ACNUR e Comissão Europeia lançam publicação sobre como jovens refugiados veem o mundo

O documento compila as experiências coletadas por Diana Rodriguez Gomez durante as várias entrevistas realizadas com meninas e meninos no Equador.

23% da população refugiada no Equador tem menos de 18 anos. A discriminação é um dos maiores desafios que eles enfrentam. Foto: ACNUR/ S.Aguilar

23% da população refugiada no Equador tem menos de 18 anos. A discriminação é um dos maiores desafios que eles enfrentam. Foto: ACNUR/ S.Aguilar

Com apoio da iniciativa Crianças de Paz da União Europeia, o Alto Comissariado da ONU para Refugiados (ACNUR) lançou nesta semana a publicação “Eu me vejo”, um documento sobre como crianças e adolescentes refugiados veem seu mundo. Desenvolvido pela pesquisadora Diana Rodríguez Gómez*, da Columbia University, a publicação mostra uma realidade complexa, onde se combinam desafios de adaptação, mas também a criatividade, habilidades e desejos para o futuro dessa população.

“Eu me vejo” é fruto da colaboração da pesquisadora em Educação e Conflito, Diana Rodriguez Gomes, com o escritório da Agência da ONU para Refugiados no Equador. Graças ao apoio do Departamento de Ajuda Humanitária e Proteção Civil da União Europeia (ECHO), que financia projetos para favorecer crianças e adolescentes em situação de refúgio através de sua iniciativa “Crianças de Paz” (Children of Peace, em inglês).

O documento compila as experiências coletadas por Diana Rodriguez Gomez durante as várias entrevistas realizadas com meninas e meninos nas províncias equatorianas de Pichincha e Sucumbios, assim como o material fotográfico elaborado pelo próprios jovens sobre sua realidade cotidiana.

Mais detalhes desta iniciativa estão disponíveis aqui.