Assembleia Geral da ONU - Foto: Kim Haughton/UN Photo

Seis coisas que você precisa saber sobre a Assembleia Geral da ONU

Todos os anos, em setembro, líderes globais se reúnem na sede das Nações Unidas em Nova Iorque, durante duas semanas, para discutir assuntos importantes do nosso tempo e estabelecer uma agenda global para o ano seguinte. A 73ª sessão da Assembleia Geral da ONU começou nesta semana e o segmento de alto nível anual – formalmente conhecido como “debate geral” – começa em 25 de setembro, quando líderes de todos os países discursam para o mundo.

Você sabe por que o Brasil é o primeiro país a falar? Quantas vezes a Assembleia Geral foi presidida por uma mulher? Qual o tema do debate geral deste ano? Saiba um pouco mais sobre o encontro que movimenta a política internacional.

Criança come biscoito usado no tratamento de malnutrição em Juba, capital do Sudão do Sul. Foto: UNICEF/Njiokiktjien VII Photo

ONU: uma criança morre a cada 5 segundos no mundo

Cerca de 6,3 milhões de crianças com menos de 15 anos morreram em 2017, segundo estimativas divulgadas nesta semana (17) pela Organização Mundial da Saúde (OMS), pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e pelo Grupo Banco Mundial.

Isso significa que, no ano passado, a cada cinco segundos, morria um jovem da faixa etária analisada. Maioria dos óbitos — 5,4 milhões — ocorreu entre meninos e meninas com até cinco anos de idade.

Desde agosto de 2017, mais de 650 mil refugiados rohingya deixaram Mianmar rumo a Bangladesh em busca de segurança. Ali, vivem em condições precárias nos campos de refugiados superlotados e carecem de necessidades básicas. Foto: ACNUR/Roger Arnold

ARTIGO: Líderes comunitários fornecem a melhor esperança para um mundo conturbado

Em artigo publicado na revista The Economist, o alto-comissário da ONU para os direitos humanos em fim de mandato, Zeid Ra’ad Al Hussein, faz duras críticas à comunidade internacional e a políticos que, “desejosos de serem vistos como líderes viris”, prejudicam migrantes, refugiados e grupos mais vulneráveis da sociedade. Para Zeid, falta vontade sincera por parte dos Estados de trabalhar em conjunto, enquanto os sistemas internacionais para ação coletiva estão se decompondo.

Zeid, no entanto, elogia o trabalho de líderes comunitários e de movimentos sociais do mundo todo que, apesar das dificuldades e das constantes ameaças, estão dispostos a perder tudo — incluindo suas vidas — em defesa dos direitos humanos. Leia o artigo completo.

Secretário-geral da ONU, António Guterres, fala ao Conselho de Segurança sobre manutenção da segurança e da paz internacional, com foco em mediação e resolução de disputas. Foto: ONU/Evan Schneider

Secretário-geral da ONU diz que complexidade dos conflitos amplia necessidade de mediação inovadora

Como a guerra e a mediação da paz se tornaram cada vez mais complexas, o pensamento inovador é necessário para salvar e melhorar a vida de milhões de pessoas, disse o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, ao Conselho de Segurança na quarta-feira (29).

Segundo o chefe da ONU, um cenário de conflitos em transformação exige pensamento criativo e ousado na mediação internacional.

Para ele, isso significa usar as mídias sociais efetivamente como uma ferramenta para unir comunidades, falar uma só voz e apoiar os esforços de mediação de organizações regionais e sub-regionais. “Pensamento inovador na mediação não é mais uma opção, é uma necessidade”, declarou.

A comitiva visitou o presídio localizado no Complexo Penitenciário de Bangu, na zona oeste do Rio. Foto: UNOPS

ONU participa da construção de unidade materno-infantil em presídio feminino no Rio

O diretor adjunto para América Latina do Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS), Giuseppe Mancinelli, visitou na quarta-feira (22) o presídio feminino Instituto Penal Talavera Bruce, no Rio de Janeiro (RJ), com o objetivo de conhecer o local onde a agência trabalha na construção de uma unidade materno-infantil.

