Campanha 'Talentos Invisíveis' aborda desafios que refugiados enfrentam para se inserir no mercado de trabalho brasileiro. Imagem: Agência África

Campanha destaca qualificações profissionais de refugiados que buscam emprego no Brasil

Em parceria com o Programa de Apoio para a Recolocação dos Refugiados (PARR) e a empresa EMDOC, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) lançou nas redes sociais a campanha “Talentos Invisíveis”, uma ação inédita para facilitar o ingresso de pessoas refugiadas no mercado de trabalho brasileiro. Até o final do ano passado, o Brasil abrigava 9.552 pessoas reconhecidas como refugiadas pelo governo federal.

Rabah Mahmoud Ali (à direita) e sua família ao lado de fora da casa destruída no leste de Mossul, no Iraque. Foto: ACNUR/Caroline Gluck.

Em meio a ruínas da guerra em Mossul, moradores começam a reconstruir suas vidas

No ano passado, enquanto a batalha de Mossul, no Iraque, devastava tudo ao seu redor, Rabah Mahmoud Ali e sua família foram expulsos de casa por militantes armados. Depois que as forças iraquianas retomaram o controle da cidade, eles retornaram e se defrontaram com uma triste realidade: o telhado e o primeiro piso de sua casa haviam sido danificados por bombas, seus pertences saqueados e todas as vidraças estavam quebradas. O relato é da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

O alto-comissário do ACNUR, Filippo Grandi, se encontra com Masoota Hatu, de 55 anos. Foto: ACNUR/Roger Arnold

Alto-comissário da ONU para refugiados encoraja reconciliação entre comunidades de Mianmar

Em outubro de 2016, cerca de 20 mil pessoas foram deslocadas nos arredores de Maungdaw, em Mianmar, em uma operação de segurança organizada em resposta a diversos ataques a postos de fronteira. Também no mesmo país, na região de Sittwe, 120 mil indivíduos ainda moram em campos para deslocados internos. Esse contingente teve de deixar seus lares durante uma onda de violência cujo estopim foi em 2012.

Malala conversa com Anwar Ahmad Ayesh sobre suas experiências. Foto: ACNUR/Cengiz Yar

Malala alerta para necessidade de investimento em educação nos países em conflito

Durante sua primeira visita à região do Curdistão no Iraque na terça-feira (11), a ganhadora do Prêmio Nobel da Paz Malala Yousafzai fez um apelo aos líderes mundiais para que invistam na educação das crianças que vivem em países atingidos por conflitos.

“A educação não pode ser deixada de lado. Especialmente em países que estão enfrentando conflitos. A educação é um direito humano básico. Todos os líderes globais provêm educação às suas crianças, então, precisamos provê-la a essas crianças também”, disse a Mensageira da Paz da ONU, durante visita a campo de deslocados iraquianos. O relato foi feito pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Mateo, de 5 anos, e sua família tiveram que fugir da violência das gangues em Honduras. Foto: Jordan Hay

Hondurenha busca refúgio no México para proteger filhos da violência das gangues

Emily tinha toda uma vida em Honduras quando seus filhos passaram a ser ameaçados por membros de gangues, os chamados “maras”. Ela mesma chegou a ser agredida por um dos criminosos e, para sobreviver, decidiu deixar mãe e irmão para trás e proteger seus quatro filhos.

No México, a família teve que dormir nas ruas, mas logo foi acolhida por um abrigo apoiado pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR). Hoje, seus filhos recebem apoio psicológico e, o mais velho, conseguiu um emprego em território mexicano. Leia o relato feito pela agência da ONU.

O presidente da FNP e prefeito de Campinas, Jonas Donizzete, e o coordenador-residente da ONU no Brasil, Niky Fabiancic, firmaram acordo de parceria em Brasília. Foto: PNUD/Vivian Doherty

ONU Brasil e Frente Nacional dos Prefeitos reforçam parceria pelo desenvolvimento sustentável

O coordenador-residente da ONU no Brasil, Niky Fabiancic, e o presidente da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) e prefeito de Campinas (SP), Jonas Donizette, firmaram na terça-feira (4) um memorando de entendimento com o objetivo de criar um marco de cooperação, além de facilitar e fortalecer a colaboração para promoção e alcance dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Refugiados sírios são resgatados no mar Mediterrâneo. Foto: ACNUR/A. D’Amato

Crise econômica e abusos na Líbia têm forçado refugiados e migrantes a fugir para a Europa

Cerca da metade das pessoas que chegam à Líbia está em busca de trabalho, mas acabam sendo forçadas a fugir para a Europa para escapar de risco de morte, instabilidade, condições econômicas difíceis, assim como exploração e abusos generalizados no país. A conclusão é de novo estudo da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) sobre fluxos de refugiados e migrantes.

