Refugiado congolês Kitungano Kinga ajuda uma mulher afetada pelo Ciclone Idai a carregar seus pertences para um centro de realocação em Beira, Moçambique. Foto: ACNUR/Luiz Fernando Godinho

Refugiados congoleses ajudam sobreviventes do ciclone Idai em Moçambique

Em Moçambique, dois jovens congoleses estão na linha de frente da resposta humanitária aos desdobramentos do ciclone Idai. Kinga e Kevin se voluntariaram para ajudar as pessoas afetadas pela tempestade na cidade portuária de Beira.

Para a dupla, o trabalho é uma forma de retribuir a solidariedade dos moçambicanos, que acolheram os congoleses quando esses deixaram seu país de origem em busca de segurança. O relato é da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Ações do Centro de Excelência contra a Fome beneficiam 4 milhões de crianças

O Centro de Excelência contra a Fome – fruto de uma parceria entre o governo brasileiro e o Programa Mundial de Alimentos (PMA) – lançou na semana passada (5) seu relatório anual de 2018, que analisa os impactos de suas atividades em países parceiros.

Ao longo do ano, o Centro de Excelência realizou ações para o fortalecimento dos programas de alimentação escolar em 17 países, o que beneficiou aproximadamente 4 milhões de crianças e milhares de agricultores familiares.

O Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (PMA) intensificou a ajuda humanitária dentro e em torno da cidade de Beira, em Moçambique.

Programa Mundial de Alimentos da ONU intensifica ajuda humanitária em Moçambique; vídeo

O Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (PMA) intensificou a ajuda humanitária dentro e em torno da cidade de Beira, em Moçambique.

A agência enviou durante toda a semana mais biscoitos de alta energia para bolsões isolados onde pessoas estavam presas pelas enchentes, além de ampliar a entrega de alimentos fortificados fáceis de preparar para famílias deslocadas abrigadas em escolas e outros edifícios públicos na cidade de Dondo, a 45 quilômetros ao nordeste da cidade portuária de Beira. O território moçambicano foi o mais atingido pelo ciclone Idai.

Saiba aqui como ajudar.

Criança lava o rosto no Sudão do Sul (2018). Foto: UNICEF/Meyer

Falta de água e saneamento deixa milhões de vidas em risco no mundo, diz OMS

Mais de 2 bilhões de pessoas enfrentam riscos graves à saúde porque serviços básicos de água não estão disponíveis em um em cada quatro hospitais no mundo, afirmaram as Nações Unidas nesta quarta-feira (3), em apelo para países fazerem mais para prevenir a transmissão de doenças infecciosas evitáveis.

Em primeira avaliação sobre o assunto, o relatório Higiene, Saneamento e Água em Instalações de Assistência de Saúde, da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), também mostra que um em cada cinco centros de assistência de saúde não possui banheiro ou latrina. O problema afeta ao menos 1,5 bilhão de pessoas, o que provavelmente reflete uma falta de instalações em comunidades como um todo.

Planejamento da carreira e empreendedorismo são alguns dos temas abordados no projeto Empoderando Refugiadas. Foto: Rede Brasil do Pacto Global/Fellipe Abreu

Pacto Global e ACNUR lançam plataforma de empregabilidade para refugiados

O Pacto Global das Nações Unidas e a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), com o apoio da ONU Mulheres, lançarão na quarta-feira (3), em São Paulo (SP), a plataforma Empresas com Refugiados, que terá como objetivo valorizar práticas que beneficiem a contratação de pessoas refugiadas por empresas brasileiras.

A plataforma apresentará práticas corporativas que possibilitam a integração dessas pessoas no país, assim como informações gerais, materiais de referência, pesquisas relevantes e orientação sobre o processo de contratação.

