Indígenas são uns dos grupos da população brasileira que mais sofrem com pobreza e discriminação. Foto: Daniel Caron/FAS

Quase 30% das crianças indígenas com menos de 5 anos sofrem de desnutrição

Nas últimas décadas, o Brasil reduziu significativamente a taxa de desnutrição crônica entre menores de 5 anos (de 19,6% em 1990 para 7% em 2006), atingindo, antes do prazo, a meta dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM).

Entretanto, a desnutrição crônica ainda é um problema em grupos mais vulneráveis, como indígenas, quilombolas e ribeirinhos.

De acordo com o Ministério da Saúde, em 2018, a prevalência de desnutrição crônica entre crianças indígenas menores de 5 anos era de 28,6%. Os números variam entre etnias, alcançando 79,3% das crianças ianomâmis. O relato é do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

O secretário-geral da ONU, António Guterres. Foto: TASS/UN DPI

Secretário-geral da ONU elogia iniciativa de diálogo no Equador

O secretário-geral da ONU, António Guterres, fez um apelo para que todos os envolvidos na crise equatoriana se comprometam com um diálogo inclusivo e eficaz e trabalhem em busca de uma solução pacífica para os importantes desafios que o Equador enfrenta.

Em comunicado emitido por seu porta-voz, o chefe da ONU também pediu que todas as partes reduzam as tensões, evitem atos de violência e ajam com o máximo de moderação.

A Fazenda Bacuri, da engenheira florestal Hortência Osaqui, tem uma agroindústria que produz derivados do fruto, que é rico em potássio, fósforo e cálcio. Foto: Louisa Lösing/CC.

No Pará, empreendedora rural desenvolve sistema produtivo com a fruta bacuri

Hortência Osaqui (53) é engenheira florestal e empreendedora rural. Através de sua fazenda localizada no município de Augusto Corrêa, ela promove a bioeconomia no nordeste do Pará.

A Fazenda Bacuri, de Hortência, produz o fruto amazônico de mesmo nome e seus derivados, empregando pelo menos 15 famílias no período da safra. Sua produção comercializa orgânicos, valoriza a biodiversidade local e impulsiona o turismo sustentável da região.

Na reportagem produzida pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Hortência conta sua trajetória como mulher rural e as conquistas que já obteve, apesar dos preconceitos.

A cafeicultora Maria Regina Mendes Nogueira, de 47 anos, é uma das integrantes do Grupo Mulheres Organizadas em Busca de Igualdade (MOBI). Foto: FAO

Por meio da poesia, cafeicultora valoriza a agricultura e o trabalho da mulher rural

“A vida é uma semente, que precisa ser plantada. Nas mãos do agricultor, ela será germinada”. Este é um dos versos escritos pela agricultora orgânica Maria Regina Mendes Nogueira, 47 anos, de Poço Fundo (MG). No campo e na poesia, a produtora de café expressa sua visão sobre a importância da agricultura e do trabalho da mulher que vive no meio rural.

Mais conhecida como Regina, ela é uma das integrantes do Grupo Mulheres Organizadas em Busca de Igualdade (MOBI), um coletivo da Cooperativa dos Agricultores Familiares de Poço Fundo e Região (COOPFAM) que atua em prol do protagonismo e visibilidade do trabalho da mulher na agricultura. O relato é da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Produtora rural colombiana transforma resíduos em energia renovável de baixo custo

Produtora rural do município de Santo Antônio, a colombiana Sandra Mendoza, de 46 anos, teve acesso a microcrédito e passou a adotar em sua propriedade o biodigestor, uma tecnologia que permite aproveitar resíduos para produzir energia renovável e de baixo custo.

Além de ser a primeira mulher presidente do Comitê Cafeeiro Municipal, Sandra fundou a Associação de Mulheres Cafeeiras de Santo Antônio. Também é a primeira a utilizar um biodigestor no estado de Tolima. Leia a reportagem da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Secretário-geral da ONU, António Guterres, ressaltou que violência de gênero é pandemia global. Foto: ONU/Loey Felipe

ONU diz estar disposta a apoiar diálogo em meio às manifestações no Equador

O secretário-geral da ONU, António Guterres, disse na quinta-feira (10) estar preocupado com os recentes acontecimentos no Equador e instou todas as partes a reduzir as tensões, evitar atos de violência e exercer a máxima moderação.

A ONU confirmou ter recebido solicitação por parte do governo equatoriano para facilitar o diálogo com os diferentes setores da sociedade civil, após os protestos iniciados na semana passada por conta da alta dos preços dos combustíveis anunciada pelo presidente Lenín Moreno.

