Noar Natolo e Scovia Bulyaba são tecelãs e fazem parte da comunidade de Nagoje, na floresta de Mabira, em Uganda. Foto: UN-REDD

ONU Meio Ambiente conta como Uganda tem protegido sua principal floresta tropical

Noar Natolo e Scovia Bulyaba são tecelãs e fazem parte da comunidade de Nagoje, localizada na floresta de Mabira, em Uganda. Para complementar sua renda, elas coletam folhas de palmeiras e tecem tapetes que posteriormente são tingidos com produtos naturais. A floresta também lhes fornece água, medicamentos e lenha para combustível.

Mabira é uma das poucas florestas tropicais remanescentes de Uganda, cobrindo uma área de cerca de 300 quilômetros quadrados. Uma das maiores reservas do país, abriga espécies ameaçadas. No entanto, Mabira corre riscos por conta do aumento populacional, da alta demanda por carvão vegetal e da invasão agrícola. O governo do país tem combatido a degradação, por meio de mapeamento, proteção e manejo florestal. Leia o relato da ONU Meio Ambiente.

Representantes de ACNUR, PUC Minas e entidades governamentais e da sociedade civil participaram de oficina temática em Belo Horizonte (MG), na qual se formalizou o ingresso da instituição na Cátedra Sérgio Vieira de Mello. Foto: Divulgação

PUC Minas passa a fazer parte da Cátedra Sérgio Vieira de Mello

A Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) assinou no fim de julho (29) convênio com a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), oficializando sua adesão à Cátedra Sérgio Vieira de Mello (CSVM).

Com esta inclusão, já são 22 instituições de ensino superior no Brasil a integrar a cátedra, comprometendo-se a desenvolver ensino, pesquisa e extensão acadêmica voltados à população refugiada e ao tema do deslocamento forçado.

Vista aérea da Amazônia. Foto: Banco Mundial

Brasil recebe US$ 96 milhões por ter reduzido desmatamento

O Brasil tornou-se o primeiro país a receber recursos financeiros do Fundo Verde para o Clima (GCF, na sigla em inglês) por ter reduzido com sucesso as emissões de gases de efeito estufa do desmatamento.

O pagamento do GCF, no valor de 96,5 milhões de dólares, é baseado nos resultados alcançados pelo Brasil no bioma Amazônia entre 2014 e 2015, que foram relatados e validados por especialistas da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC). Essa é a essência do REDD+, um mecanismo para recompensar e reconhecer países por terem reduzido seu desmatamento.

O pagamento será fundamental para guiar o Programa Piloto de Incentivo a Serviços Ambientais para a Conservação e Recuperação de Vegetação Nativa, intitulado “Floresta+”, que será implementado pelo governo brasileiro com apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Débora Caldas com o seu desenho, que retrata um campo de concentração nazista. Foto: UNIC Rio/Pedro Andrade

Estudantes do Rio apresentam desenhos e redações sobre Holocausto em exposição da ONU

Em 27 de janeiro, a ONU marca o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto. Para refletir sobre a tragédia que atingiu judeus e outras minorias durante a Segunda Guerra Mundial, o Centro de Informação da ONU no Brasil (UNIC Rio) inaugurou nesta semana (29) uma exposição de desenhos e redações sobre o tema, produzidas por alunos da rede municipal do Rio de Janeiro.

A abertura da mostra “Holocausto: Esquecer Jamais” reuniu os jovens autores das obras em cartaz e representantes das comunidades judaica e cigana que vivem na capital fluminense, incluindo o sobrevivente Freddy Glatt, nascido na Alemanha e perseguido pelos nazistas.

O chefe do setor de água doce, terra e clima da ONU Meio Ambiente, Tim Christopherson, visitou vários locais na região chinesa para entender melhor a restauração ecológica em larga escala. Foto: Xiaoqiong Li

ONU Meio Ambiente destaca avanços da China na restauração ecológica de larga escala

Na década de 1980, a região montanhosa de Qianyanzhou, na província de Jiangxi, sul da China, enfrentou uma severa erosão do solo devido ao desmatamento e a práticas agrícolas insustentáveis. O solo vermelho fértil estava desaparecendo, o que fez com que os rendimentos das colheitas caíssem.

Mas uma mudança notável ocorreu nos últimos 30 anos graças a um plano de uso da terra apoiado pelo governo chinês que reflorestou montanhas superiores, plantou pomares cítricos em declives moderados e arrozais nos fundos dos vales. Em poucos anos, esse mosaico de uso sustentável da terra passou a gerar rendas mais altas.

As florestas são uma importante e necessária frente de ação na luta global contra as mudanças climáticas catastróficas, graças à sua incomparável capacidade de absorver e armazenar carbono. As florestas capturam dióxido de carbono a uma taxa equivalente a cerca de um terço da quantidade liberada anualmente pela queima de combustíveis fósseis. Parar o desmatamento e restaurar as florestas danificadas, portanto, poderia fornecer até 30% da solução climática. O relato é da ONU Meio Ambiente.

Mulher realiza autoexame preventivo de câncer de mama. Foto: National Cancer Institute/Bill Branson

Agência especializada vê aumento do número de mortes por câncer no mundo

A Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer (IARC, na sigla em inglês) estima que o mundo tenha registrado mais de 18 milhões de novos casos de câncer em 2018, com a morte de mais de 9,6 milhões de pessoas devido à doença.

