Protagonistas do filme contaram suas trajetórias no evento de lançamento em São Luiz (MA). Foto: OIT

Produzido por OIT e MPT, documentário ‘Precisão’ emociona plateia no Maranhão

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) lançaram na semana passada (28) em São Luís (MA) o documentário “Precisão”, que mostra a história de trabalhadores(as) resgatados(as) de condições análogas à escravidão.

Parte de um projeto de promoção dos princípios e direitos fundamentais do trabalho, o filme narra a trajetória de seis pessoas que decidiram contar suas experiências para alertar sobre esse crime. Dezenas de estudantes, autoridades e especialistas no tema participaram do evento.

OIT e MPT lançam documentário sobre pessoas resgatadas de trabalho escravo no Brasil

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) e o Ministério Público do Trabalho (MPT), com apoio do governo do Maranhão, lançam na quinta-feira (28) em São Luiz o documentário “Precisão”, que conta a história de pessoas resgatadas de condições análogas ao trabalho escravo no Brasil.

“Precisão” é a palavra utilizada pelo maranhense para definir a extrema necessidade de lutar pela sua sobrevivência. Vulneráveis sócio e economicamente, é por “precisão” que brasileiros e brasileiras acabam submetidos a essas condições de trabalho no Brasil.

Os protagonistas estarão presentes no lançamento do documentário na capital maranhense e participarão de uma roda de conversa para contar suas experiências.

Homem resgatado do trabalho escravo no interior do Maranhão - Foto: Marcello Casal/ABr

Maranhão leva projeto de combate ao trabalho escravo a todos os municípios do estado

O governo do Maranhão e a ONG Repórter Brasil lançaram na terça-feira (17) a terceira fase do projeto “Escravo, Nem Pensar!”, cujo objetivo é combater e prevenir o trabalho escravo por meio de ações educativas em escolas da rede estadual de ensino.

O projeto é fruto de uma parceria entre Organização Internacional do Trabalho (OIT), Ministério Público do Trabalho (MPT), Comissão Estadual para a Erradicação do Trabalho Escravo (COETRAE) e Secretarias Estaduais de Direitos Humanos e Participação Popular (SEDIHPOP) e de Educação (SEDUC).

Em 2015, o Maranhão foi o primeiro estado a aderir ao projeto “Escravo, Nem Pensar!”. Agora, com a implementação dessa última etapa, será o primeiro a alcançar todos os municípios com ações educativas em escolas estaduais voltadas à prevenção e ao combate ao trabalho escravo.

Homem resgatado do trabalho escravo no interior do Maranhão - Foto: Marcello Casal/ABr

Bahia e Maranhão trocam experiências de combate ao trabalho escravo contemporâneo

Representantes da Comissão Estadual de Erradicação ao Trabalho Escravo (COETRAE) da Bahia e do Maranhão, da Secretaria Estadual de Direitos Humanos e Participação Popular do Maranhão, do Ministério Público do Trabalho (MPT) do estado e da Organização Internacional do Trabalho (OIT) reuniram-se na quarta-feira (28) em São Luís para avaliar a experiência da Bahia no resgate de trabalhadores encontrados em condição análogas à escravidão e no referenciamento de políticas públicas a partir do resgate.

O oficial de projetos do escritório da OIT no Brasil, Erik Ferraz, destacou a importância do trabalho que vem sendo feito conjuntamente por OIT e MPT do Maranhão. “São desenvolvidos apoios técnicos a entidades do governo, execução de ações voltadas à sensibilização e capacitação de agentes públicos para que saibam o que é o trabalho escravo e como combatê-lo”, disse.

A plataforma digital compila uma série de dados e informações com potencial de qualificar processos de tomada de decisão em políticas públicas. Foto: ASCOM/PGT_MP

OIT e MPT lançam observatório sobre diversidade e igualdade no mercado de trabalho

No Brasil, o rendimento mensal de mulheres no setor formal da economia é, em média, de 2,7 mil reais, ao passo que o dos homens é de 3,2 mil reais, apontam dados de 2017. Além disso, mulheres brancas recebem, em média, 76% do rendimento dos homens brancos, valores que são ainda menores para homens negros (68% dos homens brancos) e mulheres negras (55% dos homens brancos).

