de Água Fria, na Bahia, desconheciam softwares de código aberto, alteráveis por qualquer pessoa. Tampouco tinham ouvido falar de blockchain, uma espécie de livro contábil público, que guarda — de forma permanente e à prova de violação — os registros das transações online. Mas, desde que descobriram o potencial dessas tecnologias para alavancar seus negócios, tornaram-se fãs.

Eles estão entre os primeiros usuários de um aplicativo criado para facilitar a aquisição de bens e serviços pelas associações e cooperativas de agricultura familiar da Bahia e do Rio Grande do Norte. A Solução Online de Licitação (SOL) ajuda os produtores rurais a ter acesso a fornecedores do Brasil inteiro, além de armazenar todos os processos e dados necessários para a transação.

Essa mudança se tornou possível graças a uma parceria entre os estados e o Banco Mundial. Leia a reportagem completa.

Declaração de São Paulo: cidades tomam medidas sustentáveis em seus esforços para desenvolver soluções próprias contra a mudança global do clima. Foto: StockSnap/CC.

Declaração de São Paulo, um chamado para a sustentabilidade urbana

Até 2050, cerca de 143 milhões de pessoas poderão tornar‑se migrantes climáticos. Esse impacto recairá desproporcionalmente sobre as comunidades mais pobres.

Soluções integradas para o desenvolvimento urbano e a desigualdade social que mitiguem a mudança climática podem gerar oportunidades para as cidades se tornarem resilientes, inclusivas e habitáveis.

As cidades são reconhecidas como parte da solução para a mudança climática no âmbito do Acordo de Paris. Por este motivo, o Banco Mundial apoia a Declaração de São Paulo, um chamado pela sustentabilidade urbana e mundial.

Investimentos são necessários para apoio aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável - Foto: Nattanan Kanchanaprat/Pixabay

Encontro de Alto Nível discute financiamento para Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

A Organização das Nações Unidas reúne nesta quinta-feira (26) líderes de governo, empresários e o setor financeiro para o primeiro Diálogo de Alto Nível para o Financiamento pelo Desenvolvimento desde a adoção da Agenda de Ação de Adis Abeba em 2015.

O objetivo do encontro agora é discutir como as nações podem investir em áreas que apoiem os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

A ONU estima que o alcance dos ODS poderia gerar cerca de 12 trilhões de dólares de valor na economia global, criando 380 milhões de novos empregos até 2030.

OPAS defende sistemas de saúde baseados numa atenção primária forte. Foto: Flickr/Portal PBH

Relatório da OMS aponta que investimento em saúde universal pode salvar 60 milhões de vidas

Mais de 5 bilhões de pessoas correm o risco de não ter atendimento em saúde em 2030, aponta um relatório divulgado neste domingo (22) pela Organização Mundial de Saúde (OMS). O estudo “Atenção primária em saúde no caminho para a Cobertura Universal em Saúde” estima que 60 milhões de vidas podem ser salvas se os países de baixa e média renda investirem 200 bilhões de dólares por ano em atendimento em saúde primária.

Os países precisam aumentar o investimento em atenção primária em saúde em pelo menos 1% do PIB e intensificar esforços para expandir os serviços em todo o território. O mundo precisará dobrar a cobertura em saúde até 2030 e assim aumentar a expectativa de vida em 3,7 anos até lá. O estudo foi preparado pela OMS com contribuições do Banco Mundial, Organização para Cooperação Econômica e Desenvolvimento, Fundo de População da ONU e UNICEF.

A atividade é co-organizada pela Africa Teen Geeks, UNODC e Banco Mundial. Foto: Banco Mundial/Mariana Kaipper Ceratti

UNODC seleciona jovens para participar de ‘Hackathon for Justice’ nos EUA

O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) abre inscrições para evento de programação “Hackathon for Justice”, a ser realizado na sede do Banco Mundial, em Washington, DC. O Brasil está na lista de países prioritários, e podem se candidatar jovens entre 13 e 18 anos, matriculados no enino fundamental e médio, com habilidades em programação e conhecimento da língua inglesa. O UNODC financiará a participação da delegação selecionada.

