Homem mostra ouriço de castanha-do-brasil na Floresta do Vale, reserva legal comunitária do assentamento Vale do Amanhecer, em Juruena (MT). Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

FAO lança 1º relatório sobre contribuições da biodiversidade para produção agrícola

A FAO realiza no próximo 15 de fevereiro uma coletiva de imprensa para apresentar as conclusões do seu relatório Estado da Biodiversidade Mundial para a Alimentação e a Agricultura. A publicação é a primeira a analisar o estado das plantas, animais e microrganismos que apoiam a produção agrícola e alimentar — nos níveis genético, das espécies e do ecossistema. O documento será lançado em 22 de fevereiro.

Na Somália, plantações e gado morreram em áreas onde não há água corrente há três anos por conta de falta de chuva. Foto: PNUD/Said Isse

ONU destaca urgência de ação climática após agência meteorológica confirmar aquecimento global recorde

Na esteira de dados divulgados pela Organização Meteorológica Mundial (OMM) indicando que os últimos quatro anos foram oficialmente os “quatro mais quentes já registrados”, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, pediu ação climática urgente e aumento da ambição, antes da Cúpula sobre o Clima, marcada para setembro.

A reação aconteceu após a OMM emitir um relatório confirmando que 2015, 2016, 2017 e 2018 foram os quatro anos mais quentes registrados até hoje. A análise, com base em monitoramento realizado por cinco organizações internacionais, também mostra que a temperatura média global da superfície da Terra em 2018 foi aproximadamente 1°C acima da base pré-industrial (1850-1900).

Gerentes de compras no Cazaquistão aprendem a usar aplicativo desenvolvido pela FAO. Foto: FAO

FAO destaca necessidade de inovação digital inclusiva para agricultura familiar no mundo

Chegou a hora de acelerar a inovação na agricultura, e fazer isso de forma a promover melhoras para as centenas de milhões de pessoas que produzem a maior parte dos alimentos do mundo na agricultura familiar, disse no sábado (19) o diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o brasileiro José Graziano da Silva.

Garantir que as tecnologias digitais transformadoras não deixem ninguém para trás significa encontrar formas de permitir que os pequenos produtores rurais — incluindo os jovens — possam aproveitar seu uso, aumentar sua produtividade e melhorar seu acesso aos mercados, disse o responsável da FAO aos participantes do Fórum Mundial sobre Alimentação e Agricultura (GFFA, na sigla em inglês), realizado em Berlim.

Vista aérea da floresta amazônica, próximo a Manaus. Foto: Flickr (CC)/CIAT/Neil Palmer

ARTIGO: Por que um planeta saudável e uma economia saudável andam de mãos dadas

Em artigo, a chefe da Convenção da ONU sobre Diversidade Biológica, Cristiana Pasca Palmer, ressalta que os ecossistemas naturais oferecem serviços de importante valor para a humanidade, como a polinização feita pelos insetos e animais, associada a mais 75% dos cultivos alimentares do mundo.

Florestas, como a Amazônia, também desempenham um papel crítico na preservação do equilíbrio climático e na absorção de gás carbônico, afirma a dirigente.

O chefe do setor de água doce, terra e clima da ONU Meio Ambiente, Tim Christopherson, visitou vários locais na região chinesa para entender melhor a restauração ecológica em larga escala. Foto: Xiaoqiong Li

ONU Meio Ambiente destaca avanços da China na restauração ecológica de larga escala

Na década de 1980, a região montanhosa de Qianyanzhou, na província de Jiangxi, sul da China, enfrentou uma severa erosão do solo devido ao desmatamento e a práticas agrícolas insustentáveis. O solo vermelho fértil estava desaparecendo, o que fez com que os rendimentos das colheitas caíssem.

Mas uma mudança notável ocorreu nos últimos 30 anos graças a um plano de uso da terra apoiado pelo governo chinês que reflorestou montanhas superiores, plantou pomares cítricos em declives moderados e arrozais nos fundos dos vales. Em poucos anos, esse mosaico de uso sustentável da terra passou a gerar rendas mais altas.

