ONU pede combate à evasão fiscal para financiamento dos objetivos globais. Foto: Agência Brasil

ONU chama países em desenvolvimento a combater a evasão fiscal em prol dos objetivos globais

Os países precisam fortalecer a efetividade de seus regimes tributários para liberar recursos domésticos necessários para garantir a realização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e promover o crescimento econômico inclusivo, disseram na sexta-feira (16) as Nações Unidas e as principais organizações econômicas e financeiras internacionais.

“Peço à comunidade internacional que estabeleça mecanismos eficazes para combater a evasão fiscal, a lavagem de dinheiro e os fluxos financeiros ilícitos, para que os países em desenvolvimento possam mobilizar melhor seus próprios recursos”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres.

O relatório combina exemplos de empresas de todo o mundo com uma análise aprofundada de 10 corporações em oito países, incluindo o Brasil. Foto: FAO/Ubirajara Machado

Políticas laborais de apoio a quem tem filhos beneficiam trabalhadores e empresas, diz relatório

Estudo de subsidiária do Banco Mundial analisou políticas laborais de países latino-americanos, caribenhos e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para apoiar quem tem filhos e conclui que elas beneficiam tanto profissionais quanto as empresas.

Além de discutir as vantagens dos programas de suporte para mães e pais, o relatório apresenta várias recomendações para empresas que desejam implementá-los ou aprimorá-los.

Programa financia startups globais com soluções tecnológicas para serviços de saúde brasileiros. Foto: EBC

IFC apoia startups com soluções tecnológicas para serviços de saúde brasileiros

A Corporação Financeira Internacional (IFC), uma subsidiária do Grupo do Banco Mundial, lançou o TechEmerge Health Brazil, um programa de apoio a startups globais de tecnologia que desenvolvam inovações de saúde relevantes para o Brasil.

A IFC está buscando empresas de tecnologia interessadas em ampliar seus negócios no mercado brasileiro. As inscrições podem ser feitas pelo site www.techemergebrazil.org até 10 de março.

Foto: Flickr/EMBARQ Brasil (CC)

ARTIGO: Como aumentar a concorrência no transporte de passageiros de ônibus urbano?

Em artigo, especialistas em transporte público do Banco Mundial afirmam que, muitas vezes, as concessões de ônibus nas cidades latino-americanas não cumprem suas promessas, havendo uma percepção de que as autoridades não conseguiram gerenciar esses processos para maximizar os benefícios públicos. Os especialistas listam princípios fundamentais para o sucesso das concessões de ônibus. Leia o artigo completo.

Capital humano é responsável por dois terços da riqueza do mundo, segundo relatório do Banco Mundial. Foto: Agência Brasil

Riqueza global subiu 66% entre 1995-2014, diz relatório do Banco Mundial

Relatório lançado pelo Banco Mundial na terça-feira (30), em Washington, mostrou que a riqueza global aumentou 66% entre 1995 e 2014. Segundo o estudo “Mudança na Riqueza das Nações”, a cifra passou de 690 trilhões de dólares para mais de 1 quatrilhão de dólares.

Após análise de 141 países, o documento concluiu que a riqueza global per capita estagnou ou caiu nesse período em pelo menos 20 deles. A queda foi puxada pela África Subsaariana, onde a população cresceu mais do que o investimento.

Crescimento sustentável da economia global requer melhora da qualidade da mão de obra. Foto: Agência Brasil

Economia global deverá crescer 3,1% em 2018, prevê Banco Mundial

O Banco Mundial anunciou na terça-feira (10), em Washington, que 2018 deve ser o primeiro ano, desde a crise financeira de 2008, em que a economia mundial operará em capacidade total ou quase total. O crescimento é estimado em 3,1%, segundo o relatório Perspectivas Econômicas Globais.

As economias da América Latina e Caribe, dentre as quais o Brasil, também avançarão em 2018. O relatório do Banco Mundial calcula 2% para a região e o mesmo percentual para o país. São progressos importantes frente às projeções para 2017, de 0,9% e 1%, respectivamente.

A OMS acredita que com a vacina, deve diminuir o uso de antibióticos para febre tifoide. Foto: OMS

OMS aprova mais um passo para vacina inovadora contra febre tifoide

A Organização Mundial da Saúde (OMS) pré-qualificou a primeira vacina conjugada para febre tifoide, a Typbar-TCV, da Bharat Biotech. Segundo a agência, as vacinas conjugadas são produtos inovadores que oferecem maior tempo de imunidade em doses menores.

