Site acompanhará a história de pessoas refugiadas empreendedoras que estão empenhadas em superar mais um desafio, a pandemia de COVID-19. Foto: ACNUR/Benjamin Loyseau

ACNUR lança página de apoio a empreendedores refugiados em meio à crise de COVID-19

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) lançou nesta quarta-feira (1) a página “Refugiados Empreendedores”, na qual, a cada semana, cinco diferentes casos de pessoas refugiadas empreendedoras no Brasil serão listados.

A proposta é gerar visibilidade aos negócios de pessoas refugiadas que seguem empreendendo no país e contribuindo para o desenvolvimento de suas comunidades e da economia local, mesmo diante das dificuldades geradas pela pandemia da COVID-19.

ACNUR realiza ações para mitigar o impacto da COVID-19 no refugiados. Foto: ACNUR

Coronavírus e refugiados: o que o ACNUR está fazendo no Brasil e no mundo

A Agência ONU para Refugiados (ACNUR), juntamente com outras agências das Nações Unidas e organizações parceiras, acompanha de perto a situação da pandemia da COVID-19 e trabalha diariamente para mitigar os possíveis impactos do coronavírus nos refugiados, pessoas forçadas a se deslocar e comunidades que as acolhem.

Mais de 80% da população global de refugiados e de deslocados internos estão em países de renda baixa ou média, cujos sistemas de saúde e saneamento básico estão sobrecarregados. A superlotação nos campos, assentamentos e abrigos onde vivem é algo comum e representa um desafio adicional no combate à COVID-19, uma vez que o distanciamento social é uma das formas mais eficazes de combater a propagação deste vírus.

Mais de 1,5 bilhão de estudantes em 165 países foram afetados pelo fechamento de escolas devido à COVID-19. Foto: UNESCO

Coronavírus: UNESCO reúne organizações, sociedade civil e setor privado em coalizão pela aprendizagem

Em um momento no qual 87% da população mundial de estudantes é afetada pelo fechamento de escolas devido à COVID-19, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) está lançando uma coalizão global de educação para apoiar os países a ampliar suas melhores práticas de aprendizagem a distância e atingir crianças e jovens em maior risco.

Mais de 1,5 bilhão de estudantes em 165 países foram afetados pelo fechamento de escolas devido à COVID-19.

Nicaraguenses fogem para Costa Rica em busca de proteção internacional. Foto: ACNUR/Daniel Dreifuss

Após dois anos de crise, mais de 100 mil pessoas fugiram da Nicarágua

Ao longo dos últimos dois anos, mais de 100 mil pessoas na Nicarágua procuraram asilo em outros países, buscando fugir de perseguições e violações de direitos humanos. A informação é do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR).

“Sérias crises políticas e sociais no país têm incentivado estudantes, defensores de direitos humanos, jornalistas e fazendeiros nicaraguenses a fugir do país, numa média de 4 mil pessoas a cada mês”, disse durante coletiva a jornalistas o porta-voz do ACNUR Shabia Mantoo, no Palácio das Nações em Genebra. Sem resolução à vista, a agência espera que esse número cresça ainda mais.

Entre as ações realizadas pela OIM em Roraima estão a distribuição de kits de higiene, o auxílio com profissionais de saúde e doação de equipamentos para a rede pública de saúde. Foto: OIM

OIM apoia venezuelanos e comunidade de acolhida com ações frente à COVID-19

A Organização Internacional para as Migrações (OIM), com o financiamento do governo do Japão, está promovendo ações de saúde em Roraima, apoiando a Operação Acolhida, resposta humanitária do governo federal em parceria com agências da ONU e sociedade civil.

Entre as ações realizadas estão a distribuição de kits de higiene, o auxílio a profissionais de saúde e a doação de equipamentos para a rede pública de saúde de Roraima, assim como o compartilhamento e produção de conteúdo informativo e preventivo sobre o coronavírus.

Funcionário do ACNUR inspeciona e embala itens de ajuda, incluindo sabão e toalhas de papel descartáveis para distribuir aos assentamentos de refugiados no Irã, como parte da resposta à COVID-19. Foto: Farha Bhoyroo/ACNUR

Cinco motivos para não esquecer dos refugiados na luta contra a COVID-19

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) apresenta cinco motivos para ninguém esquecer dos refugiados no combate à COVID-19. As 25,9 milhões de pessoas refugiadas no mundo foram forçadas a abandonar suas casas para fugir de conflitos armados, violência e violação dos direitos humanos. Para elas, voltar para seus lares e cidades em segurança não é uma opção.

