Peruanos têm a temperatura medida em Lima. Foto: Município de Lima

OPAS manifesta preocupação com rápida expansão da pandemia nas Américas

A diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Carissa F. Etienne, pediu aos países que abordem as emergências de saúde, sociais e econômicas da COVID-19 juntas, expressando profunda preocupação com a rápida expansão da pandemia do novo coronavírus nas Américas.

“A pandemia nos forçou a lidar com três emergências ao mesmo tempo: a de saúde, a social e a econômica. Para ter sucesso, precisamos de uma abordagem conjunta”, disse Etienne.

“Os países devem apoiar suas economias enquanto constroem fortes redes de proteção social e adotam medidas de saúde pública baseadas em evidências, essenciais para salvar vidas”.

Uma menina de 7 anos recebe triagem médica da Dra. Antonella Tochiaro em um assentamento informal onde mora em Roma, uma das milhões de crianças durante a pandemia que estão fora da escola. Foto: UNICEF/Alessio Romenzi

Como as escolas podem abrir novamente com segurança? ONU publica novas diretrizes

Enquanto os países enfrentam graves interrupções na educação causadas pela COVID-19, várias agências da ONU – como parte da Coalizão Global de Educação – emitiram novas diretrizes na quinta-feira (29) para ajudar os governos a tomar decisões sobre a reabertura de escolas com segurança para os 1,3 bilhão de estudantes do mundo afetados por fechamentos em andamento.

Lançada em março por Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Programa Mundial de Alimentos (WFP) e Banco Mundial, a Coalizão trabalha para promover oportunidades de aprendizado inclusivas.

Mulher equatoriana segura o filho durante um exame médico em um hospital público no Equador. Foto: Paul Salazar / Banco Mundial

ARTIGO: América Latina enfrenta tanto a pandemia quanto as consequências econômicas

Os efeitos da pandemia do novo coronavírus atingem os países da América Latina com recursos financeiros, físicos e profissionais limitados, numa batalha que está apenas no início e deverá ser longa e cara. A análise é do vice-presidente em exercício e diretor de Estratégias e Operações do Banco Mundial para a região da América Latina e do Caribe, Humberto López.

Em artigo, o dirigente explica que a instituição está trabalhando em conjunto com governos, fornecendo recursos e assistência técnica e a políticas públicas, com aprovação de 100 milhões de dólares para quatro países da região – Argentina, Equador, Haiti e Paraguai. López analisa, porém, que o impacto econômico e social da crise trará imensos desafios a médio e longo prazos. Leia a íntegra a seguir.

Parque Nacional Chiribiquete, Colômbia. Foto: Rodrigo Botero, FCDS

Especialista alerta que preservação das florestas requer manejo sustentável

O manejo sustentável das florestas envolve a implementação de um sistema ecologicamente correto, economicamente viável e socialmente responsável.

Isso é essencial para preservar as florestas da Amazônia e os bens e serviços que ela proporciona, bem como para aumentar o bem‑estar social e econômico das pessoas que vivem na região.

Em comemoração ao Dia Internacional das Florestas, em 21 de março, a equipe do Programa Paisagens Sustentáveis da Amazônia (PSA) entrevistou Rodrigo Botero García, agraciado recentemente com o prêmio “Os Melhores Líderes da Colômbia” pelo trabalho na prevenção do desmatamento na Amazônia, promoção do desenvolvimento sustentável liderado pela comunidade e apoio à expansão do Chiribiquete, hoje o maior parque nacional de florestas tropicais do mundo.

Confira a entrevista a seguir.

Porto de Santos, em São Paulo. Foto: Prefeitura de Santos

Banco Mundial prevê queda de 5% para economia brasileira este ano

A economia brasileira deve ter uma contração de 5% em 2020 diante de três choques: demanda externa fraca, queda dos preços do petróleo e interrupção econômica para a contenção do novo coronavírus.

A previsão consta em estudo do Banco Mundial divulgado na segunda-feira (13). Para 2021, a expectativa do organismo internacional é de um avanço de 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

A implementação inadequada das respostas políticas à crise pode falhar em mitigar o impacto na pobreza ou na desigualdade, potencialmente alimentando o descontentamento social, advertiu o organismo internacional.