Os cidadãos estrangeiros que estão indo para a Líbia fazem parte de um fluxo migratório misto, ou seja, composto por pessoas vindas de diferentes contextos, mas que viajam juntos pelas mesmas rotas, muitas vezes com o auxílio de contrabandistas e gangues criminosas. Os grupos são compostos por refugiados, solicitantes de refúgio, migrantes econômicos, menores desacompanhados, deslocados por motivos de catástrofes ambientais, vítimas de tráfico humano, entre outros.

Sahar Amar, de 22 anos, e seus filhos Hamood, de 6 anos, Amar, de 3, e Zahra, de 10 meses. Foto: ACNUR/Cengiz Yar

Viúvas da guerra de Mossul enfrentam novos desafios do deslocamento forçado

Quando foi forçada a deixar seu bairro na parte ocidental de Mossul, Asmaa Mahmood, de 25 anos, seu marido e suas duas filhas enfrentaram o fogo cruzado entre os militantes em combate. A família acabou sendo capturada e, em seguida, separada. Duas semanas depois de chegar ao campo Hammam Al-Alil, ela soube que seu marido havia sido morto.

Viúvas como Asmaa estão entre as mais de 900 mil pessoas que foram forçadas a fugir desde que as operações militares para a retomada da segunda maior cidade do Iraque tiveram início há nove meses.

Irmãs sírias que vivem no Brasil há quase dois anos posam para uma foto depois de terem plantado uma muda de uma espécie típica da Mata Atlântica em São Paulo. Foto: ACNUR/Miguel Pachioni

Crianças refugiadas participam de plantio de árvores da Mata Atlântica em São Paulo

Em São Paulo, o primeiro sábado de julho amanheceu sem sol, com frio e a famosa garoa. Mas para um grupo de cerca de 50 crianças refugiadas e brasileiras, isso pouco importava. Todas acordaram com uma missão especial: plantar mudas nativas da Mata Atlântica no Parque do Rodeio, zona leste da capital paulista. Atividade contou com a participação do ator Victor Fasano e da organização não governamental I Know My Rights (IKMR), parceira da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Priscila fez o possível para salvar a filha de ser levada como escrava sexual por uma gangue. Foto: ACNUR/Jordan Hay

Família hondurenha obtém refúgio no México após fugir da violência das gangues

A violência das gangues em Honduras faz com que famílias inteiras precisem deixar o país para sobreviver. Esse foi o caso da família de Priscila, que deixou comércio, casa e toda uma vida para trás em busca de segurança, especialmente para a filha dela, ameaçada pelos criminosos.

Em todo o mundo, Honduras é o país que mais registra homicídios de mulheres, sendo que a maioria das vítimas tem menos de 24 anos. Os membros das gangues frequentemente escolhem “namoradas” que são estupradas, abusadas e mortas. Leia o relato da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Refugiados nigerianos retornam de Camarões e aguardam para se registrar no campo de Banki, nordeste da Nigéria. Foto: ACNUR/Romain Desclous

ONU alerta para repatriação forçada de nigerianos refugiados em Camarões

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) demonstrou na quinta-feira (29) preocupação com o retorno forçado de refugiados em Camarões para o nordeste da Nigéria, em meio à ausência de condições para o retorno seguro dessas populações.

“O retorno involuntário de refugiados precisa ser evitado sob quaisquer circunstâncias”, disse o alto-comissário da ONU para os refugiados, Filippo Grandi, em comunicado enviado à imprensa.

Simon Renel, imigrante haitiano, líder comunitário e funcionário contratado do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) de Lajeado, no Rio Grande do Sul. Ele falou sobre sua trajetória desde que chegou no Brasil, há quase seis anos. Foto: Alessandra Jungs de Almeida

Universidade Federal de Santa Maria promove curso sobre migração e refúgio para servidores públicos

Na semana em que se celebrou o Dia Mundial do Refugiado, lembrado em 20 de junho, a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) ofereceu na quarta-feira (21) uma capacitação em direitos humanos para servidores públicos que atuam na cidade. Curso “Migração, Refúgio e Políticas Públicas” reuniu funcionários de todos os níveis de governo e contou com a participação de refugiados, migrantes e brasileiros que moram no município. Iniciativa terá continuidade em julho.

Foto: ACNUR/Rima Cherri/Houssam Hariri

No Líbano, cozinha comunitária fornece centenas de refeições para refugiados sírios no Ramadã

No Vale do Beca, no Líbano, uma cozinha comunitária fornece centenas de refeições para refugiados durante o Ramadã, um período sagrado no calendário islâmico. O projeto reúne refugiados sírios e voluntários do Líbano e do exterior para ajudar a preparar, embalar e entregas as refeições.