Até 30 jovens programadores serão selecionados para colaborar no desenvolvimento de soluções tecnológicas para acelerar a implementação do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável – ODS16 (Paz, Justiça e Instituições Fortes). Eles terão a oportunidade de demonstrar suas habilidades e receberão orientação de engenheiros experientes e especialistas da ONU.

Imagem aérea do Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Foto: Good Free Photos/Leandro Centomo (CC)

São Paulo sedia em setembro Conferência Internacional para Cidades Sustentáveis

A cidade de São Paulo sediará de 16 a 20 de setembro, no Parque do Ibirapuera, a conferência “Catalisando Futuros Urbanos Sustentáveis”, que reunirá prefeitos, gestores municipais e especialistas do Brasil e do mundo.

Realizada por meio de parceria entre Plataforma Global para Cidades Sustentáveis ​​(GPSC), liderada pelo Banco Mundial, Prefeitura de São Paulo e Programa Cidades Sustentáveis, o evento terá uma Mesa Redonda de Prefeitos, na qual líderes de cidades brasileiras e de outros países discutirão estratégias para o desenvolvimento urbano sustentável.

Segundo o Banco Mundial, o Brasil poderia melhorar sua pontuação se introduzisse uma cláusula de não discriminação com base no gênero no acesso ao crédito bancário. Foto: Pexels/rawpixel.com (CC)

Banco Mundial e Sebrae apontam desafios para mulheres empreenderem no Brasil

O estudo “Mulheres, Empresas e o Direito 2019”, elaborado pelo Banco Mundial mostra que, em termos globais, o Brasil apresenta uma boa posição, comparativamente a outros países, no que diz respeito à liberdade para a mulher se deslocar, iniciar um trabalho e ter autonomia para gerenciar seus próprios ativos.

Entretanto, o país ainda está atrás no quesito remuneração, no qual há evidentes diferenças entre homens e mulheres, bem como no que se refere à licença parental estabelecida por lei.

O estudo também abordou o tema do empreendedorismo. Segundo o Banco Mundial, o Brasil poderia melhorar sua pontuação se introduzisse uma cláusula de não discriminação com base no gênero no acesso ao crédito.

Mulheres indígenas da Colômbia. Foto: Gerardo Segura Warnholtz/PROFOR

Antropólogo fala sobre defesa da Amazônia colombiana e proteção de povos indígenas

Das 7 mil línguas faladas em todo o mundo, 4 mil são línguas indígenas, das quais quase 3 mil estão em perigo de desaparecer, de acordo com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). O Dia Internacional dos Povos Indígenas, celebrado em 9 de agosto — e que este ano coincidiu com o Ano Internacional das Línguas Indígenas — chamou a atenção para esse dado preocupante.

Nesse contexto, o Banco Mundial destaca o trabalho do antropólogo norte-americano naturalizado colombiano Martin von Hildebrand, fundador e presidente da organização não governamental Gaia Amazonas. O especialista dedicou a vida à defesa e à promoção dos direitos territoriais, e da conservação cultural e biológica na Amazônia colombiana. Leia a entrevista.

O atlas temático mostrou que, entre 2000 e 2017, 117,9 mil migrantes internacionais registrados se instalaram na região Nordeste, a maior parte deles na Bahia. Foto: Flickr

Líderes da Semana do Clima da América Latina e Caribe se reúnem em Salvador para impulsionar ação climática

Mais de três mil participantes são esperados na Semana do Clima da América Latina e Caribe, que acontecerá em Salvador, na Bahia, entre os dias 19 e 23 de agosto. Participam do encontro ministros de governo e representantes seniores de agências multilaterais e Organizações Não Governamentais (ONGs). As discussões têm por objetivo impulsionar a resposta da região às mudanças climáticas.