Mais de 1,5 bilhão de estudantes em 165 países foram afetados pelo fechamento de escolas devido à COVID-19. Foto: UNESCO

ARTIGO: A experiência internacional com os impactos da COVID-19 na educação

Em meio à pandemia de COVID-19, a principal atenção está nos desafios impostos aos sistemas de saúde, mas os sistemas de educação também são diretamente afetados. Em pouco mais de três semanas, cerca de 1,5 bilhão de estudantes em pelo menos 174 países ficaram fora da escola em todo o mundo.

No Brasil, todas as escolas estão temporariamente fechadas e provavelmente continuarão assim por algum tempo. Como podemos aprender com as experiências de como os outros países estão lidando com isso?

Leia artigo publicado na Folha de S.Paulo pelo coordenador da área econômica do Banco Mundial para o Brasil, Rafael Muñoz, que já trabalhou para a instituição na Ásia e na África.

Banco Mundial aprova projetos de emergência para enfrentar os impactos do coronavírus

O Banco Mundial aprovou a realização de projetos de emergência para ajudar 25 países em todo o mundo em desenvolvimento. Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Argentina, Equador, Haiti e Paraguai serão os primeiros países a receber recursos para minimizar a perda de vidas, fortalecer os sistemas de saúde e reduzir o impacto econômico da pandemia.

A instituição anunciou que se prepara para liberar US$ 160 bilhões ao longo dos próximos 15 meses com o objetivo de proteger os pobres e vulneráveis, apoiar as empresas e reforçar a recuperação econômica.

Moradores da favela da Babilônia, no Rio de Janeiro. Foto: ONU/Evan Schneider

ARTIGO: Novos números mostram por que é crucial proteger os mais pobres na crise da COVID-19

Em artigo publicado na Folha de S.Paulo, o coordenador da área econômica do Banco Mundial para o Brasil, Rafael Muñoz, afirma que, no país, à medida que os decisores políticos se debruçam sobre formas de mitigar os custos econômicos e sociais da atual crise da COVID-19, é muito importante tomar em conta a situação já debilitada dos 40% mais pobres do Brasil.

“Sem ter se recuperado completamente da crise de 2014/16, muitas famílias já esgotaram seus recursos e passam por dificuldades. Mas também existem lições importantes que foram aprendidas e podem ser usadas daqui para frente.” Leia o artigo completo.

Na América Latina entre 30% e 40% das águas residuais são devolvidas ao meio ambiente sem tratamento adequado. Foto: Mariana Ceratti/Banco Mundial

Banco Mundial: esgoto tratado beneficia a saúde, o meio ambiente e a economia

O Banco Mundial lançou em março (19), em Washington, nos Estados Unidos, um estudo mostrando a importância do tratamento de esgoto para a saúde, a natureza e a economia. Atualmente, em todo o mundo, 80% das águas residuais são devolvidas ao meio ambiente sem tratamento adequado. Na América Latina, estima-se que esse porcentual varie entre 30% e 40%. O estudo apresenta projetos bem-sucedidos no setor de saneamento, inclusive no Brasil.

O relatório defende uma gestão mais inteligente do esgoto, incluindo o reaproveitamento da água. Essa prática é essencial numa época em que 36% da população mundial vive em regiões com escassez de recursos hídricos.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, durante coletiva de imprensa virtual sobre a pandemia de COVID-19. Foto: Reprodução

Chefe da ONU pede solidariedade, esperança e resposta global coordenada para combater pandemia

À medida que o medo e a incerteza do público crescem em torno da pandemia da COVID-19, “mais do que nunca, precisamos de solidariedade, esperança e vontade política para enfrentar essa crise juntos”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, nesta quinta-feira (19), em sua primeira coletiva de imprensa virtual.

O chefe da ONU disse que enfrentar a emergência de saúde é a sua preocupação número um, e defendeu a ampliação dos gastos com saúde para cobrir, entre outras coisas e “sem estigma”, testes, apoio aos profissionais de saúde e garantia de suprimentos adequados.