Foto: ONU

Situação do clima em 2018 mostrou aumento dos efeitos da mudança climática, diz relatório

Os sinais físicos e os impactos socioeconômicos deixados pela mudança climática são cada vez maiores devido às concentrações de gases de efeito estufa sem precedentes, que provocam um aumento das temperaturas mundiais a níveis perigosos, segundo o relatório mais recente da Organização Meteorológica Mundial (OMM).

A 25ª edição da Declaração da OMM sobre o estado do clima mundial, correspondente a 2018, destacou a elevação recorde do nível do mar, assim como das temperaturas terrestres e oceânicas, que ficaram excepcionalmente altas nos últimos quatro anos. Esta tendência de aquecimento começou no início do século e deve continuar.

Ciclone Idai foi o pior desastre a atingir o sudeste da África em pelo menos duas décadas. Foto: UNICEF

UNICEF: Mais de 1,5 milhão de crianças precisam de ajuda em Moçambique, Malauí e Zimbábue

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) estima que 3 milhões de pessoas, das quais mais da metade são crianças, precisem urgentemente de ajuda humanitária em Malauí, Moçambique e Zimbábue após a passagem do ciclone Idai – o pior desastre a atingir o sudeste da África em pelo menos duas décadas.

O UNICEF lançou na quarta-feira (27) um apelo para arrecadar 122 milhões de dólares para ajudar em sua resposta humanitária a crianças e famílias afetadas pela tempestade e seus efeitos nos três países atingidos pelos próximos nove meses. Saiba como doar.

Mulher alimenta filho de dois anos após terem sido obrigados a deixar sua casa após enchentes em Buzi, Moçambique. Foto: UNICEF/Prinsloo

Ações climáticas são necessárias para conter ciclones fatais como Idai, diz Guterres

O crescente número de mortos provocado pelo ciclone Idai é “outro sinal alarmante dos perigos da mudança climática”, disse na terça-feira (26) o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, alertando que países vulneráveis como Moçambique serão atingidos com mais força se ações urgentes não forem tomadas pela comunidade internacional.

“Tais eventos estão se tornando mais frequentes, mais severos e mais amplos, e isto só irá piorar se não agirmos agora”, disse o chefe da ONU. “Perante tempestades fortes, precisamos acelerar a ação climática”, acrescentou a correspondentes na sede da ONU em Nova Iorque.

O secretário-geral convocou uma Cúpula sobre Ação Climática para setembro, para tentar mobilizar países em torno da necessidade urgente de reduzir aquecimento global para abaixo de 2°C acima de níveis pré-industriais, em linha com o Acordo de Paris, de 2015.

Natalia Kanem (centro, de azul), diretora-executiva do UNFPA, participou do painel sobre Cooperação Sul-Sul, realizado em Buenos Aires. Foto: UNFPA Argentina/Esteban Widnicky

Chave para aproveitar bônus demográfico é garantir direito dos jovens, diz UNFPA

A chave para aproveitar o bônus demográfico — ou o impulso ao crescimento econômico que pode ocorrer quando os países têm uma grande população em idade ativa — é permitir que os jovens exerçam seus direitos humanos e tenham a oportunidade de alcançar seu potencial.

A afirmação foi feita pela diretora-executiva do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Natalia Kanem, durante cúpula sobre Cooperação Sul-Sul ocorrida em Buenos Aires, na Argentina, na semana passada.

“Para colher o bônus demográfico, os governos precisam capacitar, educar e empregar seus jovens para contribuir significativamente não apenas para seu bem-estar econômico, mas também para suas famílias, comunidades e países”, disse Natalia Kanem.

“Isso significa investir em saúde e educação para os jovens, para que possam ter acesso a oportunidades de emprego. Significa garantir que os adolescentes estejam protegidos contra práticas nocivas e casamentos precoces, que põe em risco sua saúde, educação e sua capacidade de contribuir para o desenvolvimento nacional”, completou.