Além disso, mais de três quartos dos refugiados vivem em países em desenvolvimento nas Américas, África, Oriente Médio e Ásia, onde os sistemas de saúde e saneamento básico de muitos locais já estão sobrecarregados.

No abrigo de Pintolândia, em Boa Vista, funcionários do ACNUR compartilham, em warao, informações de prevenção à COVID-19. Foto: ACNUR/Allana Ferreira

ACNUR busca US$255 milhões para responder ao surto de COVID-19

A pandemia de coronavírus acelera, matando milhares de pessoas todos os dias. A população mais vulnerável a este surto inclui 70 milhões de crianças, mulheres e homens a deslocados à força por guerras e perseguições.

Entre eles, estão cerca de 25,9 milhões de refugiados, dos quais mais de três quartos vivem em países em desenvolvimento nas Américas, África, Oriente Médio e Ásia. Com sistemas de saúde fracos, alguns desses países já estão enfrentando crises humanitárias.

Sessões informativas em abrigos e assentamentos informais fazem parte da estratégia de contenção à COVID-19 entre a população refugiada, migrante e brasileira. Foto: ACNUR/Paulo Lugoboni

COVID-19: ACNUR e parceiros apoiam refugiados e comunidades de acolhida na emergência

As ações de prevenção e enfrentamento à pandemia do novo coronavírus que estão sendo adotadas pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e seus parceiros no Brasil estão beneficiando pessoas refugiadas e as comunidades que as acolhem, evitando a transmissão da COVID-19 nestas populações.

Entre as atividades estão o compartilhamento de informações sobre como se prevenir contra a COVID 19, a distribuição de kits de higiene e limpeza para grupos mais vulneráveis e o fortalecimento da capacidade de atendimento em saúde à população.

Funcionário do ACNUR inspeciona e embala itens de ajuda, incluindo sabão, toalhas de papel descartáveis e termômetros, para distribuir aos assentamentos de refugiados no Irã como parte da resposta à COVID-19. Foto: ACNUR/Farha Bhoyroo

COVID-19: Agência da ONU para Refugiados envia 4 toneladas de ajuda humanitária ao Irã

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) transportou na segunda-feira (23) cerca de 4,4 toneladas de itens essenciais de ajuda médica, incluindo suprimentos para apoiar a resposta à COVID-19 no Irã. Foram entregues máscaras, luvas e medicamentos essenciais para ajudar a resolver a crítica escassez no sistema de saúde do país.

Globalmente, o ACNUR está buscando urgentemente 33 milhões de dólares para aumentar as atividades de preparação, prevenção e resposta para atender às necessidades imediatas de saúde pública de refugiados e comunidades anfitriãs, motivadas pela disseminação da COVID-19 em todo o mundo.

As irmãs gêmeas Emeline e Eveline lavam as mãos em uma estação pública instalada como medida preventiva contra o coronavírus no Nyabugogo Bus Park, em Ruanda. Foto: Ritzau Scanpix

ACNUR: fechamento de fronteiras dos países não pode bloquear direito de solicitar refúgio

Em comunicado publicado na quinta-feira (19), o alto-comissário da ONU para os refugiados, Filippo Grandi, lembra que, diante da disseminação do novo coronavírus, muitos países têm adotado, com razão, medidas excepcionais de limitação de viagens aéreas e dos movimentos transfronteiriços.

No entanto, ele alerta para os efeitos dessas medidas sobre as pessoas que precisam de proteção. “Guerras e perseguições não pararam – e hoje, em todo o mundo, as pessoas continuam fugindo de suas casas em busca de segurança. Estou cada vez mais preocupado com as medidas adotadas por alguns países que poderiam bloquear totalmente o direito de solicitar refúgio.”

Naleen, refugiada síria de 15 anos, e seu tanbur. Foto: ACNUR/Firas Al-Khateeb

Refugiada síria reflete sobre impactos da guerra por meio da música

Com graça e confiança, a síria Naleen, de 15 anos, dedilha seu tanbur, um instrumento tradicional de cordas que parece uma extensão de seu corpo. Por meio da música, ela conta sua história para o mundo.

Para Naleen, a arte reflete a realidade: seu tanbur foi uma das únicas coisas que foi capaz de levar consigo quando fugiu da Síria há menos de seis meses.