Essas vacinas podem ser oferecidas a crianças em campanhas rotineiras de imunização. Ter a pré-qualificação da OMS significa que a vacina tem todos os padrões de qualidade, segurança e eficácia para ser comercializada.

Trabalhadores de saúde vacinam crianças na primeira campanha de vacinação oral contra o cólera em Mogadíscio, Somália. Foto: GAVI/Karel Prinsloo

Metade da população mundial não tem acesso a serviços de saúde essenciais, diz relatório

Metade da população mundial não tem acesso a serviços de saúde essenciais, de acordo com novo relatório publicado nesta quarta-feira (13) pelo Banco Mundial e pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Atualmente, 800 milhões de pessoas gastam ao menos 10% de seu orçamento doméstico com serviços de saúde para si mesmas, uma criança doente ou outro familiar. Para quase 100 milhões de pessoas, esses gastos são altos o suficiente para empurrá-las para a pobreza extrema, forçando-as a sobreviver com até 1,90 dólar por dia.

Governo federal solicitou em 2015 ao Banco Mundial relatório sobre gastos públicos. Foto: Sesc SP/Julia Parpulov

Banco Mundial: adiar reforma da previdência só aumentaria ajuste a ser feito no futuro

O aumento do gasto previdenciário no Brasil é motor de um forte desequilíbrio fiscal. Diante disso, mesmo o país enfrentando uma dura crise econômica, é necessário resolver esse problema estrutural uma vez que adiá-lo só aumentaria o tamanho do ajuste a ser feito no futuro, na opinião do diretor do Banco Mundial para o Brasil, Martin Raiser.

Para ele, a reforma tributária também deve ser prioridade, uma vez que a alta carga recai principalmente sobre os mais pobres, com baixa tributação sobre a renda, particularmente grandes fortunas.

Embora a taxa de matrícula no ensino primário tenha aumentado para cerca de 98% em 2015, a taxa de matrícula nacional para crianças de 3 a 5 anos foi de apenas 41% em 2016. Por meio de um projeto do Banco Mundial para a primeira infância, 100 escolas formais e pré-escolas comunitárias foram abertas, beneficiando mais de 125 mil estudantes de 3 a 5 anos de idade. Investir em crianças pequenas é um dos gastos mais inteligentes que um país pode fazer para enfrentar a desigualdade, romper o ciclo da pobreza e melhorar a qualidade de vida no futuro. Saiba mais nesse vídeo e em www.worldbank.org/cambodia

Com apoio do Banco Mundial, Camboja investe em educação na primeira infância

Embora a taxa de matrícula no ensino primário tenha aumentado para cerca de 98% em 2015, a taxa de matrícula nacional para crianças de 3 a 5 anos foi de apenas 41% em 2016. Por meio de um projeto do Banco Mundial para a primeira infância, 100 escolas formais e pré-escolas comunitárias foram abertas no Camboja, beneficiando mais de 125 mil estudantes de 3 a 5 anos de idade.

Investir em crianças pequenas é um dos gastos mais inteligentes que um país pode fazer para enfrentar a desigualdade, romper o ciclo da pobreza e melhorar a qualidade de vida no futuro. Saiba mais nesse vídeo.

Gul Shirin, de 45 anos, deu início a uma unidade de costura na província de Parwan. Zarmina, de 35, acaba de estabelecer sua própria micro-estufa no distrito de Paghman, na província de Cabul. Ao lançar as pequenas empresas e ‘casas verdes’, centenas de mulheres afegãs podem agora se manter e apoiar suas famílias. Suas histórias ressaltam o foco do Afeganistão na capacitação das mulheres e na garantia que elas possam participar ativamente da sociedade. Confira nesse vídeo do Banco Mundial.

VÍDEO: Empoderando as mulheres para o crescimento do Afeganistão

Gul Shirin, de 45 anos, deu início a uma unidade de costura na província de Parwan. Zarmina, de 35, acaba de estabelecer sua própria micro-estufa no distrito de Paghman, na província de Cabul. Ao lançar as pequenas empresas e ‘casas verdes’, centenas de mulheres afegãs podem agora se manter e apoiar suas famílias. Suas histórias ressaltam o foco do Afeganistão na capacitação das mulheres e na garantia que elas possam participar ativamente da sociedade. Confira nesse vídeo do Banco Mundial.

Evento no Rio organizado por Banco Mundial e FGV marca lançamento de estudo sobre previdência. Foto: EBC

Banco Mundial e FGV realizam evento no Rio para discutir previdência

O Banco Mundial e a Fundação Getulio Vargas (FGV) realizam evento no Rio de Janeiro em 11 de dezembro para discutir previdência. Na ocasião, será lançado um estudo sobre o tema, que fez parte do relatório “Um Ajuste Justo: Análise da Eficiência e Equidade do Gasto Público no Brasil”, publicado no fim de novembro pelo organismo internacional.