Se considerados apenas os cargos de direção no setor privado, a disparidade de rendimentos entre homens e mulheres é ainda maior: o salário de homens é, em média, 10 mil reais superior ao das mulheres em cargos de direção. Esses são alguns dos dados revelados pelo Observatório da Diversidade e da Igualdade de Oportunidades no Trabalho, lançado na quinta-feira (15) em Brasília (DF) por Ministério Público do Trabalho (MPT) e Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Setor têxtil é um dos que registra casos de trabalho análogo à escravidão no Brasil. Foto: EBC

Especialistas debatem enfrentamento do trabalho escravo no município de São Paulo

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a Comissão Municipal para a Erradicação do Trabalho Escravo (COMTRAE) de São Paulo apresentaram em julho (18) os resultados preliminares do primeiro monitoramento do Plano Municipal para Erradicação do Trabalho Escravo, bem como a proposta de Fluxo de Atendimento à Pessoa Submetida ou Vulnerável ao Trabalho Escravo, durante oficina técnica realizada na capital paulista.

Os resultados preliminares mostram que 68,2% dos indicadores monitorados foram considerados cumpridos ou parcialmente cumpridos. Desses, a maioria (41,46%) necessita de acompanhamento permanente e sistemático. Dos sete eixos estratégicos, o de prevenção foi o que apresentou maior índice de ações cumpridas e parcialmente cumpridas. O eixo de geração de emprego e renda foi o que menos avançou, pois não apresentou qualquer indicador totalmente cumprido.

Os resultados serão desdobrados em outras ações coordenadas pela COMTRAE, que serão importantes na prevenção e enfrentamento do trabalho escravo em São Paulo e na construção do trabalho decente para todos.

Homem resgatado do trabalho escravo no interior do Maranhão - Foto: Marcello Casal/ABr

Encontro discute relação entre trabalho infantil e escravo no Maranhão

A pobreza e a desigualdade social fazem com que os filhos(as) de pais pobres tenham uma vida com poucas oportunidades de escolha e desenvolvimento na infância e adolescência e mais tarde uma vida mais vulnerável aos riscos de serem vítimas de trabalho com condições análogas à de escravo. Levantamentos sugerem a existência de um ciclo vicioso que precisa de iniciativas de todos os setores da sociedade para quebrá-lo.

Esse ciclo vicioso que liga o trabalho infantil ao trabalho escravo foi um dos temas do Encontro Estadual sobre as Relações entre o Trabalho Infantil e Escravo realizado pela Secretaria do Desenvolvimento Social (SEDES), em São Luís (MA), em junho. Participaram do encontro, representantes do governo estadual do Maranhão, o procurador-chefe do Ministério Público do Trabalho no estado (MPT-MA), Luciano Aragão, e o oficial de Projetos da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil, Erik Ferraz.

OIM Brasil promove mobilização para semana de enfrentamento ao tráfico de pessoas

O tráfico de pessoas é um crime que atinge homens, mulheres e crianças que são explorados para diversos fins, como trabalho escravo e exploração sexual.

Para enfrentar esse delito, a Organização Internacional para as Migrações (OIM) implementa e apoia diversos projetos e ações com o intuito de fortalecer políticas e atividades. Na semana de 30 de julho, dia mundial e nacional de enfrentamento a esse crime, a agência da ONU estará mobilizada em diversas cidades do Brasil.

A agência da ONU também movimenta suas redes sociais em uma parceria inédita com o Conselho Nacional de Justiça. As instituições se uniram na campanha #TráficoDePessoasNão, que informa a população sobre o tema.

O trabalho infantil na América Latina e no Caribe caiu pela metade desde 2000, mas ainda há desafios. Foto: EBC

Encontro discute relação entre trabalho infantil e escravo no Maranhão

O ciclo vicioso que liga o trabalho infantil ao trabalho escravo foi um dos temas do Encontro Estadual sobre as Relações entre o Trabalho Infantil e Escravo realizado pela Secretaria do Desenvolvimento Social (SEDES), em São Luís (MA, em junho de 2019.