Sobre o âmbito econômico, salientou: “fundamentalmente, precisamos nos concentrar nas pessoas – nos trabalhadores mais vulneráveis, com baixos salários, pequenas e médias empresas”. “Isso significa apoio salarial, seguro, proteção social, prevenção de falências e perda de empregos”. Leia a reportagem completa.

CEPAL divulga na quinta-feira (14) seu último relatório econômico do ano sobre os países da América Latina e do Caribe. Foto: EBC

Banco Mundial: economia global crescerá 2,5% em retomada modesta este ano

O crescimento econômico mundial deve ser de 2,5% este ano, segundo o Banco Mundial. O órgão afirma que o comércio e o investimento devem começar a se recuperar em relação à fragilidade significativa de 2019, mas riscos negativos ainda persistem. Os dados fazem parte do documento Perspectivas Econômicas Globais, divulgado na quarta-feira (8).

Na América Latina e Caribe, o crescimento deve ser de 1,8% com o fortalecimento das economias e o aumento da demanda interna. Quanto ao Brasil, a confiança mais forte dos investidores, mudanças nas condições de empréstimos e legislações trabalhistas mais flexíveis deverão impulsionar o crescimento de 2%, na visão do organismo internacional.

O prefeito de Sobral (CE) Ivo Ferreira Gomes e um estudante da rede municipal de ensino. Foto: Banco Mundial

Sobral (CE) ocupa primeiro lugar no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica

A cada duas crianças de 10 anos vivendo em países em desenvolvimento, uma não entende o que lê. Esse problema, definido como pobreza na aprendizagem, é uma realidade tanto na América Latina e Caribe (onde o percentual de crianças impactadas é de 51%) quanto global (53%).

Tal cenário dá origem à crise do aprendizado: embora se reconheça que há maior cobertura educacional, a qualidade do ensino não é suficiente. Diante disso, projetos educacionais como o de Sobral (CE) mostram que, quando se quer melhorar, se pode. Leia a reportagem do Banco Mundial.

Centro vocacional apoiado pela OIT na Zâmbia. Foto: OIT/Marcel Crozet

Ação conjunta de ONU e parceiros visa apoiar refugiados e comunidades anfitriãs

Os Países Baixos, o Grupo Banco Mundial – incluindo o Banco Mundial e a Corporação Financeira Internacional (IFC) – o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) lançaram em dezembro a Parceria PROSPECTS, um programa internacional que visa melhorar o acolhimento e a proteção de refugiados e comunidades anfitriãs.

A parceria visa mudar o paradigma de uma abordagem humanitária para uma abordagem de desenvolvimento, em resposta a crises de deslocamento forçado. A iniciativa está fundamentada no consenso do Pacto Global sobre Refugiados de que ajudar os refugiados e as refugiadas e suas comunidades anfitriãs a prosperar, e não apenas sobreviver, reduzirá o risco de estadias prolongadas e diminuirá a dependência dos refugiados em ajuda humanitária.

Condições de trabalho inseguras também são comuns para esvaziadores manuais e mecânicos de fossas sépticas e latrinas. Foto: Sharada Prasad CS

Relatório aponta trabalho precário no setor de saneamento de países em desenvolvimento

Um relatório conjunto de Organização Internacional do Trabalho (OIT), Banco Mundial, Organização Mundial da Saúde (OMS) e WaterAid destacou as condições inseguras e indignas dos trabalhadores do setor de saneamento em vários países em desenvolvimento.

Os trabalhadores que atuam na limpeza de banheiros, fossas, caixas de esgoto e na operação de estações de bombeamento e de tratamento geralmente enfrentam alto risco de exposição a patógenos fecais, salientou o documento. Segundo o relatório, pouco foi feito pelos países para proteger os direitos desses profissionais.

Arte: Tumisu/Pixabay

Banco Mundial aponta que valor de salários é responsável pelo alto gasto com funcionalismo público no Brasil

Novo Relatório Gestão de Pessoas e Folha de Pagamentos do Banco Mundial aponta que o gasto do setor público brasileiro com folha de pagamento é alto para os padrões internacionais. De acordo com o estudo, isto acontece por conta do alto valor das remunerações e não pelo número de funcionários.