OIT alertou que desigualdades de gênero afetam a inserção das mulheres no mercado de trabalho. Foto: Agência Brasil

Seminário em São Paulo discute avanços e desafios à participação das mulheres na economia

O Banco Mundial, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) e a Fundação Getúlio Vargas (FGV) promovem na próxima quinta-feira (8), a partir das 9h, o seminário “Mulheres, Empresas e o Direito 19: Uma análise de avanços e desafios à participação feminina na economia”, na Escola Superior de Empreendedorismo (ESE), em São Paulo (SP).

Como parte do evento, serão apresentados dois estudos: Mulheres, Empresas e o Direto 19: Uma década de Reformas, do Banco Mundial, e Empreendedorismo Feminino no Brasil, do SEBRAE.

O relatório pede ajustes significativos na produção de alimentos, bem como mudanças no consumo das pessoas. Foto: ONU Meio Ambiente

Relatório da ONU pede mudanças na forma como o mundo produz e consome alimentos

Com a previsão de que a população mundial chegará a quase 10 bilhões em 2050, um novo relatório mostra que o sistema global de alimentos deve passar por mudanças urgentes para garantir que haja comida adequada para todos, sem destruir o planeta.

Produzido pelo World Resources Institute em parceria com Banco Mundial, ONU Meio Ambiente, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e agências francesas de pesquisa agrícola CIRAD e INRA, o relatório apresenta soluções para reformular a forma como o mundo produz e consome alimentos de forma a garantir uma sustentabilidade para o sistema alimentar até 2050.

Plataformas de conhecimento foram criadas por organismos internacionais, incluindo agências da ONU, para impulsionar práticas sustentáveis na indústria e nas finanças. Foto: Pixabay (CC)

Organismos internacionais lançam plataformas de conhecimento sobre indústria e finanças sustentáveis

Uma parceria entre organizações internacionais lançou nesta terça-feira (16), no Fórum Político de Alto Nível em Nova Iorque, duas iniciativas de troca de conhecimento em sustentabilidade — uma voltada para a indústria, outra direcionada a bancos, seguradoras e empresas de investimento. Projetos vão reunir pesquisas, dados e orientações para impulsionar a responsabilidade ecológica no setor privado.

Marcha das Mulheres Negras contra o Racismo e a Violência e pelo Bem Viver, ocorrida em 2015, em Brasília. Foto: ONU Mulheres/Bruno Spada

Banco Mundial: América Latina ainda tem barreiras estruturais para inclusão social de negros

Um a cada quatro latino-americanos identifica-se como afrodescendente, o que representa cerca de 133 milhões de pessoas. A maioria vive no Brasil e o restante está distribuído de maneira heterogênea nos demais países da região.

Apesar de, nos últimos anos, a região ter alcançado avanços em termos de reconhecimento e redução da pobreza, o relatório do Banco Mundial
“Afrodescendentes na América Latina – Rumo a um marco de inclusão” aponta que falta muito para eliminar as barreiras estruturais que impedem a inclusão social e econômica completa desta população.

O uruguaio Martin Rama é o novo economista-chefe do Banco Mundial para a região da América Latina e Caribe (ALC). Foto: Acervo Pessoal

Uruguaio é novo economista-chefe do Banco Mundial para América Latina e Caribe

O uruguaio Martin Rama é o novo economista-chefe do Banco Mundial para a região da América Latina e Caribe (ALC), informou o organismo internacional na segunda-feira (1).

Segundo o Banco Mundial, as prioridades de Rama serão oferecer liderança intelectual para as questões de desenvolvimento enfrentadas pela região, promover trabalhos analíticos de alta qualidade e aconselhar a equipe administrativa em temas de desenvolvimento.

Rama é formado em economia pela Universidade da República (Uruguai) e possui PhD em macroeconomia pela Université de Paris I na França.

Especialistas do Banco Mundial acreditam que, com plano anual de compras, Brasil poderá prestar melhores serviços à população. Foto: Agência Brasil/Marcello Casal Jr.