Participaram do encontro representantes do governo estadual, o procurador-chefe do Ministério Público do Trabalho no Maranhão (MPT-MA), Luciano Aragão, e o oficial de Projetos da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Erik Ferraz.

A pobreza e a desigualdade social fazem com que os filhos(as) de pais pobres tenham uma vida com poucas oportunidades de escolha e desenvolvimento na infância e adolescência e, mais tarde, uma vida mais vulnerável aos riscos de se tornarem vítimas de trabalho em condições análogas à de escravo. Levantamentos sugerem a existência de um ciclo vicioso que precisa de iniciativas de todos os setores da sociedade para quebrá-lo.

O 6º Encontro de Trabalhadores(as) Resgatados(as) do Trabalho Escravo foi organizado pelo Centro de Defesa da Vida e dos Direitos Humanos Carmen Bascarán (CDVDH/CB). Foto: OIT

OIT apoia encontro de resgatados(as) do trabalho escravo no Maranhão

Cerca de 60 resgatados(as) de situação análoga à escravidão participaram este mês (10 e 11) no município de Pindaré Mirim (MA) do 6º Encontro de Trabalhadores(as) Resgatados(as) do Trabalho Escravo. Organizada pelo Centro de Defesa da Vida e dos Direitos Humanos Carmen Bascarán (CDVDH/CB), a iniciativa teve apoio de Organização Internacional do Trabalho (OIT), Ministério Público do Trabalho (MPT) e Secretaria de Estado dos Direitos Humanos e Participação Popular (SEDIHPOP).

O Maranhão é o estado de origem do maior número de brasileiros vítimas de escravidão contemporânea. Segundo dados da fiscalização, 22% dos trabalhadores encontrados em situação análoga à escravidão no país são maranhenses. De 2003 a 2018, foram resgatados 8.119 trabalhadores nascidos no Maranhão em todo território nacional. Entre os municípios maranhenses com maior número de trabalhadores egressos estão Codó (357 pessoas), Açailândia (326), Pastos Bons (267), Imperatriz (230) e Santa Luzia (191).

Homem resgatado do trabalho escravo no interior do Maranhão - Foto: Marcello Casal/ABr

Trabalhador resgatado relata abusos em carvoarias e fazendas no Brasil

No Brasil, o Maranhão é o estado de origem do maior número de brasileiros vítimas de escravidão contemporânea. Para conscientizar autoridades e a população sobre o problema, o projeto ‘Escravo, nem pensar!’ implementado pela ONG Repórter Brasil, em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e o Ministério Público do Trabalho (MPT), divulga um vídeo com o relato de um sobrevivente do trabalho escravo.

Foto: OIT/João Roberto Ripper/Sérgio Carvalho.

OIT alerta para formas contemporâneas de escravidão no Brasil e no mundo

Na ocasião do dia 13 de maio, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) alerta para a necessidade de se combater as formas contemporâneas de escravidão, que também atingem crianças, no Brasil e no mundo. A escravidão moderna ainda é um fenômeno real e amplo, afetando mais de 40 milhões de pessoas globalmente, das quais 25% são crianças.

A OIT lidera uma campanha em curso, juntamente a outros parceiros, para convencer 50 países a ratificarem o Protocolo de Trabalho Forçado, chamada 50 for freedom, na qual pessoas do mundo todo são encorajadas a adicionar seus nomes para ajudar a alcançar a meta até o final deste ano de 2019.

OIT, MPT e Papel Social discutem trabalho decente na produção de cacau

O escritório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil, o Ministério Público do Trabalho (MPT) e a organização Papel Social participaram, nos dias 24 e 25 de abril, de eventos promovidos pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.

O objetivo foi discutir o relatório “Cadeia produtiva do cacau: avanços e desafios rumo à promoção do trabalho decente: análise situacional”, elaborado por OIT, MPT e Papel Social. O documento foi desenvolvido no contexto do Projeto “Promoção e Implementação dos Princípios e Direitos Fundamentais no Trabalho”, implementado pela OIT por meio de uma parceria com o MPT.