O estudo mostra ainda que a complexidade da estrutura de cargos e salários no setor público é muito alta e projeções do Banco Mundial mostram que a política salarial dos próximos anos será decisiva para as finanças públicas.

MigraCidades é uma parceria entre OIM e UFRGS, instituições que atuarão em conjunto na certificação de políticas migratórias locais dos municípios e estados participantes. Foto: Agência Brasil/Rovena Rosa

As cidades de todo o mundo querem ser resilientes. Mas o que isso significa?

Pequenas ou grandes, as cidades de todo o mundo têm desafios comuns, em especial os trazidos pela rápida urbanização e pelas mudanças climáticas. As Nações Unidas estimam que 4 bilhões de pessoas – mais da metade da população global – vivem nos centros urbanos. Até 2050, mais de dois terços da população mundial viverá nas cidades, o que gerará uma demanda crescente por moradias acessíveis, sistemas de transporte bem conectados e outras infraestruturas e serviços, além de empregos.

Além disso, o aumento da temperatura global intensifica os riscos de elevação do nível das águas, deslizamentos de terra, secas, furacões e outros desastres, que podem levar 100 milhões de pessoas à extrema pobreza.

A boa notícia é que, com conhecimento e criatividade, os centros urbanos estão encontrando formas de enfrentar novos e antigos problemas com menos perdas e maior capacidade de recuperação. Em outras palavras, criando resiliência. O relato é do Banco Mundial.

Cédulas de dinheiro. Foto: USP Imagens/Marcos Santos

ARTIGO: Gestão de pessoas e folha de pagamentos no setor público brasileiro — o que os dados dizem?

Em artigo publicado no jornal Folha de S.Paulo, o coordenador da área econômica do Banco Mundial para o Brasil, Rafael Muñoz, afirma que em uma comparação de prêmios salariais do setor público em 53 países, um servidor público brasileiro recebe, de maneira geral, 19% mais do que trabalhadores do setor privado formal.

Essa porcentagem está em linha com o resto dos países da amostra, mas principalmente porque os servidores municipais não têm prêmio salarial vis-à-vis o setor privado. Porém, o prêmio salarial dos servidores estaduais é de 36% (aumentou em 6 pontos percentuais desde 2012) e o dos servidores federais, de 96%.
Leia o artigo completo.

“Para nós, essas tecnologias são algo nunca visto. Estávamos até receosos de não conseguir trabalhar com o sistema, mas ele é muito fácil e já queremos usá-lo para tudo”, conta Rafael Borges, presidente da Cooperativa de Jovens de Água Fria, Bahia. Foto: Felipe Santos

A agricultura familiar brasileira encontra o blockchain

Até semanas atrás, os agricultores familiares da Cooperativa de Jovens de Água Fria, na Bahia, desconheciam softwares de código aberto, alteráveis por qualquer pessoa. Tampouco tinham ouvido falar de blockchain, uma espécie de livro contábil público, que guarda — de forma permanente e à prova de violação — os registros das transações online. Mas, desde que descobriram o potencial dessas tecnologias para alavancar seus negócios, tornaram-se fãs.

Eles estão entre os primeiros usuários de um aplicativo criado para facilitar a aquisição de bens e serviços pelas associações e cooperativas de agricultura familiar da Bahia e do Rio Grande do Norte. A Solução Online de Licitação (SOL) ajuda os produtores rurais a ter acesso a fornecedores do Brasil inteiro, além de armazenar todos os processos e dados necessários para a transação.

Essa mudança se tornou possível graças a uma parceria entre os estados e o Banco Mundial. Leia a reportagem completa.

As práticas vencedoras receberão, entre os dias 23 a 25 de novembro, durante a cerimônia da Expo 2020 em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, prêmios em até 1 milhão de dólares. Foto: StockSnap/CC.

