ACNUR: alojamentos para desabrigados de vulcão na Guatemala têm saneamento precário

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Contínuas erupções do Vulcão de Fogo já afetaram a vida de 1,7 milhão de pessoas, segundo dados do governo divulgados na quinta (7). Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) afirmou hoje (8) que faltam serviços de saneamento, incluindo privadas, e de iluminação nos abrigos para as pessoas deslocadas na catástrofe.

Abrigo Simon Bergano Villegas Berga, em Escuintla, na Guatemala, recebe pessoas desabrigadas pelo Vulcão de Fogo. Foto: PNUD/Fernanda Zelada Rosal

Abrigo Simon Bergano Villegas Berga, em Escuintla, na Guatemala, recebe pessoas desabrigadas pelo Vulcão de Fogo. Foto: PNUD/Fernanda Zelada Rosal

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) informou nesta sexta-feira (8) que segue prestando assistência às autoridades e à população da Guatemala, onde as contínuas erupções do Vulcão de Fogo já afetaram a vida de 1,7 milhão de pessoas, segundo dados do governo divulgados na quinta (7). Organismo internacional afirmou que falta iluminação e serviços de saneamento, incluindo privadas, nos abrigos para as pessoas deslocadas na catástrofe.

De acordo com estimativas oficiais, 12,4 mil pessoas foram evacuadas. O Instituto Nacional de Ciências Forenses do país atualizou na tarde de ontem o número de mortos para 109.

Uma avaliação das necessidades da poluição, conduzida por profissionais das Nações Unidas, teve de ser adiada devido à permanente atividade do vulcão. O ACNUR está com equipes nas regiões atingidas, registrando as necessidades de quem foi hospedado em alojamentos. O governo afirma que há 4.137 pessoas em 21 centros de acolhimento cadastrados. Além dessas instalações, existem outros 23 abrigos não registrados.

Segundo o organismo da ONU, são necessárias melhorias no saneamento e a criação de espaços seguros para mulheres e crianças. Áreas comuns das instituições estão sem iluminação adequada e não há latrinas suficientes para atender à demanda.


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