Imagem: ONG Repórter Brasil

Pureza: uma maranhense na linha de frente contra o trabalho escravo no Brasil

No mês em que o Brasil comemora a abolição da escravatura, em 13 de maio, a Organização Internacional do Trabalho (OIT), em parceria com o Ministério Público do Trabalho (MPT) e a ONG Repórter Brasil, lembra o ativismo da maranhense Pureza Lopes Loiola, que passou três anos à procura do filho Abel, desaparecido em 1993 após ser aliciado por agentes do trabalho escravo.

Pureza percorreu o interior do Maranhão e do Pará, numa peregrinação por garimpos, carvoarias, madeireiras e plantações. À época, o Estado brasileiro ainda não reconhecia a existência de formas análogas à escravidão. Assista ao vídeo aqui.

A capacitação foi realizada por meio de uma parceria entre OIT e Ministério Público do Trabalho (MPT). Foto: OIT

OIT e MPT treinam membros da Comissão Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo no Maranhão

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) realizou no início de abril (3 e 4) em São Luís (MA) oficina de treinamento para capacitar 28 membros da Comissão Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo (COETRAE/MA) no uso de um sistema que monitora o atendimento a trabalhadores resgatados e populações vulneráveis.

A capacitação foi realizada por meio de uma parceria entre OIT e Ministério Público do Trabalho (MPT), e contou com a participação da procuradora regional do trabalho Virgínia de Azevedo Neves. Participaram representantes de organizações governamentais, da sociedade civil, do próprio MPT e da OIT.

Homem resgatado do trabalho escravo no interior do Maranhão - Foto: Marcello Casal/ABr

Ferramenta da ONU aponta falhas no destino de investimentos para combate à escravidão

Uma nova ferramenta interativa de dados das Nações Unidas mostrou um desencontro entre locais onde a escravidão contemporânea ocorre e onde governos estão gastando recursos para responder a esse crime.

A ferramenta, desenvolvida pelo Centro de Pesquisas Políticas da Universidade das Nações Unidas, pode ajudar os debates sobre o tema. Atualmente, mais de 40 milhões de pessoas vivem em situação de escravidão contemporânea.

Interiorização de venezuelanos no Brasil. Foto: Casa Civil/Governo Federal

Estão abertas inscrições para evento em Porto Alegre sobre acolhimento de refugiados

Entre os dias 18 a 20 de março, a cidade de Porto Alegre (RS) receberá o evento “Atuação em rede: capacitação dos atores envolvidos no acolhimento, integração e interiorização de refugiados e migrantes no Brasil”, organizado pela Escola Superior do Ministério Público da União (ESMPU).

O ciclo de atividades terá início com a oficina “Imprensa no Combate à Xenofobia contra Refugiados e Migrantes”, promovida por Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e Conectas Direitos Humanos.

As inscrições para o simpósio e as oficinas vão até as 12h do dia 1º de março.

A Organização Internacional para as Migrações (OIM) realizou workshop em Brasília (DF) para reunir informações relevantes sobre escravidão moderna e elaborar documento de recomendações. Foto: OIM

OIM realiza workshop para discutir combate à escravidão moderna no Brasil

A Organização Internacional para as Migrações (OIM) realizou na quinta-feira (14), em Brasília (DF), workshop para reunir informações relevantes sobre escravidão moderna e elaborar recomendações para fortalecer políticas públicas relacionadas ao tema. Na semana anterior (7), um workshop semelhante foi realizado em São Paulo (SP).

A escravidão moderna é um problema invisível que afeta a vida e a liberdade de milhões de pessoas em todo o mundo. De acordo com Fundação Walk Free, Organização Internacional do Trabalho (OIT) e OIM, cerca de 40,3 milhões de homens, mulheres, meninos e meninas foram vítimas da escravidão moderna no mundo em 2016, dos quais 1,9 milhão estão nas Américas.

Treinamento discutiu formas de identificar, investigar e intervir em casos de tráfico de pessoas e trabalho análogo à escravidão. Foto: GLO.ACT

ONU e União Europeia apoiam governo brasileiro no combate ao tráfico de pessoas

Na Bahia, a Ação Global para Prevenir e Combater o Tráfico de Pessoas e o Tráfico Ilícito de Migrantes (GLO.ACT) apoiou o governo brasileiro na realização um treinamento sobre como identificar casos de tráfico e de trabalho análogo à escravidão. A capacitação visa fortalecer o monitoramento da cidade de Praia do Forte. Iniciativa reuniu cerca de 40 participantes, entre fiscais e promotores do Brasil e da Colômbia.