A atriz mexicana Yalitza Aparicio recebeu o título de Embaixadora da Boa Vontade da Unesco para Povos Indígenas. Foto: Unesco | Christelle Alix.

Protagonista do filme Roma recebe título de Embaixadora da Boa Vontade da UNESCO

Primeira indígena mexicana indicada ao prêmio Oscar, Yalitza Aparicio, quer apoiar indígenas e promover os direitos da mulher. Roma foi o primeiro trabalho da jovem atriz, considerada pela revista norte-americana Time uma das 100 pessoas mais influentes do mundo em 2019.

Yalitza Aparicio recebeu na sexta-feira (4) o título de Embaixadora da Boa Vontade da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) para Povos Indígenas.

Com o título, a atriz ajudará a garantir a integração dos povos indígenas em todo o mundo, a concretização de seus direitos, e a proteção e a celebração do patrimônio cultural.

Tribunais e magistrados do país agora contam com um manual de orientações sobre indígenas processados criminalmente. Foto: PNUD/Tiago Zenero

PNUD publica manual para assegurar direitos de indígenas processados criminalmente

Tribunais e magistrados do país agora contam com um manual de orientações sobre indígenas processados criminalmente. Publicado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no âmbito do Programa Justiça Presente, o guia aborda a Resolução 287/2019, que estabelece procedimentos para o tratamento das pessoas indígenas acusadas, rés, condenadas ou privadas de liberdade, e dá diretrizes para assegurar os direitos dessa população no âmbito criminal do Poder Judiciário.

A cafeicultora mineira Vânia Lúcia Pereira da Silva. Foto: FAO

Mineira enfrenta preconceitos e lidera cooperativa de produtores de café em MG

Aos 47 anos, a mineira Vânia Lúcia Pereira da Silva resume em uma palavra o sentimento que tem ao olhar para sua trajetória como agricultora orgânica: gratidão. Produtora de café orgânico, ela faz parte da Cooperativa dos Agricultores Familiares de Poço Fundo e Região (COOPFAM).

Inicialmente, seu envolvimento se deu por ser esposa de cooperado. Mas, posteriormente, Vânia acabou se tornando uma das líderes da organização, por meio de um grupo de mulheres que atuam na cooperativa.

Mas ela afirma que a missão não é fácil. “Em pleno século 21, ainda existe muito preconceito em relação à mulher. Na verdade, falta mesmo confiança das pessoas com relação ao trabalho da mulher, ainda mais em um reduto bem masculino que é o de cooperativas de café”, conta. Leia reportagem que faz parte da campanha de Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e ONU Mulheres.

Estudante com deficiência visual em uma universidade em Al-Fashir, Darfur do Norte, no Sudão. Foto: Hamid Abdulsalam/UNAMID

Organização Mundial da Saúde lança primeiro relatório mundial sobre visão

Mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo estão vivendo com deficiência visual por não receberem os cuidados dos quais necessitam para condições como miopia, hipermetropia, glaucoma e catarata, de acordo com o primeiro relatório mundial sobre visão publicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) na terça-feira (8).

O relatório, lançado às vésperas do Dia Mundial da Visão, celebrado em 10 de outubro, constatou que o envelhecimento da população, a mudança de estilo de vida e o acesso limitado à assistência oftalmológica, principalmente em países de baixa e média renda, estão entre os principais fatores do crescente número de pessoas que vivem com deficiência visual.

Indígenas venezuelanos em abrigo em Boa Vista, Roraima. Foto: ACNUR/Reynesson Damasceno

ONU detalha impactos e oportunidades ambientais da resposta humanitária em Roraima

A ONU Meio Ambiente atua em Roraima, estado brasileiro que recebe alto fluxo de refugiados e migrantes venezuelanos, analisando os impactos e oportunidades ambientais relacionados à resposta humanitária no estado.

Segundo Dan Stothart, oficial regional de assuntos humanitários da ONU Meio Ambiente, os impactos estão ligados à forma como a provisão de alimentos e abrigo afeta o meio ambiente, como na geração de resíduos.

Já as oportunidades referem-se à chegada crescente de venezuelanos indígenas, por exemplo. “Podemos ajudar a integrá-los às comunidades venezuelanas brasileiras apoiando a agricultura local, a segurança alimentar e a gestão ambiental, como meio de facilitar a transição.” Leia a entrevista completa.

Ivanete de Souza, agricultora do interior de Santa Catarina. Foto: FAO

Cooperativismo contribui para autonomia das mulheres rurais

A Campanha Mulheres Rurais, Mulheres com Direitos promove 15 dias de mobilização para valorizar a contribuição das trabalhadoras do campo ao cumprimento dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) relacionados à igualdade de gênero e ao fim da pobreza rural. O tema norteador da quinzena ativista é “O futuro é junto com as mulheres rurais”.