As florestas são uma importante e necessária frente de ação na luta global contra as mudanças climáticas catastróficas, graças à sua incomparável capacidade de absorver e armazenar carbono. As florestas capturam dióxido de carbono a uma taxa equivalente a cerca de um terço da quantidade liberada anualmente pela queima de combustíveis fósseis. Parar o desmatamento e restaurar as florestas danificadas, portanto, poderia fornecer até 30% da solução climática. O relato é da ONU Meio Ambiente.

Ararinha-azul. Foto: ICMBio

Extinção de aves no Brasil é preocupante, diz ONU Meio Ambiente

Quatro espécies brasileiras estão entre as oito aves declaradas extintas no mundo ao longo desta década, de acordo com um levantamento da BirdLife International. A instituição aponta ainda que uma quinta espécie, a emblemática ararinha-azul, desapareceu da natureza, sendo encontrada apenas em cativeiro. A eliminação desses animais é considerada preocupante pela ONU Meio Ambiente, que alerta para a importância das aves no equilíbrio dos ecossistemas.

Treinamento discutiu formas de identificar, investigar e intervir em casos de tráfico de pessoas e trabalho análogo à escravidão. Foto: GLO.ACT

ONU e União Europeia apoiam governo brasileiro no combate ao tráfico de pessoas

Na Bahia, a Ação Global para Prevenir e Combater o Tráfico de Pessoas e o Tráfico Ilícito de Migrantes (GLO.ACT) apoiou o governo brasileiro na realização um treinamento sobre como identificar casos de tráfico e de trabalho análogo à escravidão. A capacitação visa fortalecer o monitoramento da cidade de Praia do Forte. Iniciativa reuniu cerca de 40 participantes, entre fiscais e promotores do Brasil e da Colômbia.

A GLO.ACT é fruto de uma parceria entre a União Europeia e o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC).

Migrantes embarcam em ônibus com destino a Amã, capital da Jordânia. Foto: OIM/Muse Mohammed (arquivo)

Em dia internacional, ONU destaca papel da migração no crescimento econômico

A migração humana é “um poderoso impulsionador de crescimento econômico, dinamismo e entendimento”, afirmou nesta terça-feira (18) o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, em mensagem marcando o Dia Internacional dos Migrantes.

O chefe da ONU explicou que a migração permite que milhões de pessoas busquem novas oportunidades, que beneficiam tanto as comunidades de origem quanto as de destino.

No entanto, ele destacou que “quando regulada de forma deficiente, migração pode intensificar divisões dentro e entre sociedades, expor pessoas a exploração e abusos e enfraquecer a fé no governo”.

Imagem feita por satélite de Iquitos, no Peru, em meio à Floresta Amazônica. Foto: NASA/Good Free Photos

ONU e Nasa lançam plataforma para usar satélites no monitoramento de terras e meio ambiente

Em parceria com a Agência Espacial Norte-Americana (NASA), a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) anunciou nesta semana (12) o lançamento de um portal online que promete tornar mais fácil e acessível o monitoramento do uso da terra por meio de satélites. Plataforma gratuita permitirá aos usuários “inspecionar” desde as florestas tropicais até as geleiras.

Por que chegar a um acordo sobre ação climática na COP 24 é tão complexo?

Desde terça-feira (11), cerca de 100 ministros iniciaram negociações durante conferência das Nações Unidas na Polônia para um acordo final para impulsionar ações climáticas.

O objetivo é chegar a um plano concreto para implementar o histórico acordo climático de Paris, de 2015, até metade do século. As apostas são altas, com diversos pontos diferentes de pressão.

“Não podemos fracassar em Katowice”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, na cerimônia de abertura, em 3 de dezembro. Um sentimento ecoado pelo presidente da COP 24, Michał Kurtyka, que disse: “sem sucesso em Katowice, não há sucesso em Paris”.

Vista de Busan, segunda maior cidade da Coreia do Sul. Foto: ONU/Kibae Park

Países aumentam riqueza à custa do meio ambiente, indica Relatório de Riqueza Inclusiva

Coreia do Sul, Cingapura e Malta ficaram no topo de uma pesquisa bienal de crescimento da riqueza de países, cujos resultados preliminares foram apresentados pela ONU Meio Ambiente e parceiros na segunda-feira (26) em Paris.