A GLO.ACT é fruto de uma parceria entre a União Europeia e o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC).

Arte de rua pede o fim da exploração de crianças em trabalho forçado. Foto: ONU/Daniela Gross

Mais de 40 milhões de pessoas ainda são vítimas de trabalho escravo no mundo

A escravidão ainda é um fenômeno muito real e amplo, afetando mais de 40 milhões de pessoas em todo o mundo, um quarto desse total são crianças, informou a Organização Internacional do Trabalho (OIT) no domingo (2), lembrando que esse cenário permanece apesar da entrada em vigor em 2016 do protocolo de combate ao trabalho forçado.

Em 2 de dezembro, é lembrado o Dia Internacional para a Abolição da Escravatura. O dia é uma oportunidade de aumentar a conscientização sobre este problema global e focar na erradicação das formas contemporâneas de escravidão, como tráfico de pessoas, exploração sexual, trabalho infantil, casamento forçado e recrutamento forçado de crianças para uso em conflitos armados.

Painelistas da mesa da abertura do seminário ibero-americano, realizado no auditório do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo (CREA-SP). Foto: ASCOM/ESMPU

Encontro em SP reforça necessidade de acolhida humanitária de venezuelanos

A necessidade de abrigar, acolher e proteger refugiadas e migrantes vindos da Venezuela foi o principal tema debatido na abertura do Seminário Ibero-Americano “Proteção aos direitos de Venezuelanas e Venezuelanos – Por uma acolhida humanitária na América Latina”, que aconteceu esta semana (23 e 24), em São Paulo.

O evento reuniu representantes de defensorias de oito países (Colômbia, Chile, Equador, Espanha, Bolívia, Argentina, Peru e México), agências internacionais — como a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) —, organizações nacionais e da sociedade civil.

Crianças lendo a Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), pouco após sua adoção. Foto: Arquivo da ONU

Direitos humanos não têm cor política, diz diretor do UNIC Rio em palestra

O diretor do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), Maurizio Giuliano, participou no fim de setembro (27) de evento organizado pela Academia Brasileira de Filosofia (ABF), no Rio de Janeiro, para lembrar os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH).

Na ocasião, o diretor do UNIC Rio falou sobre defensores dos direitos humanos brasileiros que perderam a vida ao realizar seu trabalho, como a vereadora Marielle Franco, e lembrou também os inúmeros casos de policiais mortos por defender o direito de todos a viver num país sem crime.

Com o objetivo de inserir a luta contra o tráfico de pessoas na agenda pública, o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), desenvolve a campanha #AquiEstoy. Foto: ONU

No DF, ONU e governo promovem semana de conscientização sobre tráfico humano

Em parceria com o governo do Distrito Federal e a Secretaria Nacional de Justiça, o Escritório da ONU sobre Drogas e Crimes (UNODC) promove nesta semana, em Brasília, a quinta Semana de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas. Até o próximo sábado (4), instituições realizam atividades de conscientização em todo o DF para alertar a população sobre esse tipo de crime, formas de abordagem dos aliciadores e meios de denunciar atividades ilícitas.

Programado para os próximos quatro anos, o plano tem 58 metas destinadas à prevenção e à repressão desse crime no território nacional, assim como responsabilização dos autores e atenção às vítimas. Foto: UNODC

Novo plano nacional visa reforçar ações de combate ao tráfico de pessoas no Brasil

Com o objetivo de aperfeiçoar e reforçar as ações de combate ao tráfico de pessoas, foi lançado no Ministério da Justiça, em Brasília (DF), na semana passada (5), o 3º Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas.

Programado para os próximos quatro anos, o plano tem 58 metas destinadas à prevenção e à repressão desse crime no território nacional, assim como responsabilização dos autores e atenção às vítimas.

O evento de lançamento teve a presença de representante do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes no Brasil (UNODC).