Leia a história de Ivanete de Souza, agricultora do interior de Santa Catarina que presidiu a Cooperativa de Produção Agropecuária de Jaraguá do Sul, da qual é sócia fundadora. O relato é da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Alunos produzem seu próprio conteúdo em meios de comunicação para engajamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Foto: Flickr/ ilouque (CC)

Prefeitura de São Paulo e UNESCO apresentam projeto de alfabetização midiática na Suécia

A Secretaria Municipal de Educação de São Paulo (SME-SP) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Brasil levaram uma experiência de sucesso para Gotemburgo, na Suécia, durante a Global MIL Week 2019 Feature Conference, na última semana de setembro.

Representantes de 55 países conheceram o modelo pedagógico desenvolvido pela Secretaria sobre a temática da Alfabetização Midiática e Informacional (AMI), que reforça o movimento pela educação para a cidadania, incorporando professores e estudantes como agentes de mudança.

Trabalhando aliadas à agricultura orgânica, as mulheres do grupo MOBI também promovem a preservação do meio ambiente. Foto: David Greenwood-Haigh/CC.

Grupo de mulheres rurais impulsiona igualdade de gênero em cooperativa agrícola

Na busca por aumentar sua participação nas decisões da cooperativa de agricultores familiares da região onde vivem, um coletivo de mulheres decidiu somar forças e formaram, em 2006, o grupo Mulheres Organizadas em Busca de Igualdade (MOBI).

Elas são celebradas no contexto da campanha ‘Mulheres Rurais, Mulheres com Direitos’, que promove, entre 1º e 15 de outubro, uma mobilização para valorizar a contribuição das trabalhadoras do campo no cumprimento dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

No Brasil, a campanha é coordenada pela Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil; ONU Mulheres; Reunião Especializada sobre Agricultura Familiar do Mercosul (REAF); e a Direção-Geral do Desenvolvimento Rural do Ministério da Pecuária, Agricultura e Pesca do Uruguai.

De maneira geral, o risco de infecção por HIV entre as mulheres é duplicado quando elas tiveram uma infecção pelo vírus do papiloma humano (HPV). Foto: UNAIDS

Superar desigualdade nas Américas é essencial para garantir saúde universal

Ministros da saúde de vários países da região das Américas concordaram em uma abordagem coletiva para eliminar mais de 30 doenças transmissíveis e condições relacionadas na América Latina e no Caribe até 2030. O compromisso foi firmado no segundo dia (1) do 57º Conselho Diretivo da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), em Washington, nos Estados Unidos.

A iniciativa da OPAS tem como alvo uma lista de doenças com potencial de eliminação, entre elas, HIV, sífilis, hepatites B e C, esquistossomose, tracoma, doença de Chagas, malária, cólera e raiva humana.

Ogrismar Del Valle (19) chegou ao Brasil em 24 de setembro, acompanhada da filha Glorismar (2) e de seu companheiro. Foto: UNICEF | Inaê Brandão.

Venezuelana warao conta que veio para o Brasil salvar a vida da filha

Ogrismar Del Valle, de 19 anos, viu a comunidade indígena em que vivia desde que nasceu, na Venezuela, esvaziar. Viu amigos, familiares, colegas, todos seguirem pelo curso do rio Delta Amacuro, fugindo da fome e das necessidades que se instalaram no local que abrigava parte da população warao de seu país de origem.

No fim de setembro, ela chegou ao Brasil com a filha de dois anos e o companheiro. Encontraram refúgio na ocupação Ka’ubanoko (que significa “meu lar” na língua Warao), localizada em Boa Vista, Roraima.

Lá, Ogrismar participou de evento realizado pela organização Médicos Sem Fronteiras com apoio da equipe técnica de Saúde & Nutrição do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) em Roraima. Ela recebeu materiais de higiene, comida e roupas, e sua filha, Glorismar Del Valle, passou por uma avaliação nutricional, recebeu remédio antiparasitário e atualizou a carteira de vacinação.

As mulheres representam praticamente metade da população de mais de 500 milhões de habitantes da América Latina e Caribe. E são elas as responsáveis pela produção de 60% a 80% dos alimentos consumidos na região. Foto: EBC

Campanha promove 15 dias de mobilização pelos direitos das mulheres do campo

A campanha Mulheres Rurais, Mulheres com Direitos deu início na terça-feira (1º) a um período de 15 dias de mobilização para dar visibilidade à contribuição das trabalhadoras rurais para o alcance da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) afirma que uma melhora no acesso das mulheres a terra, educação, serviços financeiros, tecnologia e emprego rural renderia um aumento significativo da produtividade e produção agrícola, contribuindo para a segurança alimentar, o crescimento econômico e o bem-estar social.