O secretário-geral da ONU, António Guterres. Foto: Reprodução

Secretário-geral da ONU manifesta solidariedade a moçambicanos em vídeo falado em português

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, gravou mensagem em língua portuguesa dirigida aos moçambicanos, expressando solidariedade após a devastação provocada pela passagem do ciclone Idai no país que deixou centenas de mortos.

Manifestando suas condolências às famílias das vítimas, Guterres também pediu envio de ajuda ao país, para que “possa se recuperar o mais depressa possível desta imensa tragédia”.

“A todos quero dizer que as Nações Unidas estão convosco, que os trabalhadores das agências das Nações Unidas, no plano humanitário, no plano do desenvolvimento, desde a primeira hora, procuram fazer o seu melhor para ajudar o povo moçambicano a sair desta crise enorme e a recomeçar o seu caminho de desenvolvimento”. Assista ao vídeo.

Menino olha para a câmera, enquanto (à esquerda) a diretora-executiva do UNICEF, Henrietta Fore, fala com pessoas deslocadas internamente durante visita a uma escola secundária usada como abrigo em 22 de março de 2019, em Beira, Moçambique. Foto: UNICEF/Prinsloo

UNICEF envia ajuda para pessoas afetadas por ciclone Idai em Moçambique

“Estamos numa corrida contra o tempo para ajudar e proteger as crianças nas áreas devastadas pelo desastre em Moçambique”, afirmou a diretora-executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Henrietta Fore, no final de uma visita a Beira, uma das áreas mais afetadas pelo ciclone Idai.

O UNICEF está preocupado com o fato de que inundações, combinadas com condições de superlotação nos abrigos, falta de higiene, água estagnada e fontes de água infectadas, coloquem crianças e famílias em risco de doenças como cólera, malária e diarreia.

Moradores de Beira andam por região que foi alagada durante a passagem do Idai por Moçambique. Foto: UNICEF/Prinsloo

Ciclone Idai: por que é importante investir na preparação para desastres?

A cidade de Beira, em Moçambique, é considerada o epicentro da crise provocada pela passagem do ciclone Idai. A tempestade tropical é considerada a maior desde o Jokwe, outro ciclone que devastou o país, em 2008.

A ONU Meio Ambiente afirma que a atual tragédia é um lembrete da importância de investir em programas de conscientização e preparação para emergências, em especial as relacionadas a questões climáticas.

Ciclone Idai em Moçambique, Zimbábue e Malauí: saiba como ajudar

O ciclone tropical Idai chegou à terra durante a noite de 14 para 15 de março de 2019, perto da cidade de Beira, província de Sofala, no centro de Moçambique. O ciclone provocou chuvas torrenciais e ventos nas províncias de Sofala, Zambézia, Manica e Inhambane.

A cidade da Beira, na província de Sofala, região central de Moçambique, perdeu a comunicação. O impacto total do ciclone ainda está por ser estabelecido. No entanto, os relatórios iniciais indicam pelo menos 500 mortos e danos significativos na infraestrutura em Beira e arredores.

O ciclone Idai continuou em terra como uma tempestade tropical e atingiu o leste do Zimbábue com fortes chuvas e fortes ventos. A tempestade causou ventos fortes e precipitação intensa nos distritos de Chimanimani e Chipinge, causando inundações ribeirinhas e repentinas e mortes subsequentes, bem como destruição de meios de subsistência e propriedades.

Saiba aqui como ajudar.

Cecilia Borges e seu filho Fernandinho Armindo caminham por um assentamento informal destruído em Beira, Moçambique. Foto: UNICEF/de Wet

ONU pede apoio internacional para Moçambique após ciclone deixar 400 mil desalojados

O secretário-geral da ONU, António Guterres, cobrou mais apoio da comunidade internacional a Moçambique, onde enchentes e um ciclone na semana passada desalojaram 400 mil pessoas e deixaram outras 259 mortas, segundo dados obtidos por agências das Nações Unidas.