O evento terá a presença do diretor do Banco Mundial para o Brasil, Martin Raiser, e do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

Anastasia Chairet, de sete anos, atravessa uma ponte improvisada após a passagem do furacão Irma pelas ilhas Turks e Cacos, no Caribe. Foto: UNICEF/Manuel Moreno Gonzalez

Desastres naturais podem levar população latino-americana à pobreza, diz Banco Mundial

No Caribe, pelo menos um país por ano é atingido por um ciclone ou furacão. Quando considerados todos os terremotos do mundo, mais de 25% deles com magnitude 8.0 ou maior ocorrem no oeste da América do Sul. Os números detalham um cenário mais amplo e alarmante — de 1970 a 2014, a incidência de desastres naturais na América Latina triplicou. Fenômenos extremos, segundo relatório do Banco Mundial divulgado nesta semana (29), podem levar a aumento da pobreza.

Grupo coordenado por UNFPA e OPAS/OMS promoveu o debate sobre Estratégia Global para a Saúde das Mulheres, das Crianças e dos Adolescentes 2016-2030. Foto: OMS

ONU e parceiros discutem estratégia nacional para saúde de mulheres, crianças e adolescentes

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) receberam na quinta-feira (23) representantes de outras agências da ONU, do Ministério da Saúde brasileiro, da União de Nações Sul-Americanas (UNASUL) e da sociedade civil para discutir a implementação da Estratégia Global para a Saúde das Mulheres, das Crianças e dos Adolescentes 2016-2030 no país.

A iniciativa foca no apoio aos países para que as políticas públicas de saúde efetivamente promovam a equidade e sejam voltadas aos mais vulneráveis, sem deixar ninguém para trás.

Premiação reconheceu tecnologias sociais alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Foto: FAO

ONU e Fundação Banco do Brasil premiam projetos sociais da Bahia, Ceará, Paraíba, São Paulo e DF

Durante cerimônia na noite de quinta-feira (23), em Brasília, foram revelados os vencedores do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologias Sociais 2017, uma iniciativa apoiada pela ONU. Neste ano, as categorias da premiação foram concebidas com base nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS). A competição também foi aberta, pela primeira vez, para projetos da América Latina, que concorreram num segmento internacional. Lista de ganhadores tem programas da Bahia, Ceará, Paraíba, São Paulo e Distrito Federal.

Projetos de Argentina e El Salvador concorrem ao Prêmio de Tecnologia Social na categoria internacional. Foto: Fundação Banco do Brasil.

ONU apoia premiação que reconhece soluções para desafios sociais na América Latina

Com o apoio de agências das Nações Unidas, a Fundação Banco do Brasil promove nesta quinta-feira (23) a entrega do Prêmio de Tecnologia Social, um dos principais do terceiro setor. A premiação tem como objetivo identificar e reconhecer soluções para desafios sociais, e este ano incluiu uma categoria para projetos desenvolvidos na América Latina.

Realizado a cada dois anos, o prêmio tem a cooperação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Brasil e o apoio de Banco Mundial, Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), entre outros parceiros.

Foto: Gregoire Gauthier e Satoshi Ogita

Banco Mundial financia transporte rodoviário e serviços públicos no Tocantins

O Banco Mundial financia o Projeto de Desenvolvimento Regional Integrado e Sustentável (PDRIS) no Tocantins, cujo objetivo é promover uma maior eficácia do transporte rodoviário e uma maior eficiência dos serviços públicos no estado.

Segundo o organismo internacional, o aumento da eficácia dos serviços de transporte rural melhorará a acessibilidade das populações remotas do estado e, ao mesmo tempo, promoverá a integração econômica regional.

A estimativa é de que existam cerca de 7 milhões de trabalhadoras e trabalhadores domésticos no Brasil. Foto: EBC

Banco Mundial promove debate online sobre desigualdade salarial na América Latina

O centro de estudos Wilson Center e o escritório do economista-chefe do Banco Mundial para a América Latina e o Caribe convidam para uma discussão sobre o novo relatório da instituição — “Desigualdade Salarial na América Latina — Compreender o Passado para se Preparar para o Futuro”.

O debate poderá ser acompanhado na próxima terça-feira (14), das 12h às 14h, pelos canais do Banco Mundial no Facebook.