Banco Mundial apoia plano para tornar compras públicas brasileiras mais eficientes

Em 2020, o Banco Mundial apoiará o governo federal na execução do primeiro Plano Anual de Compras do Brasil. Iniciativa visa melhorar a tomada de decisão sobre o uso dos recursos públicos, reduzindo custos e promovendo maior transparência.

De acordo com dados do governo federal, entre 2007 e 2017, os gastos com compras públicas por meio do sistema Comprasnet somaram mais de 510 bilhões de reais. No mesmo período, as aquisições representaram, em média, 0,96% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

Participantes do workshop em frente ao restaurante Congolinária, do refugiado congolês Pitchou Luambo. Foto: ACNUR/Miguel Pachioni

ACNUR e IFC promovem encontro com instituições de microcrédito em São Paulo

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), com o apoio da International Finance Corporation (IFC), organismo do Grupo Banco Mundial, realizaram em São Paulo, nos dias 11 e 12 de junho, um workshop de inclusão financeira voltado para facilitar o acesso ao microcrédito por parte das pessoas refugiadas que vivem no Brasil.

De acordo com uma recente pesquisa publicada pelo ACNUR sobre o perfil socioeconômico da população refugiada no país, verificou-se que os refugiados têm capacidade escolar acima da média brasileira e mais de 79% dos entrevistados afirmaram ter disposição para empreender, sendo que 22% já realizam atividades empresariais.

Vista do Elevador Lacerda, em Salvador, na Bahia. Foto: Agência Brasil/Fabio Rodrigues Pozzebom

Capital baiana sedia em agosto Semana do Clima da América Latina e Caribe

Em meio a crescentes apelos por uma ação climática mais forte e mais rápida, a Semana do Clima da América Latina e Caribe, que acontece de 19 a 23 de agosto na cidade de Salvador (BA), deverá impulsionar a resposta da região à atual emergência climática.

Realizada todos os anos em África, América Latina e Caribe e Ásia-Pacífico, as Semanas Regionais do Clima são plataformas colaborativas únicas para entidades governamentais e não governamentais abordarem a amplitude das questões climáticas sob uma estrutura única. Saiba como participar.

O Brasil do século 21, onde existem 108 celulares para cada 100 habitantes, convive com um Brasil ainda no século 19, onde 45 a cada 100 habitantes não têm solução adequada de esgotos. Foto: EBC

ARTIGO: A agenda incompleta do saneamento básico

Em artigo publicado na Folha de S.Paulo, o coordenador da área econômica do Banco Mundial para o Brasil, Rafael Muñoz, lembra que o país precisa investir anualmente uma média de 26 bilhões de reais nos próximos 14 anos para alcançar as metas de garantir 99% de abastecimento de água e 92% de esgotamento sanitário para a população até 2033, conforme os Planos Nacionais de Segurança Hídrica e Saneamento Básico. Isso é mais do que o dobro do que o país investe hoje: cerca de 12 bilhões de reais ao ano.

“O Brasil do século 21, onde existem 108 celulares para cada 100 habitantes, convive com um Brasil ainda no século 19, onde 45 a cada 100 habitantes não têm solução adequada de esgotos, situação pior do que em Argentina, Colômbia e México, e só melhor do que na Índia entre os BRICS.” Leia o artigo completo.

O ambientalista e biólogo norte-americano Thomas Lovejoy trabalha na Amazônia há mais de 50 anos. Foto: Slobodan Randjelovic

Precisamos implementar modelos de desenvolvimento que preservem a Amazônia, diz especialista

A atual taxa de declínio da natureza, sem precedentes na história da humanidade, foi confirmada pelo novo relatório da Plataforma Intergovernamental de Ciência e Política sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES), o documento mais abrangente sobre o assunto, divulgado recentemente.

Em entrevista ao Banco Mundial, o ambientalista e biólogo norte-americano Thomas Lovejoy fala sobre seu trabalho de mais de 50 anos na conservação da Amazônia, região que abriga 40% da floresta tropical remanescente do mundo, 25% da biodiversidade terrestre e mais espécies de peixes do que qualquer outro sistema fluvial do planeta.