O documento, que tem curadoria de mais de 200 economistas de todo o mundo, explora alternativas ao uso do Produto Interno Bruto (PIB) como medida da riqueza de um país, afirmando que este mede o tamanho da economia, mas não sua base oculta de ativos. Em vez disso, o relatório usa o conceito de riqueza inclusiva, que foca em bens de capital manufaturado, humano e natural.

Por esta medida, 44 dos 140 países – mais de um terço – ranqueados no Índice de Riqueza Inclusiva do relatório tiveram queda em riqueza inclusiva per capta desde 1998, mesmo com o PIB aumentando em muitos deles.

Perdas de florestas contribuem para 1/6 das emissões anuais de gases de efeito estufa. Foto: FAO/Joan Manuel Baliellas

Níveis de gases causadores do efeito estufa na atmosfera atingem novo recorde

Níveis de gases causadores do efeito estufa que aprisionam calor na atmosfera chegaram a um novo recorde, de acordo com um relatório publicado nesta quinta-feira (22) pela agência meteorológica das Nações Unidas, que revela não haver sinais de retrocesso desta tendência, responsável pelas mudanças climáticas, aumento do nível do mar, acidificação dos oceanos e condições meteorológicas extremas.

“A ciência é clara. Sem cortes rápidos em CO2 e outros gases causadores do efeito estufa, mudanças climáticas terão impactos cada vez mais destrutivos e irreversíveis na vida na Terra. A janela de oportunidade para ação está quase fechada”, disse o secretário-geral da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Petteri Taalas.

Reduzir emissões de gases do efeito estufa é uma responsabilidade assumida por todos os países signatários do Acordo de Paris. Foto: PEXELS

ARTIGO: Qual é a importância do Brasil no Acordo do clima de Paris

Em artigo publicado na imprensa brasileira, o especialista sênior do Banco Mundial, Alexandre Kossoy, explica detalhadamente os compromissos que o Brasil assumiu para combater o aquecimento global.

O profissional do organismo financeiro alerta que as mudanças climáticas podem levar à pobreza 100 milhões de pessoas em todo o mundo, pelos próximos dez anos. Para o analista, preparar-se para os futuros desastres naturais extremos e ajudar a evitá-los faz sentido economicamente e é também um imperativo moral.

Foz do Mazagão Velho, no Amapá, onde a UNESCO e o Fundo Vale promovem a pesa sustentável. Foto: UNESCO/Fundo Vale/Milena Argenta

ONU apoia projetos do setor privado para promover desenvolvimento sustentável

Projetos apoiados pela ONU fazem parte de uma nova publicação sobre o que o setor privado do Brasil tem feito pelo desenvolvimento sustentável. Elaborado pelo Pacto Global das Nações Unidas, o documento reúne 19 iniciativas empresariais em áreas como água e saneamento, educação, comunicação, florestas, clima e agronegócio. Entre as estratégias, está um programa da UNESCO e do Fundo Vale para promover a pesca responsável na costa amazônica.

A proteção do meio ambiente foi dificultada no Afeganistão devido a anos de conflito que levaram à extensa degradação das paisagens e à perda de terras aráveis. Foto: ONU Meio Ambiente /Zahra Khodadadi

ONU Meio Ambiente: biodiversidade deve ser protegida dos efeitos da guerra e do conflito armado

Tempos de guerra podem resultar em uma rápida degradação ambiental, enquanto as pessoas lutam para sobreviver e os sistemas de gestão ambiental colapsam, resultando em danos a ecossistemas essenciais, de acordo com a ONU Meio Ambiente.

Em 2001, considerando o fato de que o meio ambiente frequentemente permaneceu como uma vítima não publicizada da guerra, a Assembleia Geral da ONU declarou 6 de novembro como o Dia Internacional para a Prevenção da Exploração do Meio Ambiente na Guerra e no Conflito Armado.