Nessa região vivem atualmente mais de 370 mil sírios que fugiram da guerra. O Líbano é o país que proporcionalmente mais recebe refugiados em todo o mundo. Confira nesse vídeo da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Criolo faz show em São Paulo, apresentando seu mais recente trabalho “Espiral de Ilusão”. Fora dos palcos, ação promovida pelo rapper arrecadou 1,7 tonelada de alimentos. Foto: ACNUR/Miguel Pachioni

Show do Criolo em SP arrecada quase 2 toneladas de alimentos para refugiados

Em um show que reverenciou o samba e suas raízes, o rapper brasileiro Criolo reafirmou seu compromisso com a causa humanitária e promoveu a arrecadação de alimentos para refugiados e solicitantes de refúgio, assim como para migrantes e brasileiros em situação de vulnerabilidade que vivem em São Paulo.

Antes do início do espetáculo, enquanto os fãs do músico chegavam com suas doações, o vídeo “Tendências Globais do Deslocamento Forçado em 2016”, produzido pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), foi exibido em todas as telas do Citibank Hall.

Integrantes das agências da ONU, do município de São Paulo e da sociedade civil dialogam sobre o tema refúgio e gênero, tendo ao centro a refugiada Lara. Foto: Paulo Pinto/Fotos Públicas

ONU lança cartilha informativa sobre proteção de pessoas LGBTI em situação de refúgio

Pessoas em situação de refúgio devido às suas orientações sexuais e identidades de gênero enfrentam dificuldades e violência ao longo de suas vidas, tornando-as ainda mais vulneráveis tanto em seu país de origem como durante seu deslocamento em busca de segurança e proteção internacional.

Cartilha lançada pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e pelo Escritório do Alto Comissariado da ONU para Direitos Humanos (ACNUDH) em quatro idiomas está disponível para download e tem como objetivo esclarecer quem são e quais as necessidades específicas de proteção das pessoas LGBTI, assim como indicar instituições no Brasil que oferecem apoio e informação.

Eiman Haru, refugiada sudanesa, hoje ajuda mulheres na mesma situação pelo IMDH. Foto: ACNUR

Com experiência humanitária, sudanesa ajuda outras refugiadas a recomeçar a vida no DF

Atuando no projeto “Mulheres Unidas”, o trabalho de Eiman Haru é exemplo da luta pelo fim da violência contra as mulheres refugiadas – e pauta do Dia Laranja pelo Fim da Violência contra as Mulheres, marcado todo dia 25. Iniciativa do Instituto de Migrações e Direitos Humanos (IMDH) tem o apoio da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Como grande parte das mulheres forçadas a se deslocar, a trajetória de Eiman é marcada pela superação das dificuldades inerentes ao refúgio e à integração local. Confira nesse vídeo e nessa reportagem especial.

Parada do Orgulho LGBT em São Paulo, 2015. Foto: Leo Pinheiro / Fotos Públicas

Agências da ONU lançam cartilha sobre proteção refugiados e solicitantes de refúgio LGBTI

No marco da campanha Livres & Iguais, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e o Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) lançarão a Cartilha Informativa sobre a Proteção de Pessoas Refugiadas e Solicitantes de Refúgio LGBTI na terça-feira (27) a partir das 9h30, na Sala Jardel Filho do Centro Cultural São Paulo, na capital paulista.

O evento, que recebe o apoio da Prefeitura de São Paulo, terá a participação de refugiados, representantes da sociedade civil engajados com a temática do refúgio e populações LGBTI, além de representantes de universidades, governo local e das Nações Unidas.

Há mais de dez anos, Efi Latsoudi ajuda nos funerais de muçulmanos na ilha de Lesbos, no norte da Grécia, permitindo que refugiados enterrem seus familiares de acordo com sua religião. Ela lidera uma organização que mantém, junto com outros grupos da sociedade civil, a vila de PIKPA, um abrigo para os refugiados mais vulneráveis em Lesbos. Por seu trabalho humanitário, Efi Latsoudi ganhou o Prêmio Nansen da Agência da ONU para Refugiados, ACNUR. Foto: ACNUR/Gordon Welters

Vencedora de prêmio humanitário da ONU honra refugiados perdidos para o mar

Há mais de dez anos, Efi Latsoudi ajuda nos funerais de muçulmanos na ilha de Lesbos, no norte da Grécia, permitindo que refugiados enterrem seus familiares de acordo com sua religião. Ela lidera uma organização que mantém, junto com outros grupos da sociedade civil, a vila de PIKPA, um abrigo para os refugiados mais vulneráveis em Lesbos.