A organização reforça ainda que a redução da desigualdade entre homens e mulheres no acesso aos recursos produtivos e insumos agrícolas poderia reduzir entre 100 milhões e 150 milhões o número de pessoas com fome no mundo.

Campanha Fé pelas Florestas visa unir pessoas de todas as religiões para acabar com o desmatamento tropical. Foto: IRI/CreativeCommons.

Campanha da ONU Meio Ambiente visa unir religiões em prol da conservação

A campanha Fé pelas Florestas foi lançada durante a Cúpula de Ação Climática 2019, iniciando um movimento global de mobilização, educação e ativismo de organizações religiosas em prol da justiça climática.

O anúncio foi feito pela diretora executiva da ONU Meio Ambiente, Inger Andersen, e por Sonia Guajajara, coordenadora executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil, em 22 de setembro, na sede da ONU em Nova Iorque.

Fé pelas Florestas visa unir pessoas de todas as religiões para acabar com o desmatamento tropical.

Diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), Carissa F. Etienne. Foto: UNIC Rio/Brenno Felix

Ministros da Saúde se reúnem em Washington para definir prioridades de saúde nas Américas

Ministros da Saúde e outras autoridades de países e territórios das Américas se reunirão até 4 de novembro em Washington (Estados Unidos) para discutir alguns dos principais desafios e prioridades de saúde da região, durante o 57º Conselho Diretivo da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).

As principais autoridades de saúde da América do Norte, do Sul, Central e do Caribe buscarão um acordo sobre estratégias e planos regionais que abordem desafios de saúde comuns e urgentes – entre eles, reduzir as doenças cardiovasculares por meio da eliminação de ácidos graxos trans da produção industrial de alimentos; promover a doação de órgãos, tecidos e células e o acesso equitativo aos transplantes; e melhorar a qualidade da atenção médica.

Adjany Costa trabalha com comunidades do Delta do Okavango em prol da conservação da vida selvagem e dos ecossistemas locais. Foto: ONU Meio Ambiente.

Protegendo os últimos espaços de vida selvagem do planeta

Vencedora do Prêmio ‘Jovens Campeões da Terra 2019 – região África’, Adjany Costa está salvando os últimos espaços selvagens do planeta.

A jovem angolana de 29 anos ganhou o prêmio da ONU Meio Ambiente por seus esforços na conservação de reservas preciosas de água e de biodiversidade em seu país.

A solução de Adjany foi abordar com as comunidades Luchaze — que vivem nos planaltos angolanos e em meio à floresta de Miombo — formas de preservar o meio ambiente e ao mesmo tempo garantir os meios de vida.

Jovens e crianças da comunidade foram beneficiados pela doação. Foto: ACNUR/Maria Carolina Baú

Crianças indígenas refugiadas recebem materiais escolares doados pelo ACNUR

Às 7h30 da manhã, os primeiros raios de sol invadem as frestas de madeira na escola municipal da aldeia de Tarau Paru, próxima de Pacaraima (RR). As crianças, a maioria refugiadas indígenas venezuelanas, se preparam para o início da aula. O chão ainda é batido e algumas cadeiras são improvisadas, mas nada disso tira o entusiasmo das que ali chegam para estudar.

Há mais de dois anos, bancos de madeira são o suficiente para que a aula ocorra nos três turnos da escola. Mas em busca de melhorar as condições de ensino, 160 mesas e cadeiras foram doadas às aldeias de Tarau Paru, Bananal, Ingarumã e Arai para auxiliar no conforto e nos estudos dos jovens e crianças da comunidade.

O projeto faz parte do Grupo de Trabalho de Educação de Pacaraima, criado por iniciativa da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e que apoia o município na educação.

O envolvimento da sociedade civil e das comunidades, em todo o mundo, será fundamental para garantir o sucesso geral da cobertura universal de saúde até 2030, disse o UNAIDS. Foto: OMS

UNAIDS defende envolvimento da sociedade civil nas políticas de saúde dos países

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) elogiou na terça-feira (24) o compromisso assumido pelos Estados-membros da ONU durante encontro em Nova Iorque esta semana (23) para alcançar a cobertura universal de saúde até 2030.

Segundo o UNAIDS, a declaração política encoraja os países a envolver a sociedade civil na governança do sistema de saúde, nas políticas de saúde e no processo de revisão da saúde universal. O envolvimento da sociedade civil e das comunidades, em todo o mundo, será fundamental para garantir o sucesso geral da universalização, disse a organização.