A comitiva visitou o presídio localizado no Complexo Penitenciário de Bangu, na zona oeste da cidade. O UNOPS atua na conclusão da ala materno-infantil, que abrigará mulheres grávidas e com filhos recém-nascidos.

Famílias deslocadas da cidade de Quneitra, sudoeste da Síria, buscam abrigo em áreas e campos abertos. A estimativa é de que 140 mil pessoas estejam deslocadas na região. Foto: UNICEF/Alaa Al-Faqir

Assassinar trabalhadores humanitários é inconcebível, diz coordenador de emergência da ONU

Lembrando nesta sexta-feira (17) todos os trabalhadores humanitários assassinados no cumprimento de seu dever, o coordenador de emergência das Nações Unidas renovou o apelo para que civis e funcionários humanitários em todos os lugares sejam protegidos.

A cada ano, em 19 de agosto, Dia Mundial Humanitário, o mundo presta homenagem aos trabalhadores que distribuem ajuda a comunidades vulneráveis em algumas das crises mais perigosas do planeta.

Este ano, a data também marca o 15º aniversário do ataque terrorista contra a sede da ONU em Bagdá, que matou 22 funcionários, entre eles, o diplomata brasileiro e então chefe do Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), Sergio Vieira de Mello.

No campo de Nduta, na Tanzânia, vivem 125 mil refugiados burundineses. Como há carência de salas de aula, as crianças estudam embaixo de árvores. Há uma professora para cada 200 alunos. Só 7% do apelo humanitário do ACNUR para 2017 foi financiado. Foto: ACNUR/Georgina Goodwin

Agência da ONU inaugura exposição no Rio sobre refúgio e migração forçada

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) inaugura na próxima quarta-feira (15) a mostra “Faces do Refúgio”, que leva para o Centro Cultural dos Correios 52 fotografias sobre migrações forçadas. Essa é a primeira vez em que a exposição desembarca na capital fluminense. Iniciativa aborda as principais crises de deslocamento da atualidade, em países como Síria, Sudão do Sul, República Democrática do Congo e Mianmar.

Próxima Cúpula Ibero-americana, que terá apoio do PNUD e da SEGIB, acontece na Colômbia. Foto: ACNUR / B. Heger

Em dia internacional, ONU alerta para migração forçada de povos indígenas

Em mensagem para o Dia Internacional dos Povos Indígenas, lembrado em 9 de agosto, o secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou para a migração e o deslocamento, muitas vezes forçado, de povos indígenas dentro de seus países ou através das fronteiras internacionais, por conta de violência, conflitos ou devastações causadas pela mudança climática e pela degradação ambiental.

“Os povos indígenas têm uma profunda conexão espiritual com suas terras e recursos. No entanto, cada vez mais, os indígenas estão migrando dentro de seus países e através das fronteiras internacionais”, disse.

“As razões são complexas e variadas. Alguns estão sujeitos a deslocamento ou realocação sem seu consentimento livre, prévio e informado. Outros estão escapando da violência e do conflito ou da devastação causada pela mudança climática e pela degradação ambiental. Muitos migram em busca de melhores perspectivas e emprego para si e para suas famílias”, afirmou Guterres.

UGANDA/2017 — A professora Bako Zulaika mostra seus materiais de ensino no lado de fora de sua tenda, em escola primária no campo de refugiados de Bidi Bidi frequentada por mais de 48 mil crianças em março de 2017. Foto: ACNUR/David Azia

Faces do Refúgio: série fotográfica da ONU aborda deslocamento forçado no mundo

A cada três segundos, alguém, em algum lugar no mundo, é obrigado a deixar sua casa para trás. Segundo a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), 68,5 milhões de pessoas vivem longe de seus locais de origem devido a guerras, conflitos e perseguições. Para conscientizar a população brasileira sobre os desafios que esses indivíduos enfrentam, o organismo internacional promove a exposição itinerante Faces do Refúgio.