Declaração de São Paulo, um chamado para a sustentabilidade urbana

Até 2050, cerca de 143 milhões de pessoas poderão tornar‑se migrantes climáticos. Esse impacto recairá desproporcionalmente sobre as comunidades mais pobres.

Soluções integradas para o desenvolvimento urbano e a desigualdade social que mitiguem a mudança climática podem gerar oportunidades para as cidades se tornarem resilientes, inclusivas e habitáveis.

As cidades são reconhecidas como parte da solução para a mudança climática no âmbito do Acordo de Paris. Por este motivo, o Banco Mundial apoia a Declaração de São Paulo, um chamado pela sustentabilidade urbana e mundial.

Investimentos são necessários para apoio aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável - Foto: Nattanan Kanchanaprat/Pixabay

Encontro de Alto Nível discute financiamento para Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

A Organização das Nações Unidas reúne nesta quinta-feira (26) líderes de governo, empresários e o setor financeiro para o primeiro Diálogo de Alto Nível para o Financiamento pelo Desenvolvimento desde a adoção da Agenda de Ação de Adis Abeba em 2015.

O objetivo do encontro agora é discutir como as nações podem investir em áreas que apoiem os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

A ONU estima que o alcance dos ODS poderia gerar cerca de 12 trilhões de dólares de valor na economia global, criando 380 milhões de novos empregos até 2030.

OPAS defende sistemas de saúde baseados numa atenção primária forte. Foto: Flickr/Portal PBH

Relatório da OMS aponta que investimento em saúde universal pode salvar 60 milhões de vidas

Mais de 5 bilhões de pessoas correm o risco de não ter atendimento em saúde em 2030, aponta um relatório divulgado neste domingo (22) pela Organização Mundial de Saúde (OMS). O estudo “Atenção primária em saúde no caminho para a Cobertura Universal em Saúde” estima que 60 milhões de vidas podem ser salvas se os países de baixa e média renda investirem 200 bilhões de dólares por ano em atendimento em saúde primária.

Os países precisam aumentar o investimento em atenção primária em saúde em pelo menos 1% do PIB e intensificar esforços para expandir os serviços em todo o território. O mundo precisará dobrar a cobertura em saúde até 2030 e assim aumentar a expectativa de vida em 3,7 anos até lá. O estudo foi preparado pela OMS com contribuições do Banco Mundial, Organização para Cooperação Econômica e Desenvolvimento, Fundo de População da ONU e UNICEF.

A atividade é co-organizada pela Africa Teen Geeks, UNODC e Banco Mundial. Foto: Banco Mundial/Mariana Kaipper Ceratti

UNODC seleciona jovens para participar de ‘Hackathon for Justice’ nos EUA

O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) abre inscrições para evento de programação “Hackathon for Justice”, a ser realizado na sede do Banco Mundial, em Washington, DC. O Brasil está na lista de países prioritários, e podem se candidatar jovens entre 13 e 18 anos, matriculados no enino fundamental e médio, com habilidades em programação e conhecimento da língua inglesa. O UNODC financiará a participação da delegação selecionada.

Até 30 jovens programadores serão selecionados para colaborar no desenvolvimento de soluções tecnológicas para acelerar a implementação do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável – ODS16 (Paz, Justiça e Instituições Fortes). Eles terão a oportunidade de demonstrar suas habilidades e receberão orientação de engenheiros experientes e especialistas da ONU.

Imagem aérea do Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Foto: Good Free Photos/Leandro Centomo (CC)

São Paulo sedia em setembro Conferência Internacional para Cidades Sustentáveis

A cidade de São Paulo sediará de 16 a 20 de setembro, no Parque do Ibirapuera, a conferência “Catalisando Futuros Urbanos Sustentáveis”, que reunirá prefeitos, gestores municipais e especialistas do Brasil e do mundo.

Realizada por meio de parceria entre Plataforma Global para Cidades Sustentáveis ​​(GPSC), liderada pelo Banco Mundial, Prefeitura de São Paulo e Programa Cidades Sustentáveis, o evento terá uma Mesa Redonda de Prefeitos, na qual líderes de cidades brasileiras e de outros países discutirão estratégias para o desenvolvimento urbano sustentável.