Hoje, ela mora com a mãe no campo de refugiados de Bardarash, no Iraque. A música a mantém conectada com a vida que ela foi forçada a deixar para trás. Leia o relato da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Agências da ONU recebem famílias de refugiados reassentados no Rio Grande do Sul. Foto: ASAV/Matheus Kiesling

Agências da ONU anunciam suspensão temporária de viagens para reassentamento de refugiados

Diante da pandemia de COVID-19, Organização Internacional para as Migrações (OIM) e Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) estão tomando medidas para suspender as viagens para o reassentamento de refugiados. Esta é uma medida temporária, a ser aplicada apenas até quando for necessário.

Lembrando que o reassentamento é uma medida que salva vidas, ACNUR e OIM convocam os Estados a trabalhar em estreita colaboração com as Nações Unidas para garantir que as transferências possam continuar nos casos urgentes mais graves, quando possível.

Para ajudar sua família, a síria Naamat, de 11 anos, assumiu responsabilidades que vão muito além de sua pouca idade. Foto: ACNUR

O peso de nove anos de conflito sobre os ombros de uma criança síria

O mês de março marca o início do conflito na Síria, que este ano completou nove anos. Durante todos esses anos, milhões de sírios viram suas casas destruídas, perderam seus parentes, se separaram de suas famílias e tiveram suas vidas adiadas.

A guerra obrigou Naamat, uma refugiada de apenas 11 anos que hoje vive na Jordânia, a assumir responsabilidades muito além de sua pouca idade. Leia o relato da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Yenni com sua filha Branyelis, de sete dias, e seu filho Moises, de três anos, em Boa Vista, Roraima. Foto: ACNUR/Victor Moriyama

Luxemburgo apoia projeto para empoderamento de mulheres venezuelanas em Roraima

Em crises humanitárias, as populações notadamente mais afetadas são de mulheres e crianças. O grau de vulnerabilidade dessas pessoas venezuelanas em Roraima é alto, pois elas acabam expostas a riscos maiores de violência.

Diante deste cenário, o Ministério da Cooperação de Luxemburgo firmou o seu apoio ao programa conjunto “Liderança, empoderamento, acesso e proteção para mulheres migrantes, solicitantes de refúgio e refugiadas no Brasil”, que é implementado por ONU Mulheres, Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) no estado.

Um jovem refugiado lava as mãos em Mafraq, na Jordânia, onde um sistema de aquecimento movido a energia solar, instalado com o apoio da IKEA Foundation e da Practical Action, ajuda a fornecer água quente. Foto: ACNUR/Hannah Maule-ffinch

ARTIGO: Pandemia de coronavírus é um teste de nossos sistemas, valores e humanidade

Em artigo publicado na imprensa internacional, a alta-comissária da ONU para direitos humanos, Michelle Bachelet, e o alto-comissário da ONU para refugiados, Filippo Grandi, afirmam que a doença provocada pelo novo coronavírus, a Covid-19, é um teste não apenas de nossos sistemas e mecanismos de assistência médica para responder a doenças infecciosas, mas também de nossa capacidade de trabalharmos juntos como uma comunidade de nações diante de um desafio comum.

“É um teste da cobertura dos benefícios de décadas de progresso social e econômico em relação aqueles que vivem à margem de nossas sociedades, mais distantes das alavancas do poder.” Leia o artigo completo.

Famílias sírias fogem de ataques em de Idlib. Foto: Ritzau Scanpix

Após 9 anos de tragédia, resiliência e solidariedade, mundo não pode esquecer os sírios

A crise da Síria entra em seu décimo ano e o povo sírio continua a sofrer com essa violenta tragédia. Desde o início do conflito, em março de 2011, homens, mulheres e crianças foram forçados a se deslocar. Muitos foram deslocados mais de uma vez. Hoje, os sírios são a maior população de refugiados do mundo.

Os países anfitriões continuam precisando de financiamento o quanto antes para apoiar milhões de refugiados sírios, a fim de garantir que os serviços nacionais sejam capazes de lidar e expandir oportunidades para refugiados e cidadãos. Leia o relato da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

No campo de Moria, na ilha de Lesvos, no norte da Grécia, uma frase expressa o desejo de milhões de refugiados e migrantes pelo mundo: ‘Movimento de Liberdade’. Foto: Gustavo Barreto (2016)

ACNUR pede alívio das tensões na fronteira da Turquia com União Europeia

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) emitiu comunicado na quinta-feira (5) no qual pede alívio das tensões na fronteira da Turquia com a União Europeia, tendo em vista o aumento atual de deslocamentos de pessoas no país — incluindo refugiados e solicitantes de refúgio.

O ACNUR disse estar monitorando o desdobramento dos acontecimentos na Turquia e na Grécia e oferecendo apoio aos países. “Como em todas as situações como essa, é importante que as autoridades evitem quaisquer medidas que possam aumentar o sofrimento das pessoas vulneráveis.”