Criança sul-sudanesa atrás de soldados da Gâmbia que integram a Missão da ONU no Sudão do Sul (UNMISS). Foto tirada num acampamento improvisado próximo à base da operação das Nações Unidas, em Leer, onde cerca de 2 mil pessoas buscaram abrigo devido a conflitos armados recentes. Foto: UNMISS/Eric Kanalstein

Conselho de Segurança aprova embargo de armas contra Sudão do Sul

O Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou na sexta-feira (13) um embargo de armas contra o Sudão do Sul. Com vigência até 31 de maio do próximo ano, a medida obriga todos os países da ONU a impedir a entrada de armamentos no país africano, incluindo munição, veículos, equipamentos militares e paramilitares. Decisão do organismo não foi unânime, com seis abstenções, incluindo da China e Rússia.

Assento vago pelos Estados Unidos no Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra. Foto: ONU/Jean-Marc Ferre

Islândia ocupa lugar deixado pelos EUA no Conselho de Direitos Humanos da ONU

A Islândia foi pela primeira vez eleita para o Conselho de Direitos Humanos da ONU, preenchendo a vaga deixada pelos Estados Unidos, que se retirou no mês passado citando suposto viés político do órgão.

A Islândia não herda responsabilidades dos EUA, o que levanta questões sobre ações futuras em temas fundamentais de direitos humanos promovidos especificamente por Washington, como Sudão, Sudão do Sul e direito à liberdade de expressão.

Homem próximo a sua casa destruída em Baga, estado de Borno, na Nigéria, após os intensos combates entre as forças militares da Nigéria, Níger e Chade e o Boko Haram. Foto: IRIN/Aminu Abubakar

Chefe da ONU diz que combate ao terrorismo na África traz proteção para cidadãos de todo mundo

Em Adis Abeba, na Etiópia, para a conferência anual da ONU e da União Africana, o secretário-geral António Guterres cobrou na segunda-feira (9) mais apoio da comunidade internacional para a África, sobretudo nas áreas de combate ao terrorismo. Dirigente lembrou que a ascensão de grupos armados, como o Boko Haram, trouxe desafios de segurança que não podem ser enfrentados com abordagens tradicionais de promoção da paz.

Desde agosto de 2017, mais de 650 mil refugiados rohingya deixaram Mianmar rumo a Bangladesh em busca de segurança. Ali, vivem em condições precárias nos campos de refugiados superlotados e carecem de necessidades básicas. Foto: ACNUR/Roger Arnold

Em São Paulo, agência da ONU inaugura exposição fotográfica sobre refugiados

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) inaugura amanhã (10), em São Paulo, a exposição fotográfica “Faces do Refúgio”. Mostra apresenta 52 fotografias que retratam as principais crises de deslocamento forçado da atualidade, causadas por conflitos em países como Síria, Sudão do Sul, República Democrática do Congo e Mianmar. Imagens serão exibidas na loja-conceito da Mitsubishi Motors, no Shopping JK Iguatemi.

Crianças rohingya aguardam distribuição de assistência humanitária em Cox's Bazar, em Bangladesh. Foto: UNICEF/Patrick Brown

UNICEF teve em 2017 maior gasto da história com suprimentos para crises humanitárias no mundo

Fome, seca, conflitos e desnutrição ameaçaram a sobrevivência de milhões em 2017. Diante desse cenário, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) gastou mais de 500 milhões de dólares para fornecer suprimentos emergenciais vitais para crianças com necessidade urgente de assistência. Esse é o maior gasto da história da agência em suprimentos para crises humanitárias.

No total, o UNICEF adquiriu 3,46 bilhões de dólares em suprimentos e serviços para crianças em 150 países e regiões no ano passado.

A maioria dos suprimentos de emergência foi para os refugiados rohingyas em Bangladesh e para o Iêmen, o Chifre da África, a Síria, a região do Lago Chade e o Sudão do Sul.