Segundo o Banco Mundial, o Brasil poderia melhorar sua pontuação se introduzisse uma cláusula de não discriminação com base no gênero no acesso ao crédito bancário. Foto: Pexels/rawpixel.com (CC)

Banco Mundial e Sebrae apontam desafios para mulheres empreenderem no Brasil

O estudo “Mulheres, Empresas e o Direito 2019”, elaborado pelo Banco Mundial mostra que, em termos globais, o Brasil apresenta uma boa posição, comparativamente a outros países, no que diz respeito à liberdade para a mulher se deslocar, iniciar um trabalho e ter autonomia para gerenciar seus próprios ativos.

Entretanto, o país ainda está atrás no quesito remuneração, no qual há evidentes diferenças entre homens e mulheres, bem como no que se refere à licença parental estabelecida por lei.

O estudo também abordou o tema do empreendedorismo. Segundo o Banco Mundial, o Brasil poderia melhorar sua pontuação se introduzisse uma cláusula de não discriminação com base no gênero no acesso ao crédito.

Mulheres indígenas da Colômbia. Foto: Gerardo Segura Warnholtz/PROFOR

Antropólogo fala sobre defesa da Amazônia colombiana e proteção de povos indígenas

Das 7 mil línguas faladas em todo o mundo, 4 mil são línguas indígenas, das quais quase 3 mil estão em perigo de desaparecer, de acordo com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). O Dia Internacional dos Povos Indígenas, celebrado em 9 de agosto — e que este ano coincidiu com o Ano Internacional das Línguas Indígenas — chamou a atenção para esse dado preocupante.

Nesse contexto, o Banco Mundial destaca o trabalho do antropólogo norte-americano naturalizado colombiano Martin von Hildebrand, fundador e presidente da organização não governamental Gaia Amazonas. O especialista dedicou a vida à defesa e à promoção dos direitos territoriais, e da conservação cultural e biológica na Amazônia colombiana. Leia a entrevista.

O atlas temático mostrou que, entre 2000 e 2017, 117,9 mil migrantes internacionais registrados se instalaram na região Nordeste, a maior parte deles na Bahia. Foto: Flickr

Líderes da Semana do Clima da América Latina e Caribe se reúnem em Salvador para impulsionar ação climática

Mais de três mil participantes são esperados na Semana do Clima da América Latina e Caribe, que acontecerá em Salvador, na Bahia, entre os dias 19 e 23 de agosto. Participam do encontro ministros de governo e representantes seniores de agências multilaterais e Organizações Não Governamentais (ONGs). As discussões têm por objetivo impulsionar a resposta da região às mudanças climáticas.

OIT alertou que desigualdades de gênero afetam a inserção das mulheres no mercado de trabalho. Foto: Agência Brasil

Seminário em São Paulo discute avanços e desafios à participação das mulheres na economia

O Banco Mundial, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) e a Fundação Getúlio Vargas (FGV) promovem na próxima quinta-feira (8), a partir das 9h, o seminário “Mulheres, Empresas e o Direito 19: Uma análise de avanços e desafios à participação feminina na economia”, na Escola Superior de Empreendedorismo (ESE), em São Paulo (SP).

Como parte do evento, serão apresentados dois estudos: Mulheres, Empresas e o Direto 19: Uma década de Reformas, do Banco Mundial, e Empreendedorismo Feminino no Brasil, do SEBRAE.

A OPAS disponibilizará aos anfitriões do Airbnb materiais didáticos disponíveis no Campus Virtual de Saúde Pública da OPAS. Foto: ONU Meio Ambiente

Relatório da ONU pede mudanças na forma como o mundo produz e consome alimentos

Com a previsão de que a população mundial chegará a quase 10 bilhões em 2050, um novo relatório mostra que o sistema global de alimentos deve passar por mudanças urgentes para garantir que haja comida adequada para todos, sem destruir o planeta.