O Acordo de Paris, em vigor desde 2016, prevê que os países signatários diminuam suas emissões de gases de efeito estufa, levando em consideração suas condições econômicas e sociais. Foto: PNUD

Siderurgia Sustentável desenvolve cadeia de produção com baixa emissão de poluentes

Com o objetivo de unir esforços para reduzir a emissão de gases estufa do processo produtivo do carvão vegetal sustentável, bem como de seu uso pelo setor siderúrgico, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil implementa o Projeto Siderurgia Sustentável.

Sob a coordenação técnica do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e com recursos do Fundo para o Meio Ambiente Global (GEF), o projeto incentiva processos, tecnologias e arranjos produtivos inovadores e mais eficientes para a produção de carvão vegetal advindo de florestas plantadas e para seu uso na siderurgia brasileira.

O objetivo é o desenvolvimento de uma cadeia de produção siderúrgica de baixa emissão de gases de efeito estufa.

Visita organizada pelo GEF a iniciativas agroflorestais no Acre. Foto: Angela Peres

Acre é exemplo de crescimento econômico combinado à proteção ambiental, diz Banco Mundial

Em Bonal, no Acre, a produtora de abacaxi Underlina Cavalcante dos Santos leva um estilo de vida que define como “bom e estável” para toda a sua família. A fruta que eles cultivam é uma parte do próspero sistema agroflorestal da comunidade, que inclui ainda seringueiras, pupunheiras e outras espécies florestais.

As atividades produtivas têm apoio do Banco Mundial e fazem parte da restauração dos 11 mil hectares de pastagens abandonadas na região.

O secretário-geral da ONU, António Guterres (centro), homenageia o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, com o prêmio Campeões da Terra, em Nova Déli. O diretor-executivo da ONU Meio Ambiente, Erik Solheim (direita), acompanha a cerimônia. Foto: ONU/Deepak Malik

ONU homenageia primeiro-ministro indiano por ações contra mudanças climáticas

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, entregou nesta quarta-feira (3) o principal prêmio ambiental da Organização ao primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, reconhecendo seus esforços no combate às mudanças climáticas e à poluição.

“Modi representa um legado extraordinário”, disse Guterres na cerimônia de premiação “Campeões da Terra”, na capital indiana, Nova Déli.

“O primeiro-ministro Modi não apenas reconhece os benefícios de tomar medidas para deter o aquecimento global, como também atua com enorme energia para fazer essa mudança”, completou.

Esta foi forçada a fugir de Nizi, sua cidade natal na República Democrática do Congo, com o marido e dois filhos pequenos. Eles retornaram a Tchomia na província de Ituri, mas não podem voltar a Nizi por causa da violência contínua. Foto: ACNUR / Natalia Micevic

ENTREVISTA: Precisamos de novo acordo global para refugiados, diz chefe de proteção do ACNUR

O chefe de proteção da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), Volker Türk, detalha como um novo acordo global sobre o tema ajudará tantos os refugiados quanto as comunidades de acolhimento.

O Pacto Global é uma resposta à necessidade da comunidade internacional de se unir e ajudar os países que são particularmente afetados pelos movimentos de refugiados, afirmou. Leia a entrevista completa.

Dispersão de pesticidas em plantação em Adana, na Turquia. Foto: Wikimedia (CC)/Zeynel Cebeci

Agrotóxicos e outras substâncias químicas matam 193 mil pessoas no mundo por ano, diz ONU

Número foi divulgado pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) em reunião em Brasília sobre o projeto de lei 6.299/2002, que está em trâmite no Legislativo e propõe a flexibilização das regras para a fiscalização e aplicação dos agroquímicos.

Agência regional defendeu abordagem integrada entre setores da saúde, agricultura e meio ambiente, a fim de enfrentar o problema da exposição e intoxicação por substâncias químicas nocivas.

Foto: Flickr/Prefeitura de Bertioga/Dirceu Mathias

Países da América do Sul têm lacuna estatística para monitorar objetivos da ONU

Nos países da América do Sul, faltam informações para cerca de 60% dos indicadores que a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) utiliza no monitoramento de sete dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, os ODS.