Em pronunciamento nesta sexta-feira (22), o chefe das Nações Unidas enfatizou que, mesmo com a liberação de 20 milhões de dólares do Fundo de Resposta de Emergências da Organização, mais recursos são necessários para enfrentar as consequências do desastre.

Vista aérea de Tengani, Nsanje, no Malauí, afetada por inundações devido a chuvas incessantes no período de 5 a 9 de março de 2019. Foto: UNICEF/Juskauskas

ACNUR envia funcionários e suprimentos para ajudar pessoas afetadas pelo ciclone Idai

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) está trabalhando com os governos e os parceiros que promovem ajuda humanitária em Moçambique, Zimbábue e Malauí para socorrer aos sobreviventes do ciclone tropical Idai, que atingiu a costa leste do sul da África nos dias 14 e 15 de março.

O ACNUR está mobilizando abrigos de emergência e itens básicos de ajuda humanitária de seus estoques globais para apoiar 30 mil pessoas em extrema necessidade, incluindo refugiados afetados no Zimbábue, as comunidades de acolhida e a população local deslocada pelo ciclone.

Distribuição de alimentos em Beira, Moçambique. Mais de 70 famílias receberam ajuda em escola transformada em abrigo. A maior parte dos moradores teve de deixar suas casas danificadas pelo ciclone. Foto: PMA/Deborah Nguyen

PMA destaca devastação provocada por ciclone no sudoeste da África

A escala completa da devastação causada pelo ciclone tropical Idai no sudoeste da África está se tornando mais clara, afirmaram as Nações Unidas na terça-feira (19), alertando que a emergência “está crescendo a cada hora”.

Cinco dias após a tempestade chegar a Moçambique, causando amplos danos e enchentes, a estimativa é de que ao menos 1 mil pessoas tenham morrido no país.

O Programa Mundial de Alimentos da ONU (PMA) busca apoiar 600 mil pessoas afetadas pelo ciclone, que chegou a Moçambique com ventos de mais de 150 quilômetros por hora.

No Malauí, a agência da ONU planeja alcançar 650 mil pessoas com assistência alimentar.

Foto: Saulo Cruz/MME

ONU e agência ambiental sueca lançam curso de capacitação online voltado ao setor de mineração

O programa conjunto sobre governança ambiental da Agência Sueca de Proteção Ambiental e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) lançou no início de março um curso gratuito sobre governança do setor de mineração, em colaboração com o Instituto das Nações Unidas para Treinamento e Pesquisa (UNITAR).

O curso de capacitação online destina-se a apoiar funcionários públicos e outras partes interessadas na aplicação de conceitos de sustentabilidade e abordagens baseadas nos direitos humanos para melhorar a governança ambiental e social do setor de mineração; saiba como participar.

O projeto apoia agricultores familiares de algodão e instituições públicas de quatro países africanos a conectar os subprodutos do algodão — como óleo e torta — feijão — a mercados estáveis, incluindo alimentação escolar. Foto: PMA

Países africanos concluem planejamento de projeto para apoiar agricultores do algodão

Foi concluída nesta semana a fase de planejamento da iniciativa “Além do Algodão” em Benim, Quênia, Moçambique e Tanzânia. O programa tem o objetivo de impulsionar a geração de renda de agricultores familiares e aumentar a segurança alimentar e nutricional em áreas rurais dos quatro países participantes.

A iniciativa é um trabalho conjunto do Centro de Excelência contra a Fome — fruto de uma parceria entre o governo brasileiro e o Programa Mundial de Alimentos (PMA) das Nações Unidas — e da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), com apoio do Instituto Brasileiro do Algodão.

Bebê albino fotografado em Moçambique. Foto: UNICEF/Julio Dengucho

Especialistas da ONU pedem resposta urgente do Malauí a crimes contra pessoas albinas

Após o recente sequestro de um bebê albino no Malauí e um homicídio descrito como “selvagem” de outro albino no país, especialistas da ONU pediram ação urgente das autoridades para pôr fim às contínuas atrocidades contra essa população. Em algumas comunidades de países da África, pessoas albinas são atacadas e mortas por causa de partes do seu corpo, que teriam, segundo crenças equivocadas, poderes mágicos.