A declaração política sobre saúde universal reconhece que a ação atual é inadequada, tendo em vista que pelo menos metade da população mundial não tem acesso a serviços essenciais de saúde. Atualmente, mais de 800 milhões de pessoas no mundo precisam gastar pelo menos 10% de sua renda familiar em cuidados com a saúde, e cerca de 100 milhões de pessoas são conduzidas à pobreza, a cada ano, por despesas relacionadas à saúde.

Iceberg derrete na Groenlândia – Foto: Aline Dassel/Pixabay

Relatório da ONU aponta que nível do mar pode subir mais de um metro até 2100

O Relatório Especial sobre Mudanças Climáticas, Oceanos e Criosfera, divulgado nesta quarta-feira (25) pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) aponta que os oceanos estão mais quentes, mais ácidos e menos produtivos e o nível do mar está aumentando 3,6 milímetros por ano – o dobro do que no último século. Estes níveis podem aumentar acima de um metro até 2100 se as emissões de gás carbono continuarem a subir intensamente.

Mais de 100 autores de 36 países analisaram a mais recente literatura científica relacionada aos oceanos e criosfera, referenciando cerca de 7.000 publicações científicas. O relatório é uma peça chave para os líderes mundiais que se reúnem em negociações sobre o clima e o meio ambiente, como a Convenção Quadro sobre Mudança Climática da ONU (COP25) que ocorre em dezembro, no Chile.

O IPCC é o órgão das Nações Unidas que analisa dados relativos às mudanças climáticas.

O astro de "Game of Thrones" e embaixador da Boa Vontade do PNUD, Nikolaj Coster-Waldau, em visita à floresta amazônica peruana. Foto: PNUD/Leonardo Fernandez para a Getty Images

Astro de ‘Game of Thrones’ viaja com PNUD à Amazônia peruana

O astro da série “Game of Thrones” e embaixador da Boa Vontade do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Nikolaj Coster-Waldau, retornou recentemente da floresta amazônica peruana, para onde viajou acompanhado da agência da ONU com o objetivo de descobrir as causas e os impactos dos incêndios florestais. A missão também visou compreender os efeitos das mudanças climáticas nas comunidades locais.

O ator dinamarquês descobriu que o desmatamento na Amazônia peruana, ao qual os incêndios são atribuídos, pode estar relacionado às desigualdades econômicas e sociais das comunidades que vivem nessa região.

Em espanhol, Esperanza significa ‘fé’. Depois que Esperanza recebeu a apoio financeiro e as aulas de culinária da ONU Mulheres em Boa Vista, ela espera um futuro melhor para sua família. Foto: ONU Mulheres | Felipe Abreu.

ONU Mulheres auxilia resposta humanitária em Roraima

Atuando na resposta humanitária em Roraima, a ONU Mulheres, com financiamento do Fundo Central da ONU de Resposta de Emergência, ofereceu diversos serviços e treinamentos para mulheres refugiadas, migrantes e solicitantes de refúgio em Boa Vista, entre novembro de 2018 e março de 2019.

O trabalho da agência teve como foco ajudar a população que se encontra em situação de maior vulnerabilidade, como mulheres em situação de rua, com problemas de saúde e deficiências, com um familiar doente ou em risco de exploração sexual e/ou tráfico.

Uma das mulheres alcançadas foi Briggitte Jimenez, venezuelana de 49 anos. Jimenez chegou a Boa Vista em fevereiro de 2019, depois que o programa de saúde público venezuelano cortou a oferta de tratamento contra o câncer no país. Seu filho de 17 anos tinha câncer no estômago. Ela deixou seus três outros filhos na Venezuela na esperança de salvar o mais velho.

Novo escritório do UNFPA em Manaus funciona dentro da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação. Foto: UNFPA Brasil | Yareidy Perdomo.

Fundo de População da ONU leva ações de assistência humanitária a Manaus

A partir de setembro de 2019, o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) passa a operar em Manaus, no Amazonas, ampliando o apoio à Operação Acolhida na assistência à população refugiada e migrante, majoritariamente da Venezuela, que chega ao Brasil pela região norte.

O UNFPA Brasil atua desde agosto de 2017 no estado vizinho, Roraima, liderando a prevenção e a resposta à violência de gênero, além de assessor a gestão local na oferta e no acesso aos serviços de saúde materna, parto seguro e planejamento da vida reprodutiva.

A ideia é levar para o novo posto de trabalho atendimentos em assistência humanitária, apoiando conjuntamente o governo do Amazonas, o município de Manaus e atores da sociedade civil da cidade.