A estimativa foi divulgada na segunda-feira (3) pela agência das Nações Unidas, responsável por acompanhar as oscilações de 21 estatísticas sobre fome, flora e fauna terrestres e aquáticas, entre outros temas.

Espécie de lagarto encontrada na Reserva de Vida Silvestre Texiguat, em Honduras. Foto: Flickr (CC)/Joe Townsend

ONU mobiliza setor privado em prol da biodiversidade no México, América Central e República Dominicana

A ONU Meio Ambiente e a Aliança Meso-Americana pela Biodiversidade firmaram uma parceria neste mês (9) para mobilizar o setor privado em prol da conservação da natureza. Cooperação visa prevenir a perda de flora e fauna silvestres no México, Guatemala, Belize, República Dominicana, Honduras, El Salvador, Nicarágua, Costa Rica e Panamá. Países concentram 7% de toda a diversidade biológica do planeta.

Agricultores em comunidade rural da Guatemala. Foto: FAO

FAO e Brasil ajudam Guatemala a melhorar cadastramento de terras

Em visita à Guatemala nesta semana, uma equipe de especialistas do governo brasileiro e da FAO conheceu as instituições e projetos do país centro-americano para avançar no cadastramento de terras e áreas protegidas. O Brasil e a agência da ONU anunciaram que apoiarão as autoridades guatemaltecas em esforços futuros de demarcação, tendo em vista a conservação ambiental e as atividades agrícolas desenvolvidas nos territórios.

A Cooperacre processa as castanhas localmente e comercializa ao mercado doméstico e ao mercado internacional. Foto: Flickr/Sebástian Freire (CC)

ARTIGO: Castanha-do-pará lidera o desenvolvimento sustentável na Amazônia

Em artigo, o diretor do Banco Mundial no Brasil, Martin Raiser, conta a experiência da Cooperativa Central de Comercialização Extrativista do Acre (Cooperacre), fundada há 16 anos por agricultores empreendedores que hoje estão na casa dos 80 anos e concentram uma crescente parcela da produção de castanha-do-pará no Acre.

Os investimentos da Cooperacre foram parcialmente financiados por uma série de projetos multissetoriais do Banco Mundial, com o objetivo de apoiar o desenvolvimento rural integrado e sustentável. Leia o artigo completo.

Agricultores familiares no Rio de Janeiro. Foto: GERJ/Paulo Filgueiras

Representantes de Brasil e Guatemala discutem políticas públicas de governança da terra

Para fortalecer os laços de cooperação como mecanismo de assistência técnica entre o Brasil e a Guatemala nas políticas públicas de terras, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) participa de uma missão de 30 de julho a 4 de agosto no país da América Central.

Serão discutidas ações de intercâmbio de experiências e apoio em matéria de governança responsável da terra e a participação no Seminário sobre Governança da Terra e Perspectivas Produtivas para a Guatemala. O relato é da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Bombeiros dinamarqueses trabalham com a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL) para combater incêndio no Líbano. Foto: ONU/Pasqual Gorriz

Após tragédia na Grécia, ONU pede esforços de prevenção a incêndios florestais no mundo

Após a morte de pelo menos 80 pessoas devido a incêndios florestais perto da capital grega, Atenas, nos últimos dias, a principal autoridade da ONU para redução do risco de desastres enviou suas condolências às famílias das vítimas e pediu mais investimentos em prevenção no mundo todo.

O incêndio começou na segunda-feira (23) à tarde e se espalhou rapidamente pela pequena cidade de Mati, 29 quilômetros a leste de Atenas. O número de mortos deve aumentar na medida em que avançam as buscas. Centenas de pessoas ficaram feridas.

Google produzirá mapas geoespeciais para monitorar impacto das atividades humanas sobre os ecossistemas. Foto: PEXELS

ONU Meio Ambiente e Google anunciam parceria para mapear ecossistemas

A ONU Meio Ambiente e o Google anunciaram na segunda-feira (16) uma parceria que promete mudar a forma como vemos o nosso planeta. Combinando de maneira inédita ciência ambiental, big data e acessibilidade, as duas instituições criarão uma plataforma para mapear e visualizar os impactos da atividade humana nos ecossistemas. Iniciativa utilizará a computação em nuvem da empresa de tecnologia e os catálogos públicos de observação terrestre.