Ardo Hassan, de 43 anos, e seus três filhos em Dire Dawa, Etiópia. Eles voltaram para casa depois de 11 anos no exílio. Foto: ACNUR/Helle Degn

Refugiados da Etiópia voltam para casa após 11 anos no exílio

Desde que Ardo Hassan Kowdan fugiu da Etiópia para o Quênia há 11 anos, ela sonhava com o dia em que poderia voltar para casa. Embarcar em um avião que finalmente a levaria de volta para sua terra foi um momento marcante. “Estou extremamente feliz em voltar para onde nasci e dei à luz meus três filhos”, diz a mulher de 43 anos.

O retorno, apoiado pela Agência ONU para Refugiados (ACNUR) e pelos governos de Etiópia e Quênia, faz parte de uma tendência crescente na qual milhares de refugiados etíopes na região estão escolhendo voltar para casa. Eles são motivados, em parte, pelo impacto de recentes reformas políticas e econômicas em sua terra natal.

Treinamento realizado pela Accor com refugiados em Boa Vista (RR). Foto: Exército Brasileiro

Setor hoteleiro é opção para refugiados se realocarem no mercado de trabalho brasileiro

A multinacional hoteleira Accor fechou recentemente um acordo para contratar, até 2021, 150 refugiados venezuelanos para trabalhar em hotéis operados pelo grupo em Argentina, Brasil, Chile e Colômbia. A iniciativa acontece em paralelo a outro projeto que oferece treinamento a pessoas refugiadas no Brasil, como ocorreu em Boa Vista (RR) em dezembro.

Com o tema “O Mundo da Hospitalidade”, o curso capacitou mais de 80 refugiados venezuelanos, que saíram dos dois dias intensivos de aula com um certificado em mãos para atuar no setor hoteleiro. O treinamento foi realizado na Universidade Federal de Roraima e contou com o apoio da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Sardar, um médico que fugiu do Afeganistão depois de receber ameaças de morte, observa um raio-X de um solicitante de refúgio com câncer no centro de recepção e identificação de Moria, em Lesbos. Foto: ACNUR/Achilleas Zavallis

Solicitantes de refúgio sofrem com falta de atendimento médico na Grécia

No ano passado, as condições no maior centro de acolhimento para solicitantes de refúgio nas ilhas gregas eram sombrias. As pessoas careciam do básico em termos de higiene, banheiros, segurança e serviços médicos, e a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) pediu urgentemente por melhorias. Desde então, as coisas em Moria se tornaram ainda mais difíceis.

Os médicos de Moria e do hospital local estão sobrecarregados. ONGs e médicos voluntários trabalham dia e noite. Mesmo assim, muitas vezes eles só conseguem atender os casos mais urgentes e até condições crônicas graves são deixadas sem tratamento.

Maestro João Carlos Martins se apresenta no maior abrigo para refugiados e migrantes na América Latina, em Boa Vista (RR). Foto: ACNUR/Allana Ferreira

Pianista João Carlos Martins apresenta-se para refugiados e migrantes em Roraima

Conhecido mundialmente no circuito de música erudita, o maestro e pianista brasileiro João Carlos Martins usou mais uma vez a música para romper barreiras e unir nações.

Em uma recente visita a Roraima, ele levou inspiração às famílias que vivem no abrigo temporário para refugiados e migrantes venezuelanos Rondon 3, o maior abrigo para esta população na América Latina. Leia o relato da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Mohammad Azeem, 27, vende especiarias em sua loja no mercado da Praça Al-Asif, em Karachi. Foto: ACNUR/Roger Arnold

Com apoio local, refugiado afegão reconstrói vida no Paquistão

Em uma esquina de um mercado movimentado no sul do Paquistão, Mohammad Azeem passa os dedos por um barril de páprica vermelha brilhante. Ele sorri. Suas especiarias estão vendendo bem hoje.

Por anos, Mohammad foi um refugiado afegão sem acesso ao sistema bancário. Como consequência, foi forçado a contar com amigos para fazer cheques e manter seu dinheiro seguro. Agora, os negócios estão crescendo depois que novas leis lhe permitiram abrir uma conta bancária. Leia o relato da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Foto: ACNUR

Síria: chefe da ONU para refugiados pede segurança para civis sitiados

Com o agravamento da situação na província de Idlib, na Síria, onde cerca de 1 milhão de pessoas estão em grave perigo, o alto-comissário da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), Filippo Grandi, disse nesta semana apoiar os pedidos pelo fim das hostilidades e apela para ações urgentes que permitam as pessoas presas no conflito se deslocarem para locais seguros.