O coordenador-residente da ONU no Brasil, Niky Fabiancic, cobrou uma resposta da sociedade e do poder público à dura realidade enfrentada pela juventude afrodescendente. Foto: UNFPA/Agnes Sofia Guimarães

‘O racismo mata e não podemos ser indiferentes’, diz ONU Brasil em lançamento da campanha #VidasNegras

A ONU Brasil lançou na terça-feira (7) a campanha #VidasNegras, iniciativa de conscientização nacional pelo fim da violência contra a juventude afrodescendente. Em cerimônia que reuniu em Brasília cerca de cem autoridades públicas e representantes da sociedade civil e do corpo diplomático, dirigentes das Nações Unidas alertaram que cinco jovens negros morrem a cada duas horas no país. Por ano, o número chega a 23 mil.

O organismo internacional fez um apelo à sociedade brasileira e ao poder público por repostas ao racismo e à discriminação. Um jovem negro é assassinado a cada 23 minutos no Brasil.

Foto: TV Brasil.

ARTIGO: Os trabalhadores brasileiros estão preparados para o sucesso no mundo digital?

Em artigo, Rita Almeida, economista sênior do Banco Mundial, afirma que em uma economia com níveis cada vez mais elevados de adoção tecnológica e com o aumento da automação, leis trabalhistas restritivas podem acabar prejudicando os pobres (pouco qualificados) mais do que os ricos (muito qualificados).

“Com a entrada em vigor da nova lei trabalhista — que flexibiliza o procedimento de contratação e reduz os custos e incertezas das ações trabalhistas — há bastante espaço para mitigar esses impactos regressivos”, segundo a economista. Leia artigo completo.

Foto: EBC

ARTIGO: ambiente de negócios no Brasil — um copo meio cheio

Em artigo, o diretor do Banco Mundial para o Brasil, Martin Raiser, disse que, segundo indicadores do relatório Doing Business 2018, o país melhorou levemente seu ambiente de negócios em comparação com o ano passado, aproximando-se das melhores práticas regulatórias mundiais.

Segundo ele, o Brasil começou a resolver algumas das maiores restrições a se fazer negócios no país. Alguns desses esforços terão reflexos em avaliações futuras, outros estão fora do escopo dos indicadores do Banco Mundial. Leia o artigo completo.

Agricultores semeando alface crespa. Foto: Flickr/ Orgânicos do Pivas (Creative Commons)

Banco Mundial financia projeto de apoio a agricultores familiares na Paraíba

Mais de 44 mil agricultores familiares em áreas rurais se beneficiarão de um empréstimo de 50 milhões de dólares aprovado na semana passada (20) pelo Banco Mundial para o projeto Desenvolvimento Rural Sustentável da Paraíba. A operação ajudará a melhorar o acesso à água, reduzir a vulnerabilidade agroclimática e aumentar o acesso da população rural aos mercados.

“Esse projeto representa o próximo passo na agenda de inclusão produtiva”, explicou Martin Raiser, diretor do Banco Mundial para o Brasil. “Nosso financiamento vai apoiar atividades para melhorar diretamente o acesso à água, além de gerar resiliência ao fortalecer o vínculo entre agricultores e mercados, possibilitando rendimentos mais elevados”.

Foto: EBC

Relatório do Banco Mundial mostra disparidades entre estudantes ricos e pobres globalmente

As sensações de fracasso e impotência, entre outras, acompanham milhões de estudantes de países em desenvolvimento que não sabem ler, escrever ou fazer uma operação de aritmética, mesmo após vários anos de escolarização. Além de nascerem em desvantagem devido à pobreza, ao gênero ou a uma deficiência, eles chegam à idade adulta sem as aptidões mais básicas para a vida.

Alguns dados do mais recente Relatório de Desenvolvimento Global (WDR 2018, na sigla em inglês), do Banco Mundial, revelam as disparidades que existem entre os estudantes ricos e pobres de um mesmo país e entre esses mesmos alunos e os de uma economia desenvolvida. 

Guias e turistas na Cachoeira da Formiga. Foto: Banco Mundial/Juliana BragaGuias e turistas na Cachoeira da Formiga. Foto: Banco Mundial/Juliana Braga

Banco Mundial ajuda Tocantins a explorar turismo sustentável

Em parceria com o Banco Mundial, o governo do Tocantins implementará o projeto Desenvolvimento Regional Sustentável Integrado. Voltada para os setores de transporte, agricultura, pecuária, educação e, sobretudo, turismo, a iniciativa deverá beneficiar mais de 300 mil pessoas, incluindo 13 mil indígenas e 7,5 mil quilombolas. Programa incluirá a criação de um Observatório do Turismo, responsável por contabilizar visitantes do estado e monitorar serviços para viajantes.