Maurizio Giuliano, diretor do UNIC Rio, participa de simulação em Pernambuco sobre o funcionamento da ONU com estudantes e graduandos. Foto: PEMUN

Simulação de reuniões da ONU é realizada pela primeira vez no estado de Pernambuco

Foi realizado no fim de junho (27), na Escola de Inovação e Políticas Públicas da Fundação Joaquim Nabuco, em Recife (PE), a primeira edição no estado do Modelo da Organização das Nações Unidas, ou MONU, simulação realizada por estudantes do ensino secundário ou universitários para simular o funcionamento da ONU e, assim, desenvolverem suas habilidades de falar em público.

“É excelente ver que estudantes tão variados em termos de gênero, idade e etnias, estão entusiasmados com o trabalho da ONU”, disse o diretor do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), Maurizio Giuliano.

Mesa de abertura do evento de lançamento da Agenda Regional de Trabalho Decente de Carajás. Foto: OIT

Agenda regional une 57 instituições pela promoção do trabalho decente em Carajás

Foi lançada em Marabá (PA) na última semana (24), a Agenda Regional de Trabalho Decente de Carajás, região que engloba 39 municípios do sul e sudeste do Pará.

Para o diretor do escritório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil, Martin Hahn, a iniciativa ajudará a orientar o desenvolvimento e a coordenação de políticas e atividades para promover o trabalho decente em Carajás.

“A implementação desta agenda é importantíssima para construir o trabalho decente na região”, declarou.

Haitianos em São Paulo. Foto: EBC

ACNUR participa de seminário para capacitar migrantes e refugiados em questões trabalhistas

Começa amanhã (14), em Brasília, o seminário de capacitação sobre trabalho para solicitantes de refúgio, refugiados, apátridas e imigrantes. Promovido pelo Instituto Migrações e Direitos Humanos (IMDH), evento terá a participação da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR). Encontro reunirá indivíduos de todo o Brasil. Participam dos debates migrantes e refugiados de 12 países e uma pessoa apátrida.

Realizado pela ONG Repórter Brasil em parceria com a SEDUC e com apoio da OIT e do MPT, o projeto tem como objetivo promover a discussão sobre o tema do trabalho escravo na rede estadual de ensino do Maranhão. Foto: OIT

Escolas do Maranhão desenvolvem atividades de prevenção ao trabalho escravo

Realizado pela ONG Repórter Brasil, em parceria com a Secretaria de Estado da Educação (SEDUC) do Maranhão e com apoio da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e do Ministério Público do Trabalho (MPT), o projeto “Escravo, nem pensar!” é focado na prevenção ao trabalho escravo e já está em sua segunda edição.

Por meio da iniciativa, escolas da rede estadual desenvolverão este ano atividades de prevenção ao trabalho escravo com alunos e pessoas da comunidade. O Maranhão é o principal estado de origem de trabalhadores resgatados do trabalho escravo no Brasil.

Segundo a OIT, as dificuldades de acesso às políticas públicas, especialmente educação e outros direitos, aumentam a situação de vulnerabilidade social dos trabalhadores. Foto: EBC

OIT pede apoio socioeconômico a resgatados de trabalho escravo no Brasil

Dados extraídos do Observatório Digital do Trabalho Escravo no Brasil mostram que quase 2% dos trabalhadores resgatados de situações análogas à escravidão no país nos últimos 15 anos foram vítimas desse crime ao menos duas vezes.

Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o retorno ao ciclo de escravidão é maior entre aqueles com baixo grau de instrução — a taxa entre analfabetos é duas vezes maior.

Tal cenário aponta a necessidade de fortalecimento de medidas de apoio socioeconômico aos resgatados, de acordo com a agência das Nações Unidas.

Governo do Maranhão assumiu compromisso de priorizar políticas sociais. Foto: Gilson Teixeira/Secap

Maranhão assina acordo com PNUD para implementação da Agenda 2030 no estado

O governo do Maranhão assinou na semana passada (7) em São Luís acordo com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) com o objetivo de fortalecer a implementação da Agenda 2030 no estado por meio da adesão aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

A adesão foi formalizada durante o encerramento do Seminário Mais IDH, que avaliou estratégias de promoção do desenvolvimento socioeconômico nos 30 municípios com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal do estado.