Esta jovem mãe andou 20 dias de Diinsoor, na Somália, com seus sete filhos para o campo de refugiados de Hagadera, em Dadaab, no Quênia. Depois que o gado de seu marido morreu por causa da seca na Somália, ela foi para Dadaab devido à fome. Foto: OCHA/Meridith Kohut

ARTIGO: A fome é um crime

Em artigo, o diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o brasileiro José Graziano da Silva, e o Prêmio Nobel da Paz e membro da Aliança da FAO pela Segurança Alimentar e Paz, Adolfo Pérez Esquivel, afirmam que apesar de o mundo produzir alimentos suficientes para dar de comer a todos os seus habitantes, a continuidade da fome “nada mais é do que um crime”.

“Todos os dias, assistimos do conforto de nossas poltronas e a uma distância segura proporcionada pelas telas da televisão o desespero de pessoas pobres e vulneráveis que são forçadas a migrar nas condições mais humilhantes. A maioria delas são provenientes de áreas rurais”, disseram.

“Temos que fazer mais por essas pessoas. Não podemos permitir, nem nos permitir, que elas fiquem para trás”. Leia o artigo completo.

O diretor do UNIC Rio, Maurizio Giuliano, participou de palestra no CCOPAB sobre coordenação civil-militar de operações de paz da ONU. Foto: UNIC Rio

Palestra no Rio aborda coordenação civil-militar em operações de paz da ONU

O diretor do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), Maurizio Giuliano, realizou na quarta-feira (20) uma palestra no Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil (CCOPAB), no Rio de Janeiro, sobre coordenação civil-militar em operações de paz da ONU.

A apresentação, parte de curso de uma semana reconhecido pelas Nações Unidas, foi assistida por mais de 50 pessoas, entre oficiais militares do Brasil e de outros países da América Latina e da Europa.

Detenção e separação familiar são experiências traumáticas que podem deixar as crianças mais vulneráveis à exploração e ao abuso, disse o UNICEF. Na foto, migrantes atravessam fronteira do México com os EUA. Foto: OIM

UNICEF: separação de crianças migrantes de suas famílias nos EUA é de ‘partir o coração’

Em comunicado publicado na terça-feira (19), a diretora-executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Henrietta Fore, comentou a situação das crianças migrantes que estão sendo separadas de suas famílias na fronteira dos Estados Unidos com o México devido a seu status migratório.

“Histórias de crianças, algumas delas apenas bebês, sendo separadas dos pais enquanto buscam segurança nos EUA são de partir o coração”, declarou.

“Não importa de onde elas venham ou qual seja seu status migratório – são, antes de tudo, crianças. Aquelas que ficaram sem nenhuma opção a não ser fugir de suas casas têm o direito de ser protegidas, acessar serviços essenciais e estar com suas famílias – assim como todas as crianças”, completou.

O chefe de direitos humanos da ONU, Zeid Ra'ad Al Hussein, também manifestou profunda preocupação com a política de proteção de fronteiras adotada recentemente pelos Estados Unidos, que forçou milhares de crianças migrantes a serem separadas de seus pais. Foto: UNICEF

ONU diz que as crianças migrantes não podem ser separadas de seus pais

O secretário-geral da ONU, António Guterres, disse nesta segunda-feira (18) que os refugiados e migrantes devem ser tratados com respeito e dignidade, criticando políticas migratórias que separam crianças de seus pais.

“Como questão de princípio, o secretário-geral (da ONU) acredita que os refugiados e migrantes devem ser sempre tratados com respeito e dignidade, e de acordo com a lei internacional existente. As crianças não podem ser traumatizadas ao serem separadas de seus pais. A unidade familiar precisa ser preservada”, disse o porta-voz do secretário-geral da ONU.