Em Bangladesh, um voluntário do ACNUR recolhe informações de Mohammad Busho, um refugiado de 80 anos vindo de Mianmar. A coleta de dados é feita com um aplicativo de smartphone que contribui para agilizar o fornecimento de assistência. Foto: ACNUR/Roger Arnold

Banco Mundial e ACNUR criarão novo centro de dados sobre refúgio

O Banco Mundial e o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) criarão um novo centro estatístico sobre pessoas em situação de deslocamento forçado e sobre as comunidades que as acolhem. Plataforma começará a operar em meados de 2018. Objetivo é coletar dados com qualidade e periodicidade a fim de orientar países na implementação de políticas de longo prazo.

Segundo os dois organismos da ONU, mais de 90% dos refugiados vivem em países em desenvolvimento e mais da metade é considerada deslocada por um período de mais de quatro anos. O cenário, avaliam as instituições, exige que as intervenções pontuais sejam combinadas a estratégias duradouras.

Bebê de nove dias na cidade de Bambaya, no distrito de Kono, em Serra Leoa. Foto: UNICEF/Phelps

ONU: 7 mil recém-nascidos morrem por dia no mundo

A cada dia de 2016, 15 mil crianças morreram antes do seu quinto aniversário. Quase metade delas – ou 7 mil bebês – faleceu nos primeiros 28 dias de vida, segundo relatório divulgado nesta semana (19) pela ONU. Documento aponta queda na mortalidade geral de crianças com menos de cinco anos, mas identifica alta na proporção de bebês que morrem durante o período neonatal.

Levantamento de agências das Nações Unidas aponta que, na África Subsaariana, uma a cada 36 crianças morre no primeiro mês de vida. Em países desenvolvidos, a taxa é de uma a cada 333.

Menina em sala de aula na Guatemala. Na América Latina e no Caribe, mais de 78% das mulheres com emprego ocupam postos de setores da economia considerados de baixa produtividade. Foto: Banco Mundial/Maria FleischmannMenina em sala de aula na Guatemala. Na América Latina e no Caribe, mais de 78% das mulheres com emprego ocupam postos de setores da economia considerados de baixa produtividade. Foto: Banco Mundial/Maria Fleischmann

Banco Mundial: América Latina ampliou educação, mas população pobre ainda tem menos oportunidades

Na América Latina e Caribe, apenas 50% das crianças de três anos de idade oriundas dos 20% mais pobres está na escola. No caso dos meninos e meninas que fazem parte dos 20% mais ricos, a taxa sobe para 90%. Em faixas etárias mais avançadas, disparidades também podem ser observadas. Em média, apenas 20% dos adultos de 21 anos de idade estão na escola. Todavia, entre os 20% mais ricos, o índice chega a 60%. Dados são de uma nova análise do Banco Mundial sobre acesso a educação.

A diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, durante Fórum de Davos em 2013 Foto: Fórum Econômico Mundial/Michael Wuertenberg

FMI e Banco Mundial realizam cúpula em Washington sobre questões socioeconômicas globais

A cúpula anual dos conselhos de diretores do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI) ocorre até domingo (15) em Washington, nos Estados Unidos, para discutir o trabalho das instituições e questões globais como perspectivas econômicas, erradicação da pobreza e impulso ao desenvolvimento.

“Após anos de desempenho medíocre, a economia global deve ter crescimento mais forte este ano, de 3,6%, e esperamos que esse impulso positivo continue em 2018”, disse a diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, durante o evento.

“Isso nos dá uma grande oportunidade de garantir a recuperação e expandi-la para aqueles que ainda não estão se beneficiando dela, e incluir aqueles que estão excluídos ou estão sob o risco de serem excluídos”, salientou.

ONU pede combate à evasão fiscal para financiamento dos objetivos globais. Foto: Agência Brasil

Banco Mundial: 28 dos 32 países da América Latina e do Caribe terão déficit fiscal em 2017

Relatório publicado pelo Banco Mundial nesta quarta-feira (11) indicou que 28 dos 32 países da América Latina e do Caribe terão déficit fiscal em 2017, após seis anos de desaceleração econômica na região.

O organismo internacional salienta que “a frágil situação fiscal” resultou em um nível de dívida pública médio para a região de 58,7% do PIB, com seis países superando 80% do PIB — Dominica, Venezuela, Antígua e Barbuda, Belize, Barbados e Jamaica.