Adolescentes refugiados e brasileiros concluem curso profissionalizante em São Paulo

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Brasileiros e refugiados concluíram em São Paulo um curso profissionalizante sobre apólices e modalidades de seguro. Oferecida pelo Instituto Techmail e pela Escola Nacional de Seguros, a formação teve a participação de 26 jovens com idade entre 16 e 20 anos. Entre os alunos, quatro eram refugiados da República Democrática do Congo e de Angola. Com o diploma em mãos, a turma está pronta para ingressar no mercado de trabalho.

Em São Paulo, curso sobre apólices de seguro teve a participação de adolescentes refugiados e brasileiros. Foto: Instituto Techmail

Em São Paulo, curso sobre apólices de seguro teve a participação de adolescentes refugiados e brasileiros. Foto: Instituto Techmail

Brasileiros e refugiados concluíram em São Paulo um curso profissionalizante sobre apólices e modalidades de seguro. Oferecida pelo Instituto Techmail e pela Escola Nacional de Seguros, a formação teve a participação de 26 jovens com idade de 16 a 20 anos. Entre os alunos, quatro eram refugiados da República Democrática do Congo e de Angola. Com o diploma em mãos, a turma está pronta para ingressar no mercado de trabalho.

“Além de ter mais oportunidades para conseguir emprego, o que aprendemos aqui nos ajudará muito no futuro. Também tive a oportunidade de conhecer outras pessoas, inclusive quem já atua no mercado de trabalho”, conta a congolesa Elizabeth.

Todos os formandos estavam no ensino médio ou começando a universidade. A capacitação “Amigo do Seguro” abordou os serviços de seguro para automóvel, residência, saúde e outros tipos de apólices, além de incluir aulas de português e matemática.

“Aprendi muitas coisas que não sabia, como matemática financeira, educação financeira e também sobre todos os tipos de seguro”, afirma Bernice, que também é congolesa.

Luiz Fernando Pinto de Carvalho, gestor do Instituto Techmail, ressalta que o curso não se restringe apenas a ensinar habilidades específicas. “A inserção no mercado de trabalho não é o nosso fim, que é sim, de mudar a vida dos jovens, propiciando a eles ferramentas necessárias para se manterem no mercado e darem continuidade às suas aspirações”, explicou.

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) parabeniza iniciativas como essa, por garantir a integração digna de refugiados às comunidades que os acolhem. Promovendo conhecimento para a juventude, o projeto assegura o desenvolvimento de suas capacidades.


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