Filme selecionado para a mostra de cinema do ACNUR aborda a vida de sírios no maior campo de refugiados do mundo, Zaatari, na Jordânia. Imagem: GRIFA FILMES/NÓS/Gebrueder Beetz Filmproduktion/Globo Filmes/Globo News/Canal Brasil/ZDF/Arte

Mostra de cinema chega a Boa Vista e Manaus para celebrar Dia Mundial do Refugiado

Em Boa Vista e Manaus, tem início na próxima quarta-feira (20), Dia Mundial do Refugiado, a  mostra de filmes “Olhares sobre o Refúgio”. Com títulos inéditos e outros já consagrados pela crítica, festival promove exibições gratuitas até sábado (23). Sessões acontecem no SESC Roraima (em Boa Vista) e no Casarão de Ideias (em Manaus). Iniciativa é da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e parceiros.

Agência da ONU inaugura exposição em São Paulo para Dia Mundial do Refugiado

Em celebração ao Dia Mundial do Refugiado, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) inaugura em São Paulo na quarta-feira (20) a exposição fotográfica “Faces do Refúgio”, montada no piso térreo do Conjunto Nacional, um dos centros comerciais mais conhecidos da cidade.

Para marcar a abertura da exposição, o ACNUR promove a roda de conversa “Refúgio: Uma jornada forçada em busca de um horizonte seguro” às 19h, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional. A exposição e a roda de conversa têm entrada gratuita.

No Sudão do Sul, a produção de mel vem transformando a vida de um grupo de mulheres. A péssima condição das estradas e a falta de segurança na região, contudo, dificultam a venda do produto e colocam em risco a comunidade. Em 2017, a Missão das Nações Unidas no país anunciou um plano para a reforma da principal estrada da área. Com a obra, a missão da ONU no Sudão do Sul poderá patrulhar melhor a região e garantir segurança para que a comunidade possa prosperar.

Com apoio da ONU, produtoras de mel melhoram vendas no Sudão do Sul; vídeo

No Sudão do Sul, a produção de mel vem transformando a vida de um grupo de mulheres. A péssima condição das estradas e a falta de segurança na região, contudo, dificultam a venda do produto e colocam em risco a comunidade.

Em 2017, a Missão das Nações Unidas no país anunciou um plano para a reforma da principal estrada da área. Com a obra, a missão da ONU no Sudão do Sul poderá patrulhar melhor a região e garantir segurança para que a comunidade possa prosperar. Saiba mais neste vídeo.

Militares da Índia e do Reino Unido servindo na missão de paz das Nações Unidas no Sudão do Sul usaram seus conhecimentos de engenharia para reformar o campo de futebol e as quadras de vôlei e de basquete no Estádio Malakal. Para os jovens da região, praticar esportes é uma oportunidade de diversão, mas também uma saída das frustrações vividas em um lugar com poucas oportunidades devido ao contínuo conflito.

No Sudão do Sul, missão da ONU incentiva prática de esportes entre os jovens; vídeo

Militares da Índia e do Reino Unido servindo na missão de paz das Nações Unidas no Sudão do Sul usaram seus conhecimentos de engenharia para reformar o campo de futebol e as quadras de vôlei e de basquete no Estádio Malakal. Para os jovens da região, praticar esportes é uma oportunidade de diversão, mas também uma saída das frustrações vividas em um lugar com poucas oportunidades devido ao contínuo conflito. Mais no vídeo.

Por meio de jogos e exercícios, os indígenas Waraos e Eñepas aprenderam como usar o equipamento de vídeo e escolheram temas e histórias que gostariam de registrar em seus filmes. Foto: OIM

OIM promove festival em Roraima para apresentar vídeos feitos por indígenas venezuelanos

Mais de 300 indígenas venezuelanos dos grupos étnicos Warao e Eñepas, autoridades locais e representantes de organizações não governamentais reuniram-se no fim de maio (31) no abrigo de Pintolândia em Boa Vista, Roraima, para uma edição especial do Festival Global de Cinema sobre Migração.

O evento foi realizado pela Organização Internacional para as Migrações (OIM), parceiros locais e autoridades para apresentar dois vídeos feitos por 20 migrantes indígenas após curso de quatro dias promovido pela OIM e pelo festival.