Produzido pelo World Resources Institute em parceria com Banco Mundial, ONU Meio Ambiente, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e agências francesas de pesquisa agrícola CIRAD e INRA, o relatório apresenta soluções para reformular a forma como o mundo produz e consome alimentos de forma a garantir uma sustentabilidade para o sistema alimentar até 2050.

Plataformas de conhecimento foram criadas por organismos internacionais, incluindo agências da ONU, para impulsionar práticas sustentáveis na indústria e nas finanças. Foto: Pixabay (CC)

Organismos internacionais lançam plataformas de conhecimento sobre indústria e finanças sustentáveis

Uma parceria entre organizações internacionais lançou nesta terça-feira (16), no Fórum Político de Alto Nível em Nova Iorque, duas iniciativas de troca de conhecimento em sustentabilidade — uma voltada para a indústria, outra direcionada a bancos, seguradoras e empresas de investimento. Projetos vão reunir pesquisas, dados e orientações para impulsionar a responsabilidade ecológica no setor privado.

Marcha das Mulheres Negras contra o Racismo e a Violência e pelo Bem Viver, ocorrida em 2015, em Brasília. Foto: ONU Mulheres/Bruno Spada

Banco Mundial: América Latina ainda tem barreiras estruturais para inclusão social de negros

Um a cada quatro latino-americanos identifica-se como afrodescendente, o que representa cerca de 133 milhões de pessoas. A maioria vive no Brasil e o restante está distribuído de maneira heterogênea nos demais países da região.

Apesar de, nos últimos anos, a região ter alcançado avanços em termos de reconhecimento e redução da pobreza, o relatório do Banco Mundial
“Afrodescendentes na América Latina – Rumo a um marco de inclusão” aponta que falta muito para eliminar as barreiras estruturais que impedem a inclusão social e econômica completa desta população.

O uruguaio Martin Rama é o novo economista-chefe do Banco Mundial para a região da América Latina e Caribe (ALC). Foto: Acervo Pessoal

Uruguaio é novo economista-chefe do Banco Mundial para América Latina e Caribe

O uruguaio Martin Rama é o novo economista-chefe do Banco Mundial para a região da América Latina e Caribe (ALC), informou o organismo internacional na segunda-feira (1).

Segundo o Banco Mundial, as prioridades de Rama serão oferecer liderança intelectual para as questões de desenvolvimento enfrentadas pela região, promover trabalhos analíticos de alta qualidade e aconselhar a equipe administrativa em temas de desenvolvimento.

Rama é formado em economia pela Universidade da República (Uruguai) e possui PhD em macroeconomia pela Université de Paris I na França.

Especialistas do Banco Mundial acreditam que, com plano anual de compras, Brasil poderá prestar melhores serviços à população. Foto: Agência Brasil/Marcello Casal Jr.

Banco Mundial apoia plano para tornar compras públicas brasileiras mais eficientes

Em 2020, o Banco Mundial apoiará o governo federal na execução do primeiro Plano Anual de Compras do Brasil. Iniciativa visa melhorar a tomada de decisão sobre o uso dos recursos públicos, reduzindo custos e promovendo maior transparência.

De acordo com dados do governo federal, entre 2007 e 2017, os gastos com compras públicas por meio do sistema Comprasnet somaram mais de 510 bilhões de reais. No mesmo período, as aquisições representaram, em média, 0,96% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

Participantes do workshop em frente ao restaurante Congolinária, do refugiado congolês Pitchou Luambo. Foto: ACNUR/Miguel Pachioni

ACNUR e IFC promovem encontro com instituições de microcrédito em São Paulo

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), com o apoio da International Finance Corporation (IFC), organismo do Grupo Banco Mundial, realizaram em São Paulo, nos dias 11 e 12 de junho, um workshop de inclusão financeira voltado para facilitar o acesso ao microcrédito por parte das pessoas refugiadas que vivem no Brasil.

De acordo com uma recente pesquisa publicada pelo ACNUR sobre o perfil socioeconômico da população refugiada no país, verificou-se que os refugiados têm capacidade escolar acima da média brasileira e mais de 79% dos entrevistados afirmaram ter disposição para empreender, sendo que 22% já realizam atividades empresariais.