A hanseníase é uma doença infecciosa crônica causada por bactérias. Foto: EBC

No Dia Mundial de Combate à Hanseníase, relatora especial alerta sobre vulnerabilidade de crianças

Crianças estão entre as mais vulneráveis à hanseníase, e enfrentam desafios como deficiências físicas e estigmatização associadas à doença negligenciada, disse uma especialista em direitos humanos das Nações Unidas.

A hanseníase, também conhecida como lepra, pode ser facilmente curada se detectada e tratada em estágio precoce. Caso contrário, pode levar a danos irreversíveis nos nervos, membros e olhos.

Houve 210.671 novos casos de hanseníase relatados à Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2017, principalmente em Índia, Brasil, Indonésia, Bangladesh, República Democrática do Congo, Etiópia, Madagascar, Moçambique, Mianmar, Nepal, Nigéria e Filipinas.

O projeto "Além do Algodão" pretende apoiar agricultores familiares de algodão e instituições públicas em Benim, Moçambique, Quênia e Tanzânia. Foto: PMA

Projeto ‘Além do Algodão’ impulsiona geração de renda em países africanos

Equipe do Centro de Excelência contra a Fome — uma parceria entre o governo brasileiro e o Programa Mundial de Alimentos (PMA) das Nações Unidas — realizou duas missões em Moçambique e Benim em dezembro para discutir com oficiais de governo e outros atores demandas e potenciais da cadeia de produção do algodão.

O projeto “Além do Algodão” pretende apoiar agricultores familiares de algodão e instituições públicas em Benim, Moçambique, Quênia e Tanzânia. A iniciativa vai conectar os subprodutos do algodão, como óleo e torta, e culturas consorciadas como milho, sorgo e feijão, a mercados estáveis, inclusive os programas de alimentação escolar. A iniciativa pretende contribuir para a geração de renda para agricultores familiares e para o aumento da segurança alimentar e nutricional em áreas rurais.

Bertine Bahige deu aulas de matemática por dez anos, antes de se tornar diretor de uma escola de ensino fundamental em Gillette, no Wyoming. Foto: ACNUR/Cynthia Hunter

De criança refugiada em Moçambique a diretor de escola nos Estados Unidos

Bertine Bahige viu sua vida mudar da noite para o dia quando sua cidade, no leste da República Democrática do Congo, foi invadida por rebeldes que o recrutaram para fazer parte de um grupo armado. Ele tinha apenas 13 anos.

Após conseguir fugir do seu país, o menino chegou a Moçambique, onde viveu por cinco anos num campo de refugiados. O jovem foi encaminhado para um programa de reassentamento, que o transferiu para os Estados Unidos, onde Bertine teve a oportunidade de cursar faculdade e se tornar professor.

A pobreza tem consequências para toda a vida da criança, incluindo saúde e nutrição precárias e baixo desempenho escolar. Foto: IPC-IG

Nova edição de revista especializada aborda políticas de proteção social às crianças

Políticas de proteção social sensíveis às necessidades das crianças são o foco da nova edição da revista “Policy in Focus” do Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (IPC-IG), vinculado às Nações Unidas.

As editoras especialistas convidadas Anna Carolina Machado e Charlotte Bilo (IPC-IG) reuniram 15 artigos de acadêmicos, pesquisadores e gestores de políticas públicas, que compartilham diferentes perspectivas sobre os principais desafios enfrentados na promoção de programas de proteção social para crianças na América Latina, na Ásia, no Oriente Médio e na África subsaariana.