Protocolo de Nagoia estabelece disposições sobre acesso aos conhecimentos tradicionais de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares que estejam associados a recursos genéticos, melhorando a perspectiva de que essas comunidades se beneficiem do uso de seus conhecimentos e práticas. Foto: Ministério do Meio Ambiente/Paulo de Araújo

Seminário em Brasília discute acesso e repartição de patrimônio genético natural no Brasil

Representante-residente assistente do PNUD no Brasil, Maristela Baioni destacou a relevância social, econômica e ambiental do acesso e repartição dos benefícios (ABS, na sigla em inglês) do patrimônio genético natural para o Brasil.

Em 2014, entrou em vigor o Protocolo de Nagoia, que detalha as obrigações referentes ao tema e fornece estrutura para a implementação e repartição justa e equitativa dos benefícios resultantes da utilização dos recursos genéticos.

Além disso, estabelece disposições sobre acesso aos conhecimentos tradicionais de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares que estejam associados a recursos genéticos, melhorando a perspectiva de que essas comunidades se beneficiem do uso de seus conhecimentos e práticas. O Brasil, embora tenha legislação nacional sobre ABS desde 2001, ainda não ratificou o Protocolo de Nagoia.

Fundo ELAS e parcerias promovem, de 24 a 27 de setembro de 2019, o III Diálogo Mulheres em Movimento: Fortalecendo Alianças Globais. Foto: ONU Mulheres

Encontro internacional no Rio de Janeiro reúne mulheres para alianças globais

Fundo ELAS e parcerias promovem de 24 a 27 de setembro no Rio de Janeiro (RJ) o 3º Diálogo Mulheres em Movimento: Fortalecendo Alianças Globais, que vai reunir mais de 120 mulheres de Brasil, de outros países da América Latina e do Reino Unido para criar e fortalecer parcerias e ações coletivas pelos direitos humanos das mulheres e pela defesa de seus corpos e territórios.

O encontro é resultado de uma aliança formada por Fundo ELAS, British Council, ONU Mulheres, Fundação Ford, Global Fund for Women, Open Society Foundations, Instituto Ibirapitanga, OAK Foundation e Women’s Foundation of Minnesota.

A venezuelana Yianela e seu filho estão abrigados em Roraima. Foto: UNFPA/Yareidy Perdomo

Com apoio da ONU, venezuelana recebe informações sobre cuidados de pré-natal

Proveniente da cidade venezuelana de Tigre, Yianela Brizuela, de 18 anos, cruzou a fronteira com o Brasil quando estava em seu terceiro mês de gravidez e levava seu filho de 3 anos no colo. Sua principal motivação era ter melhores condições de vida.

Atualmente no oitavo mês de gestação, ela lembra ter tido contato com o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) por meio de uma sessão informativa em Roraima sobre saúde sexual e reprodutiva. Na ocasião, estavam sendo discutidos cuidados de pré-natal.

“Não me esqueço desse dia, porque aprendemos muitas coisas novas. Uma mãe pode acreditar que, por já ter tido um filho, sabe tudo, mas me dei conta de que havia muitas coisas a aprender em relação à gravidez”, explica. Leia o relato completo.

Indígenas venezuelanos em abrigo em Boa Vista, Roraima. Foto: ACNUR/Reynesson Damasceno

UNICEF e parceiros promovem formação para pedagogos de escolas em Roraima

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), em parceria com a Secretaria de Educação e Desportos do Estado de Roraima (SEED) e outras instituições, realiza desde quarta-feira (11) cursos de formação continuada para o contexto de migração emergencial. Os encontros ocorrem até 13 de novembro e devem qualificar 230 profissionais da rede estadual e municipal de educação de Boa Vista e Pacaraima.

1º Mutirão da Saúde em Ka'ubanoko, ocupação de refugiados e migrantes venezuelanos indígenas e não indígenas, em Roraima. Foto: UNFPA | Yareidy Perdomo.

UNFPA apoia venezuelanos indígenas no processo de integração ao território brasileiro

Agências da ONU têm realizado diversas atividades para ampliar o nível de informação e acesso daqueles que estão em situação de maior vulnerabilidade social em Roraima.

Ka’ubanoko, que significa “meu lar” na língua Warao, é uma ocupação que conta com mais de 600 pessoas indígenas e não indígenas vindas da Venezuela.

O local sediou o 1º Mutirão da Saúde – atividade que reuniu comunidade local, agências das Nações Unidas, instituições públicas e outras organizações para tratar de cuidados médicos e sanitários, além de outros eventos e rodas de conversa sobre direitos, liderança e resiliência comunitária.