De acordo com a IARC, uma agência da Organização Mundial da Saúde (OMS) especializada em câncer, a doença é uma crescente ameaça global à saúde.

Um em cada cinco homens e uma em cada seis mulheres em todo o mundo desenvolvem câncer durante a vida e um em cada oito homens e uma em cada 11 mulheres morrem de câncer, de acordo com o primeiro relatório da IARC desde 2012.

A Cooperacre processa as castanhas localmente e comercializa ao mercado doméstico e ao mercado internacional. Foto: Flickr/Sebástian Freire (CC)

ARTIGO: Castanha-do-pará lidera o desenvolvimento sustentável na Amazônia

Em artigo, o diretor do Banco Mundial no Brasil, Martin Raiser, conta a experiência da Cooperativa Central de Comercialização Extrativista do Acre (Cooperacre), fundada há 16 anos por agricultores empreendedores que hoje estão na casa dos 80 anos e concentram uma crescente parcela da produção de castanha-do-pará no Acre.

Os investimentos da Cooperacre foram parcialmente financiados por uma série de projetos multissetoriais do Banco Mundial, com o objetivo de apoiar o desenvolvimento rural integrado e sustentável. Leia o artigo completo.

Freddy Glatt, sobrevivente do Holocausto. Foto: UNIC Rio/Luise Martins

No Rio, ONU lembra Holocausto com exposição de pôsteres e apelo contra o ódio

Para lembrar as vítimas do Holocausto, o Centro de Informação da ONU no Brasil (UNIC Rio) inaugurou nesta segunda-feira (29), no Rio de Janeiro, a exposição de pôsteres “Mantenha a Memória Viva — Nossa Responsabilidade Compartilhada”. Mostra reúne 12 obras feitas por designers que se inscreveram num concurso global das Nações Unidas sobre o tema. A vencedora foi a brasileira Julia Cristofi, que participou da abertura. Evento reuniu sobreviventes do regime nazista.

“Você nasceu quando? Eu nasci duas vezes, três vezes. Eu nasci várias vezes. Quem sobreviveu a um campo de concentração, como eu, só com muita sorte. Freddy Sobotka nasceu em 1928, na Tchecoslováquia, atual República Tcheca. Ele foi um dos entrevistados da reportagem especial em vídeo do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) que marcou o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, lembrado em 27 de janeiro — data em que as tropas soviéticas libertaram o maior campo de extermínio nazista, Auschwitz-Birkenau.

‘Nasci várias vezes’ – sobreviventes do Holocausto contam suas histórias

“Você nasceu quando? Eu nasci duas vezes, três vezes. Eu nasci várias vezes. Quem sobreviveu a um campo de concentração, como eu, só com muita sorte.”

Freddy Sobotka nasceu em 1928, na Tchecoslováquia, atual República Tcheca. Ele foi um dos entrevistados da reportagem especial em vídeo do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) que marcou o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto.

Exposição no Rio sobre o tema fica aberta até 28 de fevereiro; confira aqui o vídeo.

Glória Maria e youtubers se reúnem ao final do bloco para uma selfie. Foto: UNAIDS Brasil/Flow Cinema

Glória Maria é nomeada embaixadora do UNAIDS Brasil em evento sobre juventude, direitos e HIV

A jornalista Glória Maria é a mais nova embaixadora da Boa Vontade do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil. A nomeação da repórter aconteceu na última terça-feira (30) durante primeira série de conversas #EseFosseComVocê?, uma iniciativa da agência da ONU para promover debates sobre HIV, juventude e direitos. Organizado em parceria com a missão diplomática do Reino Unido, evento reuniu youtubers e ativistas no Centro Brasileiro Britânico de São Paulo.

De acordo com o censo demográfico mais recente, as mulheres rurais são responsáveis pela renda de 42,2% das famílias do campo no Brasil.. Foto: Banco Mundial/Andrea Borgarello

Banco Mundial apoia parceria entre Brasil e Moçambique para promover gestão sustentável de recursos naturais

Para ajudar Moçambique a explorar seus recursos naturais de forma sustentável, o Brasil firmou neste mês uma nova parceria com a nação africana. Cooperação conta com o apoio do Banco Mundial e contempla iniciativas voltadas para a proteção da biodiversidade, para o combate às mudanças climáticas e para a regulamentação de territórios. Moçambique possui 40 milhões de hectares de florestas naturais, mas por ano, 140 mil hectares são perdidos para o desmatamento.

A República do Congo, país centro-africano com mais de 4,7 milhões de pessoas, é altamente dependente dos recursos florestais para os meios de subsistência. Apesar de ser o segundo recurso natural mais valioso depois do petróleo, a contribuição das florestas para a economia nacional é relativamente baixa.

VÍDEO: Na República do Congo, envolver comunidades no manejo florestal sustentável traz benefícios

As taxas de desmatamento e de degradação, embora baixas em relação aos padrões internacionais, têm crescido rapidamente nos últimos anos na República do Congo. Prevê-se que se acelerem ainda mais à medida que o país tenta desenvolver áreas florestais, e à medida que a população cresce cerca de 3% ao ano.

Confira nesse vídeo como a iniciativa REDD+, a Redução de Emissões decorrentes do Desmatamento e da Degradação de Florestas, está ajudando a reverter esse processo.