Estima-se que mais de 900 mil pessoas tenham fugido de suas casas ou abrigos em Idlib nos últimos meses. A maioria está agora nas províncias ao norte de Idlib e Aleppo, agravando a situação humanitária já desastrosa em meio a condições adversas no inverno rigoroso.

Foi exibido filme para que as crianças e adultos pudessem se distrair durante a espera no cadastramento. Foto: ACNUR

Mutirão de documentação no Pará beneficia mais de 100 indígenas venezuelanos

Em um esforço coordenado entre Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), Polícia Federal e Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos do Pará, 106 indígenas venezuelanos da etnia Warao foram cadastrados nos últimos dois meses junto ao sistema SISCONARE como solicitantes de refúgio, sendo que 70 já tiveram seus protocolos emitidos.

O constante deslocamento dessa população pela região Norte e a complexidade logística de Belém, associados aos desafios linguísticos dos Warao, tornaram desafiador para a rede local de proteção atender suas necessidades de documentação.

O desafio de ajudar crianças refugiadas na Líbia a superar traumas

Tentativas de suicídio, comportamento agressivo, distúrbios do sono e fazer xixi na cama. Esses são apenas alguns dos sintomas apresentados por muitos jovens solicitantes de refúgio e refugiados na Líbia que passaram por momentos de grande violência e sofrimento em sua terra natal, bem como durante suas jornadas difíceis e perigosas em busca de segurança.

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) apoia atividades para ajudar refugiados e solicitantes de refúgio a lidar com sua angústia mental. Na capital líbia, Trípoli, um programa foi projetado especificamente para crianças no Centro de Reuniões e Partidas (CRP).

Sempre que consegue uma pausa durante o dia, a jovem de 16 anos lê e escreve contos. Foto: ACNUR/Hannah Maule-ffinch

Refugiada somali retoma estudos em escola criada pela ONU no Quênia

A jovem somali Mumina passa todo seu tempo livre viajando o mundo por meio da literatura. Sempre que consegue uma pausa durante o dia, a menina de 16 anos lê e escreve contos, os quais são compartilhados com amigos no campo de refugiados de Kakuma, no Quênia.

Ela acabou de concluir seu último ano em uma das instituições de ensino mais prestigiadas do Quênia e única destinada a crianças em idade escolar localizada em um campo de refugiados. A escola foi criada pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

A palha de cabuya ou ojidu, conhecido como buriti no Brasil, é a principal matéria-prima das peças. Foto: ACNUR/ Felipe Irnaldo

Em Manaus, artesãs venezuelanas Warao participam de oficina de inovação para gerar renda

A criatividade e o saber ancestral da etnia Warao podem se tornar uma fonte de renda e esperança para refugiadas e migrantes desta população indígena acolhida em Manaus (AM).

Uma parceria da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) com o Museu Casa do Objeto Brasileiro promoveu  em novembro uma oficina de inovação para artesãs indígenas moradoras do Abrigo Alfredo Nascimento, localizado na zona norte da cidade.

Em Teknaf, Bangladesh, a apresentadora Joya Pul Happy (à esquerda) e sua produtora Shanta Pul na rádio comunitária, trabalham em um próximo programa. (Agosto de 2018). Foto: UNICEF/Brown

ONU destaca promoção de diversidade e inclusão no Dia Mundial do Rádio

Em uma mensagem para o Dia Mundial da Rádio 2020, comemorado nesta quinta-feira (13), o secretário-geral da ONU, António Guterres, destacou como o meio pioneiro de comunicação celebra a diversidade e contribui para a paz global.

“Enquanto nos esforçamos para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e enfrentar a crise climática, o rádio tem um papel fundamental a desempenhar como fonte de informação e inspiração”, disse Guterres.

As receitas são preparadas com itens das marmitas entregues diariamente pela Operação Acolhida. Os abrigados também se unem para complementar o estoque da cozinha. Foto: ACNUR/Allana Ferreira

Cozinha em abrigo de Roraima adapta cardápio para venezuelanos com restrições alimentares

São sete da manhã, e o cheirinho de mingau fresquinho começa a tomar conta do abrigo para refugiados e migrantes Nova Canaã, em Boa Vista (RR). As cozinheiras, que são voluntárias e moram do local, preparam as primeiras refeições para bebês entre 0 e 2 anos, jovens e adultos que seguem uma dieta restrita devido a questões médicas. Leia o relato da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).