Noventa por cento do território da América Latina e do Caribe podem ser considerados rurais. Foto: Lianne Milton

Pesquisas analisam desafios agrícolas, alimentares e ambientais de América Latina e Caribe

Como será a América Latina e o Caribe com dois graus a mais de temperatura? Quais são os novos padrões alimentares na região? Qual é a situação atual das mulheres e dos povos indígenas? Quais são as tendências de migração, recursos naturais e desenvolvimento territorial? Como a agricultura da região deve mudar para atender à demanda global por alimentos?

Essas muitas outras perguntas são abordadas pelos autores da Série 2030 Alimentos, Agricultura e Desenvolvimento Rural na América Latina e no Caribe, apresentada nesta terça-feira (10) pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e pelo Instituto do Instituto de Estudos do Peru (IEP).

Durante reunião sobre o comércio livre da tortura, a chefe de direitos humanos da ONU, Michelle Bachelet, disse que “a liberdade contra a tortura é um direito absoluto em todas as circunstâncias, em todos os países”, acrescentando que “é hora de promover o consenso global sobre a necessidade de eliminar tortura com uma ação concreta para acabar com este comércio”. Michelle Bachelet também disse, na reunião ocorrida em setembro, que “sob a convenção contra a tortura, os Estados devem proibir e banir a tortura”. Devem ainda “tomar medidas efetivas para evitar a prática [do comércio de itens utilizados para a tortura]”, pois “permitir que este produto seja feito porque as eventuais vítimas vivem em outro país não é uma opção”.

Mudança climática é realidade que afeta todas as regiões do mundo, diz Bachelet

A mudança climática é uma realidade que afeta todas as regiões do mundo, disse nesta segunda-feira (9) a alta-comissária da ONU para os direitos humanos, Michelle Bachelet, durante a abertura da 42ª sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU em Genebra, na Suíça.

“As implicações humanas dos níveis atualmente projetados de aquecimento global são catastróficas. As tempestades estão subindo e as marés podem submergir nações insulares inteiras e cidades costeiras. Incêndios assolam nossas florestas e o gelo está derretendo. Estamos queimando nosso futuro — literalmente.”

Participante do Fórum Permanente sobre Assuntos Indígenas, na sede da ONU, em Nova Iorque. Foto: ONU/Loey Felipe

UNESCO: diversidade linguística na educação é essencial para sociedades inclusivas

Em mensagem para o Dia Internacional da Alfabetização, lembrado no domingo (8), a diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Audrey Azoulay, disse que abraçar a diversidade linguística na educação e nos processos de alfabetização é parte essencial de sociedades inclusivas.

“Nosso mundo é rico e diverso, com cerca de 7 mil línguas vivas. Essas línguas são instrumentos para a comunicação, o envolvimento com a aprendizagem ao longo da vida e a participação na sociedade e no mundo do trabalho”, disse Azoulay.

“Elas também são intimamente ligadas a identidades, culturas, visões de mundo e sistemas de conhecimento distintos. Portanto, abraçar a diversidade linguística na educação e nos processos de alfabetização é uma parte essencial de sociedades inclusivas e em desenvolvimento que respeitam a ‘diversidade’ e a ‘diferença’, de modo a apoiar a dignidade humana.”

Equipe de estagiários e estagiárias do UNFPA Brasil 2019. Foto: UNFPA/Giselle Cintra

Estágio afirmativo do UNFPA é porta de entrada de jovens para Sistema ONU

Estudante de Geografia na Universidade de Brasília (UnB), Fábio Pereira é o primeiro da sua família a ingressar no ensino superior, uma vez que seus pais, moradores da Cidade Estrutural (DF), se sustentavam por meio da reciclagem de resíduos sólidos de um dos maiores aterros sanitários da América Latina.

Ele é um dos 11 estagiários que ingressaram no Sistema das Nações Unidas por meio do Programa de Estágio Afirmativo do UNFPA no Brasil em 2019. Leia depoimentos dele e de outros estagiários.

Os indicadores sociais mostram que as crianças na Amazônia têm maior risco de morrer antes de 1 ano de idade e de não completar o ensino fundamental. Foto: UNICEF

UNICEF aponta principais desafios para crianças e adolescentes que vivem na Amazônia

Análise realizada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) mostrou que as crianças na Amazônia têm maior risco de morrer antes de 1 ano de idade e de não completar o ensino fundamental.

Além disso, a taxa de gravidez na adolescência é alta, e as meninas e os meninos na região estão vulneráveis às mais variadas formas de violência, incluindo abuso, exploração sexual, trabalho infantil e homicídio.