Banco de leite materno foi inaugurado ao final de outubro em Maputo, capital de Moçambique. Foto: ABC

Com apoio do Brasil, Moçambique inaugura 1º banco de leite materno

O final de 2018 trouxe esperança para os bebês recém-nascidos em Moçambique, que inaugurou na capital Maputo o primeiro banco de leite materno do país. A instituição foi construída por uma parceria do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) com a Agência Brasileira de Cooperação (ACB), a Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) e o Departamento para o Desenvolvimento Internacional do Reino Unido (DFID).

Plantação de algodão no Brasil. Foto: Assegov/Lia Mara

ONU apresenta em Milão projeto de produção sustentável do algodão

O Centro de Excelência contra a Fome — fruto de uma parceria entre o governo brasileiro e o Programa Mundial de Alimentos (PMA) das Nações Unidas — apresentou no fim de outubro em Milão, na Itália, o projeto “Além do Algodão”.

A partir de boas práticas adotadas no Brasil, a iniciativa visa fomentar a produção sustentável e certificada do produto, ao mesmo tempo em que garante a segurança alimentar e nutricional de agricultores familiares e suas comunidades em quatro países africanos.

Da esquerda para direita, Bernardo Laferté, coordenador-geral do CONARE, Federico Martinez, representante adjunto do ACNUR, e Lara Lopes, refugiada LGBTI de Moçambique. Foto: ACNUR/Nicole Minvielle

Brasil recebeu quase 400 solicitações de refúgio de pessoas LGBTI em 2010-2016

Até julho de 2018, 134 pedidos já haviam recebido resposta positiva do governo brasileiro. Número inédito foi divulgado nesta semana pelo Comitê Nacional para Refugiados (CONARE) e pela Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).

Com a divulgação das estatísticas, Brasil se torna o quarto país no mundo a tornar público esse tipo de informação desagregada sobre refúgio, orientação sexual e identidade de gênero.

Testagem de HIV em Moçambique. Foto: PEPFAR/Sarah Day Smith

Em dia mundial, ONU lembra importância dos exames para identificar HIV

Em 2017, 9,4 milhões de pessoas no mundo não sabiam que estavam infectadas com HIV. O número preocupa o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS), que faz um apelo para que todos conheçam seu estado sorológico.

Em mensagem para o Dia Mundial contra a AIDS, lembrado no 1º de dezembro, o organismo ressalta que a informação sobre ter ou não o vírus pode salvar vidas, além de proteger famílias e parceiros de quem é soropositivo.

Menina de 10 anos dorme em cama protegida por rede contra mosquitos esburacada em Maganja da Costa, Moçambique. Foto: UNICEF/Chris Steele-Perkins

OMS lança plano de ação em meio ao aumento dos casos de malária no mundo

As metas para reduzir os índices globais de infecções e mortes por malária não estão sendo cumpridas, afirmou a Organização Mundial da Saúde (OMS) na edição de 2018 de seu relatório sobre a doença, divulgado nesta segunda-feira (19).

Em resposta, a OMS e seus parceiros lançaram um plano liderado por países com objetivo de aumentar prevenção, tratamento e investimentos para proteger pessoas vulneráveis, retomando reduções em casos e mortes por malária.

Representantes do Centro de Excelência contra a Fome — fruto de uma parceria entre o governo brasileiro e o Programa Mundial de Alimentos (PMA) das Nações Unidas — participaram de evento em Moçambique este mês para harmonizar as ferramentas de gestão do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PRONAE). Foto: PMA

Com apoio do Brasil, Moçambique revisa estratégia nacional de alimentação escolar

Representantes do Centro de Excelência contra a Fome — fruto de uma parceria entre o governo brasileiro e o Programa Mundial de Alimentos (PMA) das Nações Unidas — participaram de evento em Moçambique este mês para harmonizar as ferramentas de gestão do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PRONAE).

O encontro teve como objetivo revisar a proposta da Estratégia de Alimentação Escolar do país junto aos atores envolvidos na implementação do PRONAE.