“Um dos maiores problemas é o desmatamento motivado por atividades agropecuárias. O desenvolvimento da infraestrutura também é uma grande ameaça, especialmente se alguns projetos continuarem do jeito que estão. Precisamos pensar em alternativas e trabalhar com os governos estaduais para criar modelos de desenvolvimento sustentável que preservem a floresta”, disse. Leia a entrevista completa.

Doadores internacionais prometeram contribuir com US$ 1,2 bilhões para a reconstrução das áreas atingidas pelos ciclones Idai e Kenneth em Moçambique. O anúncio foi feito pelo presidente do país, Filipe Jacinto Nyusi, no final de uma Conferência Internacional de Doadores que aconteceu no início de junho na cidade da Beira. O país precisa, no entanto, de US$ 3,2 bilhões para a reconstrução pós-ciclone nas províncias de Sofala, Manica, Tete, Zambézia, Inhambane Nampula e Cabo Delgado. A base deste apelo é a Avaliação das Necessidades Pós-Desastres, realizada pelo governo com o apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a União Europeia, o Banco Mundial e o Banco Africano de Desenvolvimento.

Moçambique: doadores prometem 1,2 bilhão para reconstrução após ciclones

Doadores internacionais prometeram contribuir com US$ 1,2 bilhões para a reconstrução das áreas atingidas pelos ciclones Idai e Kenneth em Moçambique. O anúncio foi feito pelo presidente do país, Filipe Jacinto Nyusi, no final de uma Conferência Internacional de Doadores que aconteceu no início de junho na cidade da Beira.

O país precisa, no entanto, de US$ 3,2 bilhões para a reconstrução pós-ciclone nas províncias de Sofala, Manica, Tete, Zambézia, Inhambane Nampula e Cabo Delgado.

A base deste apelo é a Avaliação das Necessidades Pós-Desastres, realizada pelo governo com o apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a União Europeia, o Banco Mundial e o Banco Africano de Desenvolvimento.

Economia do Brasil deve crescer 1,5% em 2019, segundo o Banco Mundial. Foto: Governo de São Paulo/Diogo Moreira

Banco Mundial revisa para baixo previsão de crescimento econômico do Brasil em 2019

O Banco Mundial revisou na terça-feira (4) a previsão para o crescimento econômico do Brasil em 2019. Em vez dos 2,2% estimados em janeiro, a economia do país deve crescer 1,5%. E, para 2020, está prevista expansão de 2,5%. Os novos dados são do estudo Perspectivas Econômicas Globais, ou GEP, na sigla em inglês.

O relatório explica que, embora o acesso ao crédito esteja um pouco mais fácil, outros indicadores de atividade econômica no Brasil permanecem lentos. Os números do Brasil terão impacto no desempenho da América Latina e do Caribe, cujo crescimento deverá ser de 1,7% em 2019 e 2,5% em 2020.

Plantação de soja no Mato Grosso. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Banco Mundial aprova empréstimo de US$250 milhões ao Mato Grosso

A diretoria-executiva do Banco Mundial aprovou na sexta-feira (24) o Empréstimo para Políticas de Desenvolvimento com Sustentabilidade Fiscal e Ambiental no estado do Mato Grosso, no valor de 250 milhões de dólares. O empréstimo apoiará o estado em dois pilares: na recuperação da sustentabilidade fiscal e no aumento da capacidade institucional para fazer avançar a agricultura sustentável, a conservação florestal e a mitigação das mudanças climáticas.

Criança vai à escola em dia chuvoso no sudoeste da China. Foto: Banco Mundial

Crescimento desigual e tensões comerciais prejudicam desenvolvimento sustentável, diz Guterres

Crescimento desigual, níveis crescentes de dívidas, possíveis saltos na volatilidade financeira e acentuadas tensões comerciais globais estão prejudicando o progresso para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). A avaliação foi feita na segunda-feira (15) pelo secretário-geral da ONU, António Guterres, durante o Fórum sobre Financiamento para Desenvolvimento, realizado em Nova Iorque.