Quando todas essas variáveis são avaliadas a partir de um recorte de raça e etnia, percebe-se que entre os grupos minoritários, como indígenas e quilombolas, o quadro é ainda mais grave. Leia a análise completa.

ONU marca Dia da Visibilidade Lésbica celebrando diversidade de identidades

No Dia Nacional da Visibilidade Lésbica, a campanha da ONU Livres & Iguais lança vídeo e uma série de cards celebrando as diversas identidades das mulheres lésbicas. Explorando o tema “Sem medo de ser feliz”, a campanha das Nações Unidas entrevistou várias mulheres para entender o que significa ser lésbica hoje.

Em celebração realizada nesta quinta-feira (29) na Casa da ONU, em Brasília (DF), representantes de governos, sociedade civil, ativistas e comunidade diplomática participam de uma conversa sobre gênero, raça, etnia, classe, idade, religião e deficiência, entre outros elementos que moldam as experiências de vida e afetam de modo distinto a garantia dos direitos humanos e tratamento justo dessa população.

Agricultores semeando alface crespa. Foto: Flickr/ Orgânicos do Pivas (Creative Commons)

ARTIGO: Agricultura familiar desempenha papel central na conquista de objetivos globais

Em artigo, o representante regional da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Julio Berdegue, afirma que sem territórios rurais prósperos e inclusivos, a região da América Latina e Caribe não será capaz de alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), já que 78% das 169 metas dos ODS dependem exclusivamente ou principalmente de ações realizadas em áreas rurais do mundo.

“Esta agenda que olha para o futuro e que acerta as contas com o passado supõe romper radicalmente com dois preconceitos fortemente arraigados na região: o que aponta que a agricultura familiar carece de potencial produtivo e que, portanto, deve ser tratada como um atraso social; e outro, extraordinariamente pernicioso, que supõe que serviços de baixa qualidade são suficientes para a agricultura pobre”. Leia o artigo completo.

Encontro Estadual de Adolescentes do Selo UNICEF da Amazônia Legal. Foto: Johney Lindoso Tavares

Manaus realiza encontro estadual de adolescentes do Selo UNICEF da Amazônia Legal

Manaus (AM) sediou esta semana (26 e 27) o Encontro Estadual de Adolescentes do Selo UNICEF da Amazônia Legal. O evento é parte de uma estratégia global do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) de engajamento e mobilização para a participação de adolescentes e jovens na defesa de seus direitos.

A iniciativa teve a finalidade de fortalecer os processos de mobilização de adolescentes nos municípios que participam da edição 2017-2020 do Selo UNICEF. Hoje, na Amazônia Legal, 429 Núcleos Adolescentes foram formalizados, com a mobilização de mais de 5 mil meninos e meninas.

Em dezembro de 2017, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou resolução criando a Década da ONU para a Agricultura Familiar (2019-2028). Foto: MDA

FAO apoia plano de impulso à agricultura familiar na América Latina e Caribe

Declarada pela Assembleia Geral da ONU no fim de 2017, a Década da Agricultura Familiar foi lançada esta semana na América Latina e Caribe, em evento na República Dominicana com o objetivo de ajudar a região a implementar plano global de impulso ao setor.

O Plano Global de Ação da Década na América Latina e no Caribe abrange o período 2019-2028 e tem o apoio de Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) e Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (FIDA). A iniciativa serve como um guia geral, mas cada região deve adaptá-lo para criar soluções de acordo com desafios e potenciais de sua agricultura familiar.

De acordo com o último relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC, na sigla em inglês), a agricultura é uma das principais fontes globais de emissões de gases de efeito estufa. Transformar este setor é essencial para enfrentar as mudanças climáticas, e a agricultura familiar pode desempenhar um papel central nesse processo.

Com o apoio da Rede de Juventude Indígena (REJUIND) e do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), o evento aconteceu no espaço Maloca, na Universidade de Brasília (UnB). Foto: UNFPA

UNFPA participa de evento em Brasília sobre direitos de jovens indígenas

Com o foco em ampliar as discussões acerca de saúde sexual, reprodutiva e direitos, a Rede Brasileira de População e Desenvolvimento (REBRAPD) realizou no início de agosto (8) consulta temática com foco nos povos indígenas.

O objetivo foi reunir segmentos dessa população e de outros grupos da sociedade civil para debater os avanços e as lacunas encontradas 25 anos depois da Conferência Internacional de População e Desenvolvimento (CIPD), realizada no Egito.

A atividade contou com acadêmicos indígenas e fez parte de uma série de eventos no Brasil com o objetivo de ampliar a participação da sociedade civil e da comunidade científica, com especial atenção para pesquisadores e pesquisadoras do campo de saúde coletiva, relações internacionais e demografia.