Guterres cumprimenta oficial da MINUSMA em cerimônia para marcar o Dia Internacional dos Trabalhadores das Forças de Paz, 29 de maio. Foto: MINUSMA

No dia das forças de paz, secretário-geral da ONU homenageia militares no Mali

Em visita ao Mali para o Dia Internacional dos Trabalhadores das Forças de Paz, o secretário-geral da ONU, António Guterres, disse “ter orgulho de ser colega” dos soldados que servem sob a bandeira da Organização, no país e em outras partes do mundo. Dirigente reconheceu que as circunstâncias na nação africana são “extremamente perigosas” e prometeu melhorias em treinamentos, equipamentos e capacidades operacionais.

Cerca de 420 mil pessoas estão sob cerco na Síria – sem alimentos e remédios, famílias com fome e crianças malnutridas e definhando. Elas precisam de ajuda agora, precisam de paz agora. O Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (PMA) precisa de financiamento e acesso para ajudar.

Conselho de Segurança aprova resolução para proteger populações em conflito da fome

Agências da ONU celebraram a adoção pelo Conselho de Segurança de uma resolução que proíbe governos e grupos em conflito de atacarem locais necessários à produção e distribuição de alimentos. Aprovada unanimemente na quinta-feira (24), medida é histórica, pois é a primeira da entidade a reconhecer os vínculos entre guerra e fome. Atualmente, pessoas em zonas de conflito representam 60% dos 815 milhões de indivíduos vivendo com fome crônica.

No Sudão do Sul, mais de 5 mil pessoas foram mortas ou feridas por minas terrestres ou munições não detonadas desde 2004. Em memória do Dia Internacional de Sensibilização sobre Minas e Assistência à Desminagem, o Serviço de Ação Anti-Minas das Nações Unidas (UNMAS) organizou uma corrida para incentivar a conscientização sobre os perigos causados pelas minas. Desde 2004, a ONU já tornou mais de 1 bilhão de metros quadrados seguros para a população sul-sudanesa.

No Sudão do Sul, ONU trabalha para livrar população das minas terrestres; vídeo

No Sudão do Sul, mais de 5 mil pessoas foram mortas ou feridas por minas terrestres ou munições não detonadas desde 2004. Em memória do Dia Internacional de Sensibilização sobre Minas e Assistência à Desminagem, o Serviço de Ação Anti-Minas das Nações Unidas (UNMAS) organizou uma corrida para incentivar a conscientização sobre os perigos causados pelas minas. Desde 2004, a ONU já tornou mais de 1 bilhão de metros quadrados seguros para a população sul-sudanesa.

Mais de 200 crianças foram libertadas de grupos armados no Sudão do Sul em abril. Esse foi o segundo resgate em série, apoiado pelo UNICEF, que verá quase mil crianças livres nos próximos meses. Apesar deste progresso, ainda existem cerca de 19 mil crianças-soldado no Sudão do Sul. O UNICEF precisa de 45 milhões de dólares para apoiar a desmobilização e reintegração de todas elas nos próximos três anos.

UNICEF: Mais de 200 crianças-soldado são libertadas no Sudão do Sul em abril; vídeo

Mais de 200 crianças foram libertadas de grupos armados no Sudão do Sul em abril. Esse foi o segundo resgate em série, apoiado pelo UNICEF, que verá quase mil crianças livres nos próximos meses.

Apesar deste progresso, ainda existem cerca de 19 mil crianças-soldado no Sudão do Sul. O UNICEF precisa de 45 milhões de dólares para apoiar a desmobilização e reintegração de todas elas nos próximos três anos. Confira neste vídeo.

Grupo de jovens chega à Grécia pouco após o amanhecer. Foto: ACNUR/Mathias Depardon

Jovens refugiados cobram participação em novo pacto sobre migrações forçadas

Para Mohammed Badran, um sírio de 24 anos que encontrou segurança na Holanda, ser um refugiado não é uma identidade, mas uma experiência que pode ser usada para unir comunidades. O jovem participou de um encontro recente na sede da Agência das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), em Genebra. O organismo lidera os diálogos e negociações de um novo pacto global para o acolhimento de refugiados.