Em discurso, Guterres declarou que mudança climática, emissões de gases causadores do efeito estufa e tecnologias que abalam mercados de trabalho são um grande desafio. “Estamos aqui hoje como parte de um esforço para coordenar uma urgente resposta global para reverter estas tendências”, disse.

Esquema de irrigação restaurado tem aumentado a produtividade de agricultores na província de Nangarhar, no Afeganistão. O projeto opera sob o comando do Ministério da Agricultura, Irrigação e Pecuária e trabalha para melhorar a produtividade agrícola, aprimorando a eficiência do uso da água. A iniciativa recebe apoio financeira do Fundo Afegão de Segurança de Reconstrução.

Afeganistão: com apoio do Banco Mundial, novo canal de irrigação traz desenvolvimento; vídeo

Esquema de irrigação restaurado tem aumentado a produtividade de agricultores na província de Nangarhar, no Afeganistão. O projeto opera sob o comando do Ministério da Agricultura, Irrigação e Pecuária e trabalha para melhorar a produtividade agrícola, aprimorando a eficiência do uso da água. A iniciativa recebe apoio financeira do Fundo Afegão de Segurança de Reconstrução. Confira nesse vídeo.

David Malpass, novo presidente do Banco Mundial. Foto: Banco Mundial/Franz Mahr

Economista norte-americano assume presidência do Banco Mundial

O economista norte-americano David Malpass começa nesta terça-feira (9) seu mandato como presidente do Banco Mundial, após ser escolhido pelo quadro de diretores-executivos do organismo financeiro. O especialista traz para o cargo anos de experiência no Tesouro e no Departamento de Estado dos EUA, onde ocupou postos seniores nas áreas de assuntos internacionais, cooperação com países em desenvolvimento e América Latina.

O Brasil registrou um aumento da pobreza monetária de aproximadamente 3 pontos percentuais entre 2014 e 2017, de acordo com o Banco Mundial. Foto: Wikimedia Commons / chensiyuan (CC)

Relatório do Banco Mundial pede mais programas de transferência de renda na América Latina

As economias da América Latina e Caribe enfrentam vários desafios internos e externos, o que ressalta a necessidade de os agentes políticos lançarem mão de ferramentas de assistência social para dar apoio às pessoas pobres e mais vulneráveis em períodos de crises cíclicas, segundo novo relatório do Banco Mundial.

O documento mostrou que o crescimento econômico mais fraco vem tendo um impacto previsível nos indicadores sociais da região. O Brasil registrou um aumento da pobreza monetária de aproximadamente 3 pontos percentuais entre 2014 e 2017, segundo o organismo internacional.

Projeto do Banco Mundial impulsionará agricultura sustentável no Brasil. Foto: Governo da Paraíba

Projeto do Banco Mundial impulsionará agricultura sustentável no Brasil

O Banco Mundial e o governo da Paraíba assinaram na quarta-feira (13), em Brasília (DF), projeto para melhorar o acesso a água, reduzir a vulnerabilidade agroclimática e aumentar o acesso da população rural aos mercados. A meta é atender 150 mil pessoas.

O projeto investirá em sistema de abastecimento de água em comunidades rurais e em tecnologias agrícolas que protegem os cultivos dos efeitos das mudanças climáticas, além de um sistema de informações sobre riscos agroclimáticos.

Mercados, empresas, empreendimentos, associações, cooperativas e entidades produtivas são determinantes para a inclusão do enfoque de gênero no desenvolvimento sustentável. Foto: ONU Mulheres

ONU Mulheres chama empresas a impulsionar igualdade de gênero e empoderamento econômico

Empresas, lideranças empresariais e empreendedoras são agentes decisivas para a igualdade de gênero, trabalho decente e desenvolvimento sustentável.