Por seu trabalho humanitário, Efi Latsoudi ganhou o Prêmio Nansen da Agência da ONU para Refugiados, ACNUR.

Isabel Marquez (ACNUR) mediou a conversa com os especialistas Charles Gomes (Cátedra Sérgio Vieira de Mello na Fundação Casa de Rui Barbosa), Bernardo Laferté (CONARE - Comitê Nacional para Refugiados) e Serge Makanzu Kilala (orientador de público do Museu do Amanhã). Foto: Diogo Felix/ACNUR/Cáritas Arquidiocesana do Rio de Janeiro

Mudanças climáticas devem intensificar deslocamentos forçados, dizem especialistas

As mudanças globais do clima são uma ameaça à segurança humana e comprometem a cultura e identidade de populações inteiras. O alerta foi feito por especialistas que discutiram nesta semana os deslocamentos causados por questões climáticas durante o seminário ‘Vozes do Refúgio’, no Museu do Amanhã, no Rio, para marcar o Dia Mundial do Refugiado (20).

Durante o encontro, os participantes pediram comprometimento com os acordos climáticos e a criação de políticas de proteção para populações em maior situação de vulnerabilidade. O evento e a exposição são uma parceria do Museu com o ACNUR (Agência da ONU para Refugiados) e a Agence France-Presse (AFP).

Realizada pelo ACNUR, a mostra de filmes “Olhares sobre o Refúgio” trará para os cinemas de cinco capitais brasileiras diferentes perspectivas sobre a vida de vítimas de deslocamento forçado. Foto: ACNUR/Sebastian Rich

São Paulo lembra Dia Mundial do Refugiado com debates e eventos culturais

O lançamento do relatório “Tendências Globais 2016” da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) foi marcado por eventos no Brasil esta semana que colaboraram para reforçar as contribuições que as pessoas refugiadas podem trazer aos países de acolhida.

A capital paulista sediou um evento para apresentar o documento “Tendências Globais – Deslocamentos Forçados em 2016” e a mostra internacional de documentários “Olhares sobre o Refúgio”.

Juba, Sudão do Sul. Foto: ONU/Eskinder Debebe

Crise de refugiados no Sudão do Sul é a que mais cresce no mundo

O Sudão do Sul substituiu a Síria como a crise de refugiados que mais cresceu no mundo no ano passado, de acordo com o relatório “Tendências Globais”, divulgado esta semana pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

“Uma das maiores crise em 2016 deixou de ser a Síria — que infelizmente está entrando em seu sexto ano (de conflito) —, e passou a ser o Sudão do Sul”, disse a representante do ACNUR no Brasil, Isabel Marquez, durante evento realizado pelo Centro de Informação das Nações Unidas (UNIC Rio) na capital carioca na terça-feira (20), Dia Mundial do Refugiado.

Milhares de crianças chegam a Tapachula, no México, fugindo da violência em países da América Central. Foto: ACNUR

ONU lança no Brasil campanha para apoiar crianças que fogem da violência na América Central

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) lançou na terça-feira (20) no Rio de Janeiro a campanha “Crianças em Fuga”, que alerta para o flagelo de milhares de crianças que fogem da violência de gangues nos países do Triângulo Norte da América Central (El Salvador, Honduras e Guatemala).

“Lançamos essa campanha em todo o mundo para promover uma melhor resposta a essa emergência”, disse a representante do ACNUR no Brasil, Isabel Marquez, durante o evento para o Dia Mundial do Refugiado realizado pelo Centro de Informação das Nações Unidas (UNIC Rio) no Palácio Itamaraty, centro da capital fluminense.

Evento foi realizado no Palácio do Itamaraty, centro do Rio de Janeiro. Foto: UNIC Rio

ONU reúne refugiados, autoridades e sociedade civil no Rio para debater crise humanitária global

No Dia Mundial do Refugiado, cerca de 100 pessoas reuniram-se nesta terça-feira (20) no Palácio Itamaraty, no Rio de Janeiro, para discutir questões relacionadas ao alto número de refugiados e deslocados no mundo devido a conflitos, violência e perseguições.

O evento, promovido pelo Centro de Informação das Nações Unidas (UNIC Rio), teve a presença de representantes da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), da Cáritas Arquidiocesana, do Comitê Nacional para os Refugiados (CONARE), do Ministério das Relações Exteriores, da sociedade civil, da academia e da imprensa.

Refugiados de países como Síria, Colômbia, República Democrática do Congo e Gâmbia que vivem no Rio também estiveram presentes, e contaram em uma roda de conversa suas dificuldades e conquistas desde que chegaram ao país.