Cultivo de cacau na Colômbia. Diretrizes da FAO visam equilibrar exploração agrícola e manejo sustentável da terra e recursos naturais. Foto: Banco Mundial/Scott Wallace

Brasil e FAO promovem encontro no Paraguai sobre estatísticas agroambientais

Até amanhã (13), delegações de oito países da América Latina e Caribe estarão em Assunção, no Paraguai, para definir estatísticas comuns no monitoramento de políticas agroambientais. Cúpula é promovida pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e pelo Ministério do Meio Ambiente do Brasil. Com indicadores padronizados, será possível acompanhar a implementação das recomendações da agência da ONU sobre o tema.

As atividades da região foram divididas em três eixos integrados: ambiental, produtivo e social. Foto: PNUD

Recuperação de áreas degradadas em Sergipe ajuda no combate à desertificação

Os municípios de Canindé de São Francisco e Poço Redondo ficam no Alto Sertão Sergipano, a cerca de 200 quilômetros da capital do estado, Aracaju. Ambos os municípios têm baixo Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). Apesar da proximidade com o rio São Francisco, um dos problemas mais sérios dos moradores desses municípios é a desertificação e a degradação da terra, agravadas pelos efeitos da seca.

É nesse contexto que faz toda a diferença o projeto Manejo do Uso Sustentável de Terras do Semiárido do Nordeste Brasileiro (Sergipe), implementado por meio de parceria entre o Ministério do Meio Ambiente, o Governo do Estado de Sergipe e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), com recursos do Fundo para o Meio Ambiente Global (GEF).

Desmatamento é responsável por mais de 20% das emissões de gases do efeito estufa do mundo. Foto: Flickr(CC)/Leonardo F. Freitas

Desmatamento é 2ª maior causa das mudanças climáticas, revela FAO

As florestas são aliadas do homem no combate às mudanças climáticas, absorvendo por ano cerca de 2 bilhões de toneladas de CO2. Mas quando são desmatadas, as coberturas vegetais do planeta se transformam em motores do aquecimento global. Aproximadamente 20% das emissões de gases do efeito estufa são causadas pelo desmatamento. Em relatório divulgado neste mês (6), a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) identifica um aumento na destruição das superfícies verdes do planeta.

Placa do lado de fora de um hospital em Monróvia, capital da Libéria, alerta aos pacientes para que não subornem médicos por seus serviços. O hospital financiado pelo UNICEF oferece cuidados gratuitamente. Foto: UNICEF/Pirozzi

Combate à corrupção ‘do topo para baixo’ é essencial, diz chefe da ONU

Corrupção e cumplicidade não conhecem fronteiras geográficas. De acordo com representantes das Nações Unidas, os frágeis são aqueles que mais sofrem com as consequências da prática.

“A sociedade não pode funcionar de maneira igualitária e eficiente quando oficiais públicos – desde médicos até policiais, passando por juízes e políticos – enriquecem em vez de realizarem seus deveres com integridade”, disse António Guterres, secretário-geral da ONU.

Mudanças climáticas ameaçam a Amazônia e, consequentemente, disponibilidade de recursos hídricos para países da região. Foto: Flickr (CC) / Dams999

FAO e Brasil assinam projeto para impulsionar governança de terra, pesca e florestas

O Programa de Cooperação Internacional entre o Brasil e a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) celebra uma década de trabalho conjunto com novo projeto de 3,4 milhões de dólares para promover a governança da terra, da pesca e de florestas na América Latina e no Caribe.

O projeto terá como foco a melhoria da administração da terra nos países da região, promovendo processos de cadastramento, registro e titulação, ajudando os países a fortalecer suas instituições para melhorar o acesso à terra e reconhecer os direitos daqueles que vivem e trabalham lá, com ênfase no apoio às mulheres e à juventude rural.