Essa é a constatação da ONU Mulheres Brasil com base nos Princípios de Empoderamento das Mulheres (Women’s Empowerment Principles – WEPs, na sigla em Inglês), que conta 198 adesões de empresas privadas e públicas no Brasil. O país é o terceiro no ranking internacional de 2.183 signatárias.

Globalmente, a desigualdade de gênero no mercado de trabalho gera uma perda média de 15% nas economias dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). No Brasil, a maior participação da mulher no mercado de trabalho e também uma maior projeção profissional aumentaria o PIB em 3,3% – seriam 382 bilhões de reais a mais na economia, conforme o Banco Mundial.

Sobrevoo da área atingida pelo rompimento da barragem em Brumadinho (MG). Foto: Presidência da República/Isac Nóbrega

ARTIGO: O que podemos aprender com a catástrofe de Brumadinho

Em artigo na imprensa brasileira sobre a tragédia de Brumadinho (MG), o coordenador da área econômica do Banco Mundial para o Brasil, Rafael Muñoz, afirma que falta transparência no monitoramento de riscos associados às barragens de rejeitos de mineração.

Especialista aponta para lacunas na fiscalização e indenização efetiva de obras e empreendimentos de grande porte e risco, onde muitas vezes interesses específicos prevalecem acima da lei.

Axel van Trotsenburg durante coletiva de imprensa na Mongólia. Foto: Banco Mundial/Khasar Sandag

Economista holandês é nomeado vice-presidente do Banco Mundial para América Latina e Caribe

O economista holandês Axel van Trotsenburg, especialista em desenvolvimento com mais de 30 anos de experiência no Grupo Banco Mundial, foi nomeado vice‑presidente do organismo internacional para a região da América Latina e Caribe, cargo que ocupará a partir de 1º de fevereiro. Ele gerenciará as relações do banco com 31 países e uma carteira de projetos de cerca de 30 bilhões de dólares.

A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável foi estabelecida pelos países-membros da ONU no fim de 2015. Foto: ONU

Banco Mundial lança plataforma interativa para observar avanços dos objetivos globais

O Banco Mundial lançou uma nova plataforma interativa que fornece ao público uma visão ampla dos avanços e indicadores relacionados a cada um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). A informação foi divulgada pela Rede Brasil do Pacto Global das Nações Unidas.

O Atlas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável traz mais de 180 mapas e gráficos, distribuídos de acordo com as metas de cada ODS, indicando o panorama do desenvolvimento e da qualidade de vida da população global.

Cédulas de dinheiro. Foto: USP Imagens/Marcos Santos

ARTIGO: Novo sistema tributário é necessário para aumentar produtividade e competitividade

Em artigo publicado na imprensa brasileira, o coordenador da área econômica do Banco Mundial para o Brasil, Rafael Muñoz, alerta para as atuais distorções do sistema tributário brasileiro, que tende a criar uma competição fiscal entre os estados para atrair empresas com base em incentivos.

O regime vigente também é visto como muito oneroso para o setor privado — uma pesquisa do Banco Mundial revela, por exemplo, que uma empresa de médio porte em São Paulo leva uma média de 1.958 horas por ano para cumprir com suas obrigações fiscais, em comparação a 547 horas na América Latina e 165 nos países da OCDE.

Foto: Jhon Henriano/Shutterstock.com

Banco Mundial alerta para piora da economia global em 2019

As perspectivas para a economia global em 2019 pioraram, disse o Banco Mundial nesta quarta-feira (9) em novo relatório. Enquanto as tensões comerciais permanecem elevadas, o comércio internacional e o investimento desaceleram.

A previsão do Banco Mundial é de crescimento de 2,9% da economia global em 2019, frente a 3% no ano passado.

Para o Brasil, o organismo internacional projeta crescimento econômico de 2,2% em 2019 e de 1,2% em 2018. Já para a China, o PIB deve subir 6,2%, frente a estimados 6,5% no ano passado.