A ONU e a questão da República Democrática do Congo: um longo caminho para a paz

São constantes os combates entre as Forças Armadas Congolesas e o grupo rebelde M23, principalmente no leste da RD Congo. Saiba mais sobre o contexto e os últimos progressos neste tema.

Na foto em Kibati, de 27 de julho de 2012, moradores de Rutshuru fugiram de suas casas em busca de segurança na capital da província, Goma. Crédito: ONU/Sylvain Liechti.

São constantes os combates entre as Forças Armadas Congolesas, conhecidas pela sigla FARDC, e o grupo rebelde M23 na província de Kivu do Norte e em outras áreas, principalmente no leste da República Democrática do Congo (RDC).

No dia 24 de fevereiro, onze países africanos – Angola, Burundi, República Centro-Africana, RD Congo, República do Congo, Ruanda, África do Sul, Sudão, Uganda e Tanzânia – assinaram um acordo de paz histórico que será monitorado de perto pela ONU e por todas as partes envolvidas para dar fim aos conflitos no país e na Região dos Grandes Lagos.

Dois dias antes, o Conselho de Segurança da ONU fez a sua reunião de número 6.925 do órgão para discutir a situação. Foi uma reunião pública com consulta fechada, além da apreciação do Relatório do Secretário-Geral sobre a Missão de Estabilização da Organização das Nações Unidas na RD Congo (S/2013/96).

Na foto, em Kibati no dia 27 de julho de 2012, moradores de Rutshuru fogem de suas casas em busca de segurança para a capital da província, Goma. Crédito: ONU/Sylvain Liechti.

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(Informações compiladas pela Biblioteca da ONU Dag Hammarskjöld)

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